Meu Perfil
Um blog sobre política, literatura, música e futebol basquetebol. Na rede desde outubro de 2004.



Email: idelberavelar arroba gmail ponto com

O autor
 No Twitter
 No Facebook
 No Formspring
 No Google Reader
 Minha estação de rádio no Songza
Curriculum Vitae
 Página pessoal em Tulane


 



Histórico
 setembro 2010
 agosto 2010
 agosto 2009
 julho 2009
 junho 2009
 maio 2009
 abril 2009
 março 2009
 fevereiro 2009
 janeiro 2009
 dezembro 2008
 novembro 2008
 outubro 2008
 setembro 2008
 agosto 2008
 julho 2008
 junho 2008
 maio 2008
 abril 2008
 março 2008
 fevereiro 2008
 janeiro 2008
 dezembro 2007
 novembro 2007
 outubro 2007
 setembro 2007
 agosto 2007
 julho 2007
 junho 2007
 maio 2007
 abril 2007
 março 2007
 fevereiro 2007
 janeiro 2007
 novembro 2006
 outubro 2006
 setembro 2006
 agosto 2006
 julho 2006
 junho 2006
 maio 2006
 abril 2006
 março 2006
 janeiro 2006
 dezembro 2005
 novembro 2005
 outubro 2005
 setembro 2005
 agosto 2005
 julho 2005
 junho 2005
 maio 2005
 abril 2005
 março 2005
 fevereiro 2005
 janeiro 2005
 dezembro 2004
 novembro 2004
 outubro 2004


Assuntos
 A eleição de Obama
 Clube de leituras
 Direito e Justiça
 Fenomenologia da Fumaça
 Filosofia
 Futebol e redondezas
 Gênero
 Literatura
 Metablogagem
 Música
 New Orleans
 Palestina Ocupada
 Polí­tica
 Primeira Pessoa



Indispensáveis
 Agência Carta Maior
 Amálgama
 Os amigos do Presidente Lula
 Ao mirante, Nelson! (in memoriam)
 Ao mirante, Nelson! Reloaded
 Blog do Alê Porto
 Blog do Alon
 Blog do Favre
 Blog do Miro
 Blog do Planalto
 Blog do Rovai
 Blog do Sakamoto
 Brasília, eu vi
 Cloaca News
 Consenso, só no paredão
 Cynthia Semíramis
 Descurvo
 Diálogico
 Dilma na Rede
 Diário gauche
 ¡Drops da Fal!
 Escreva, Lola, escreva
 A Feminista
 Guaciara
 Histórias brasileiras
 Impedimento
 João Villaverde
 Luis Nassif
 Uma Malla pelo mundo
 Milton Ribeiro
 NaMaria News
 Na prática a teoria é outra
 Óleo do Diabo
 Opera Mundi
 Palestina do espetáculo triunfante
 Pensar enlouquece
 Rafael Galvão
 Revista Fórum
 RS urgente
 Sergio Leo
 Sexismo na política
 Sul 21
 Tiago Dória
 Tijolaço
 Todos os fogos o fogo
 Túlio Vianna
 Urbanamente
 Viomundo



Visito também
 Abobrinhas psicodélicas
 Ademonista
 Afonso, o Chato
 Ágora com dazibao no meio
 Alcinéa Cavalcante
 Além do jogo
 Alessandra Alves
 Alfarrábio
 Altino Machado
 Amante profissional
 Animot
 Argemiro Ferreira
 Arlesophia
 Bala perdida
 Balípodo
 Bereteando
 Biajoni!
 Blog do Juarez
 Blog do Juca
 Blog do Mello
 Blog dos Perrusi
 Blog do Protógenes
 Blog do Tsavkko, Angry Brazilian
 Blogafora
 blowg
 Boteco do Edu
 Botequim do Bruno
 Branco Leone
 Bratislava
 Brontossauros em meu jardim
 A bundacanalha
 O caderno de Patrick
 Caldos de tipos
 Caquis caídos
 O carapuceiro
 Carla Rodrigues
 Carnet de notes
 Carreira solo
 Carta da Itália
 Casa da tolerância
 Casa de paragens
 Catarro Verde
 Catatau
 Cidadania
 Cinema e outras artes
 Cintaliga
 Com fé e limão
 Conejillo de Indias
 Contemporânea
 Contra Capa
 Controvérsia
 Controvérsias econômicas
 Conversa de bar
 Cria Minha
 Cris Dias
 Cyn City
 Uma dama não comenta
 Dançar a vidao
 Daniel Aurélio
 Daniel Lopes
 de-grau
 De olho no fato
 De primeira
 Diário de Bordo
 Diario de trabajo
 Didascália e ..
 Diplomacia bossa nova
 Direito e internet
 Direitos fundamentais
 Disparada
 Dispersões, delírios e divagações
 Dissidência
 Dito assim parece à toa
 Doidivana
 Dossiê Alex Primo
 Duas Fridas
 É bom pra quem gosta
 eblog
 Ecologia Digital
 Educar para o mundo
 O escrevinhador
 Escrúpulos Precários
 Escudinhos
 Estado anarquista
 Eu sei que vivo em louca utopia
 Eugenia in the meadow
 Fabricio Carpinejar
 Faca de fogo
 Faça sua parte
 Favoritos
 Ferréz
 Fiapo de jaca
 Foi feito pra isso
 Fósforo
 Fina flor
 A flor da pele
 Fogo nas entranhas
 Fotógrafos brasileiros
 Frankamente
 Fundo do poço
 Futebol, política e cachaça
 Gabinete dentário
 Galo é amor
 O gato pré-cambriano
 Geografias suburbanas
 Groselha news
 Googalayon
 Guerrilheiro do entardecer
 Hargentina
 Hipopótamo Zeno
 História em projetos
 Homem do plano
 Idéias mutantes
 Impostor
 Incautos do ontem
 O incrível exército Blogoleone
 Ingresia
 Inquietudine
 Inside
 Interney
 Ius communicatio
 Já matei por menos
 jAGauDArTE
 Jean Scharlau
 O jornalismo morreu
 Kit básico da mulher moderna
 Lembrança eterna de uma mente sem brilho
 A Lenda
 Liberal Libertário Libertino
 Limpo no lance
 Língua de Fel
 Linkillo
 Lixo Tipo Especial
 Lixomania
 Luz de Luma
 Mac's daily miscellany
 O malfazejo
 Malvados
 Mar de mármore
 Mara Pastor
 Márcia Bechara
 Marconi Leal
 Maria Frô
 Marmota
 Matei por menos
 Mineiras, uai!
 Modos de fazer mundos
 Mox in the sky with diamonds
 Mundo-Abrigo
 Mundo de K
 Nababu
 Nación apache
 Nalu
 Nei Lopes
 Nova corja
 Nóvoa em folha
 Odisséia literária
 Onde anda Su?
 Ontem e hoje
 Overmundo
 Pálido ponto branco
 Panóptico
 Para ler sem olhar
 Parede de meia
 Paulodaluzmoreira
 Pecus Bilis
 Pedro Alexandre Sanches
 Peneira do rato
 O pensador selvagem
 Pictura Pixel
 O pífano e o escaninho
 Pirão sem dono
 políticAética
 Política & políticas
 Politika etc.
 Ponto media
 Por um punhado de pixels
 Porão abaixo
 Posthegemony
 Prás cabeças
 Prosa caótica
 Quarentena
 Que cazzo
 Quelque chose
 Quintarola
 Quitanda
 Recordar repetir elaborar
 Reinventando Santa Maria
 Retrato do artista quando tolo
 Roda de ciência
 Samurai no Outono
 Sérgio Telles
 Serbão
 Sergio Amadeu
 Sérgio blog 2.3
 Silenzio, no hay banda
 Síndrome de Estocolmo
 O sinistro
 Sob(re) a pálpebra da página
 Somos andando
 A Sopa no exílio
 Sorriso de medusa
 Sovaco de cobra
 Stella psicanálise
 Sub rosa v.2
 SublimeSucubuS
 Superfície reflexiva
 Talqualmente
 Taxitramas
 Terapia Zero
 A terceira margem do Sena
 Tiago Pereira
 Tom Zé
 Tordesilhas
 Torre de marfim
 Trabalho sujo
 Ultimas de Babel
 Um que toque
 Vê de vegano
 Viajando nas palavras
 La vieja bruja
 Virunduns
 Vistos e escritos
 A volta dos que não foram
 Zema Ribeiro




selinho_idelba.jpg


Movable Type 3.36
« Da lama no ventilador e da lama escondida - Crônica de uma queda anunciada :: Pag. Principal :: Na Vila Madalena »

sábado, 18 de junho 2005

Sampa

sao-paulo.jpg

A última vez que eu estive em São Paulo, a moeda era o cruzado, ou o cruzeiro, ou o cruzado novo, ou talvez índio quer apito. O presidente, eu acho que era Itamar. O melhor time do Brasil era o Grêmio. É, faz tempo que não vou a São Paulo.

Nesses anos todos de expatriamento aprendi a zanzar tranqüilo pelo Rio, Buenos Aires, Nova York ou Londres, mesmo em áreas que não conheço bem, como a Tijuca, Palermo, Upper West Side ou Chelsea. Mas reconheço que São Paulo me amedronta um pouco.

Não é só o gigantismo: há uma certa intensidade e velocidade no cotidiano paulistano que assustam, especialmente a quem chega de Minas ou de Nova Orleans, lugares onde a vida não é exatamente veloz . Mesmo para quem tem o parâmetro de outras megalópoles como a Cidade do México, São Paulo é singular. Compare o DF mexicano, onde todo mundo é mais ou menos a mesma mistura de ibérico com índio, com os milhões de árabes, japoneses, italianos e mil outras nacionalidades e etnias sem as quais São Paulo seria impensável. É difícil explicar isso aos mexicanos sem ofender - explicar, em outras palavras, que São Paulo é muito melhor que a Cidade do México.

E foi uma imagem de Sampa que me serviu de capa para o meu primeiro livro.

Eu, que como Lucia Malla, sou um viajante anti-turístico (o que não quer tirar fotinhas, catalogar visitinhas, colher pedacinhos de souvenirs, mas experienciar a diferença da outra cidade), eu que adoro perder-me numa cidade sem a orientação de anfitriões, em São Paulo invariavelmente me vejo recorrendo às dicas dos locais: e aí, o que você sugere?

Não que eu não tenha história com a cidade. Estive em um ou outro comício histórico na Praça da Sé, cujas ocasiões nem dá vontade de lembrar nestes dias delúbicos. Presenciei uma das decisões mais importantes - politicamente falando - do futebol brasileiro, a do campeonato paulista de 1982, em que a Democracia Corinthiana derrotou não só o São Paulo (sorry, Marcos), mas também todos os que insistiam que uma equipe de futebol organizada democraticamente não poderia ser campeã.

Ainda me lembro de emocionar-me quando visitei o Bixiga, não porque houvesse encontrado nada especial, mas porque era o lugar que havia inspirado tantas canções especiais. Os anfitriões insistiam o Bixiga já não é o mesmo, e eu pensava, claro que não, você já viu algum lugar mítico que o seja? Claro que o Bixiga cantado nestas pérolas já não existia, mas quem se importa?

Hoje, conversando com ela, ríamos da coincidência de que todas as nossas amizades paulistanas têm algo em comum: jamais vi um paulistano reclamar você não liga mais, não respondeu aquele email, não visita mais o blog, não fala mais de mim ou coisa do estilo. Talvez seja mesmo porque o ritmo da vida não permite esse tipo de frescura. Encontrou, beleza. Não encontrou, fica para a próxima. Há um despojamento que me agrada muito - as pessoas são, como se diz em inglês, no bullshit. Ausência total de nhém-nhém-nhém.

Não sei se já repararam, mas a história da literatura brasileira segue a história das monoculturas: no século XVII praticamente só existe na Bahia, no século XVIII em Minas Gerais, no século XIX no Rio de Janeiro. A Semana de Arte Moderna de 1922 não foi só um grito de independência artística e liberdade criativa. Foi também o que possibilitou que hoje o amazonense Milton Hatoum e o gaúcho João Gilberto Noll escrevam com plena consciência de que são parte da mesma tradição. Na literatura, o deslocamento do eixo dominante para São Paulo - rapidinho e passageiro que foi - é o que faz do país um país.

Chego a São Paulo hoje e desta vez já sei que não terei tempo para usufruir da vasta oferta de museus, exposições, eventos musicais, literários, etc. Mas antes da reunião de blogueiros na Vila Madalena às 21 horas, talvez eu me anime a fazer o que sempre quis: perder-me por um dia em São Paulo.



  Escrito por Idelber às 01:50 | link para este post | Comentários (34)


Comentários

#1

primeira vez aqui e adorei. Confesso que realmente achei ótima a parte em que vc se refere a quem chega de Minas. Sim, sou mineira, e não conheço São Paulo, mas sabe... Eu daria tudo para conhecer aquele lugar, sei lá, todos falam tanto do agito, da 25 de março, que fico numa ansiedade sem par!!! Bjos!

Ricarda em junho 18, 2005 3:16 AM


#2

momento curiosidade=ON

aliás, falando em nacionalidades diferentes, há uma estatística da prefeitura que diz que são paulo é a maior concentração de japoneses fora do japão; a maior de libaneses fora do líbano; a maior de italianos fora da itália; e, por fim, a maior de nordestinos fora do nordeste.

momento curiosidade=OFF

[]'s

PS: teu texto me deu mais saudades de casa.

Diogo S Lima em junho 18, 2005 4:36 AM


#3

Idelber, antes de mais nada, tomem uma cerveja por mim hoje à noite no meu antigo "reduto paulistano", a saudosa Vila Madalena. Sim, morei na Vila, no auge da novela - q brega. E tenho uma saudade ENORME daquele lugar, das ladeiras e ruas, da feira e dos bares. Do clima das pessoas.

Divirta-se em seu um dia em São Paulo. Eu gosto desses desafios de "um dia". Em geral, nos levam a caminhos interessantes. Depois relate aqui ou via qualquer outro sinal de fumaça internetês.

Por último, obrigada pela citação! Sim, somos anti-turistas - embora eu ainda tire um número absurdo de fotos sempre. De tudo e todos. Mas siga as dicas q sei q te darão: elas serão ótimas, pq quase tudo em São Paulo à noite é bom e divertido. Enfim, aproveite a Paulicéia desvairada!!!

Beijos. :-)

Lucia Malla em junho 18, 2005 5:41 AM


#4

Caro Idelber, estando em São Paulo o Bar Léo (ou Bar do Léo), na Rua Aurora é uma visita interessante.

Considero a cidade de São Paulo fascinante, como aliás este seu texto "SAMPA" confirma, mas acho incrível que os paulistas em geral e paulistanos em particular estejam em busca de que a sua cidade se torne cosmopolita. Será uma ponta de inveja do Rio?! Não se justifica, pois a cidade já passou em muito a "cidade maravilhosa". E cosmopolitas são também Salvador (talvez onde o povo tenha a maior consciência disso), Recife e até mesmo Belém.

Mas não adianta, os bandeirantes puseram na cabeça que a sua capital tem que ser conhecida como cosmopolita e como centro cultural. E na falta de melhor maneira, estão tentando COMPRAR estas condições. O que talvez e infelizmente, não se encontre à venda em prateleiras.

Enquanto isso no que ela pensa que é o seu caminho para a glória, SAMPA importa peças musicais, músicos internacionais, afirma que tem restaurantes com comidas de 87 países e que em SAMPA tem mais nordestino do que em alguma cidade do Nordeste!!! Como se nordestinos não fossem brasileiros!

São Paulo não precisa disso. Para mim é suficientemente importante do ponto de vista cultural, que tenha ocorrido na paulicéia a fundação de uma editora por Monteiro Lobato, e desta forma ter disparado o processo (moderno) de edição de livros em nosso país.
Mas o Bar do Léo também tem o seu valor!

Paulo Zobaran em junho 18, 2005 6:35 AM


#5

Pois é Idelber,
hoje o melhor time do Brasil é o Paulista de Jundiaí que, aliás, perdeu para o Grêmio na semana passada. Boa estada. Perca-se em São Paulo, mas não vá se perder por aí.

Roman em junho 18, 2005 8:59 AM


#6

Lembrar da vitória da Balburdia, quer dizer, Democracia Corinthiana (piada, gosto daquele time) sobre o meu Tricolor foi um golpe baixo. Estarei totalmente sem ânimo para o encontro com a Mel Lisboa esta noite. Sobre nossa necessidade de ser "cosmopolita", não conheço no Brasil lugar que o seja mais que São Paulo. Não sei se por força da Economia, mas é simplesmente um fato. [ ]s e até mais tarde.

Donizetti em junho 18, 2005 10:15 AM


#7

Idelber, sou uma carioca que adora a sua terra, mas que tem um carinho especial por São Paulo. Não moraria lá porque para sair daqui tem que ser para um lugar mais tranqüilo e não mais agitado, mas as coisas que SP oferece são verdadeiras pérolas. Há uns 5 anos que não faço uma pequena viagem. Já estou com saudades. Onde moraria? Pinheiros. Onde gosto da vida noturna? Bixiga. Beijocas

Yvonne em junho 18, 2005 10:35 AM


#8

Se eu fosse mexicano eu ficaria muito puto sim.

Flavio Prada em junho 18, 2005 11:48 AM


#9

Paulo,

Meu avô paterno era piauiense.
Minha avó é italiana.
Meus dois avós maternos, japoneses.

LONDE DE MIM querer ser racista. Só falei que, além de reunir grandes concentrações populacionais de estrangeiros, a cidade ainda ACOLHE o maior número de nordestinos fora do nordeste.

E isso só se dá, ao meu ver, porque é uma cidade grande pra caralho. Se a maior cidade do país fosse Cachoeiro do Itapemirim, acredito que isso se passaria lá em alguma medida.

Pô! Qualquer coisa que paulista fala de nordestino já é vista como preconceito? Isso não é um preconceito em si mesmo?

[]'s

PS: outra curiosidade que já li é que SP tem o segundo maior consumo mundial de pizza per capita, perdendo apenas para NY. Apesar de não ser um dado oficial, nem de eu ter idéia de como raios foram medir uma coisa como essas, com a quantidade de pizzarias que há na cidade até que é plausível. E também há mais restaurantes japoneses que churrascarias na cidade.

Diogo S Lima em junho 18, 2005 12:09 PM


#10

Das vezes em que estive em São Paulo, a última foi no ano passado, cheguei a conclusão de que é uma cidade ótima para passar dois ou três dias. Morar? Não sei nem como os próprios paulistanos conseguem! abs

Afonso em junho 18, 2005 12:34 PM


#11

Obrigada pelos belos comentário da minha querida cidade. Agora quanto ao você não liga mais, não respondeu aquele email, não visita mais o blog, não fala mais de mim eu falo isso sim. Claro que falo só para aqueles amigos mais próximos mesmo, mas eu não deixo quieto o fato de que a pessoa que saía com você todo final se semana (ou quase todo) simplesmente some.

Beijos e até mais

Bibi em junho 18, 2005 12:49 PM


#12

Idelber
bem vindo a Sampa. Já que vc vai estar na Vila, não deixe de dar um pulo no centro cultural Tomie Otake pra ver a exposição do Soto.

Outra dica: no domingo, tome o café-da-manhã numa boa padaria!

beijos
Luciana

Luciana Christante em junho 18, 2005 1:27 PM


#13

A "intensidade e velocidade do cotidiano paulistano" tão bem descritas pelo Idelber são viciantes. Para mim é praticamente impossível ficar muito tempo longe desta terra maravilhosamente caótica. Pode ser até uma doença... Mas já saio da cidade pensando em voltar. Sempre.

Donizetti em junho 18, 2005 2:28 PM


#14

O Diogo Lima, lá no segundo comentário, fala de SP ser a maior concentração de japoneses, libanes e/ou italianos forda de seus países.
Só por isto a cidade já vale a pena, mas o mais bonito é o exemplo do próprio Diogo, neto de italino e japoneses e aposto que o avô piauense era "batrício" (Libanês). Em SP se poderia encontar algum com 03 nacionalidades, herdar duas dos pais e ter a brasileira facilmente, por isto é fácil acreditar no apresentado pelo Diogo. Tem gente que pode jogar em três posições.

PS.: Quando disse que a cidade vale a pena me referi ao turismo, pois particularmente não me vejo vivendo ali. Como turista, 2 ou 3 dias, é meu limite. Um congresso e fim, porém entendo as paixões paulistanas, sempre devemos respeitar o amor ao quinhão (nascimento ou adoção).
Por exemplo eu, mexicano de nascimento, gostaria de explicação sobre a minha cidade!!Brincadeirinha!!!

Aluno em junho 18, 2005 6:34 PM


#15

Idelber, comecei a blogar há pouco tempo e o seu blog é o melhor que encontrei até agora. Virei freguês. Abração, Jorge

Jorge Pontual em junho 18, 2005 7:23 PM


#16

Que inveja!!!

Milton Ribeiro em junho 18, 2005 7:46 PM


#17

Oláaaa!

Eu em junho 18, 2005 9:11 PM


#18

São Paulo é mesmo o umbigo do mundo, a nova Roma, o Túmulo do Samba, a suculenta maçã do ocidente.

pecus em junho 18, 2005 9:30 PM


#19

Este post do Idelber até me animou a tirar umas fotos da cidade hoje à tarde. Quem estiver com saudades de Sampa, passe lá no vivacomopuder.blogspot.com e dê uma espiada na av. Paulista e Cj. Nacional. Beijos.

Luciana Christante em junho 18, 2005 10:16 PM


#20

Eu ia fazer um comentário sobre o louco dia da minha juventude em que cheguei sem eira nem beira em São Paulo, com 2 amigos tão cariocamente des-situados quanto eu, com a missão de, em nome de nosso grupo de teatro, convidar o Zé Celso Martinez Correia para dirigir um espetáculo. Passamos o dia inteirinho com este louco maravilhoso no Bixiga, o Oficina estava sendo reconstruído. Voltamos à noite para o Rio com o saldo de um SIM ao nosso convite (que mais tarde converteu-se em não por questões institucionais-financeiras, mas fiquemos com as partes boas) e uma experiência incrível na bagagem.
Eu ia comentar isso tudo até deparar com aquele parágrafo em que me senti levemente dizida, logo eu que sou tão fofa!
Aí fiz beicinho e resolvi não falar nada, em atitude fresca e ostensivamente fluminense. Ora, onde já se viu tratar tão mal meus queixumes, chamá-los de nhem-nhem-nhem? Certa falta de... cortesia, digamos assim. Mas beleza.
Ainda bem que os cariocas têm a cuca também fresca e cultivam ativamente o bom humor.
Divirta-se aí em Sampa, lindinho. Dê meus beijos a todos.

christiana em junho 18, 2005 10:39 PM


#21

são paulo é um(a) fantasma
(não conheço)
mas assombra-me conhecê-lo(a)

Raimundo em junho 18, 2005 11:20 PM


#22

Estive poucas vezes em SP, sempre rapidamente e a trabalho. Ainda não consegui descobrir os encantos da cidade.

Viva em junho 19, 2005 1:44 AM


#23

Eu tb queria estar lá, perdida, e encontrar todos vcs. Mais do que um encontro, seria uma aula para a história de uma vida.
Beijos e bom encontro.

Palpiteira em junho 19, 2005 11:43 AM


#24

(Por que será que não consigo deixar aqui os meus comentários?) Você é minha descoberta mais recente e já se tornou, também, o meu vício mais recente. Abraços.

Tutti em junho 19, 2005 12:19 PM


#25

Não me diga que você também é corinthiano!

Virginia em junho 19, 2005 2:02 PM


#26

Deus do céu, eu virei uma no bullshit... Eu quero voltar a reclamar da ausencia das pessoas. No bullshit, ruim.
Gostei muito de vc. Apareça. ;-)

Alê Félix em junho 19, 2005 3:18 PM


#27

Idelba, ter você aqui é um prazer enorme! E na próxima vez em que se perder, me ligue que te encontro. Bacio!

Roberta Febran em junho 19, 2005 7:08 PM


#28

Pequena pausa num cibercafé aqui na Fnac-Pinheiros para checar o blog. O encontro de blogueiros foi muito legal. Talvez hoje à noite eu consiga fazer um post com o relato, vamos ver. Foi um encontro histórico mesmo.

Abraços para todo mundo, especiais para os que pintaram ontem lá no Canto da Madalena.

Alê, Roberta, Marcos, Bibi: o prazer foi mútuo :)

Idelber em junho 19, 2005 7:18 PM


#29

Também experiencio os momentos quando viajo, o que não me impede de colecionar coisinhas, fazer compras e fotografar... Tudo são experiências. Por falar nisso, falo exatamente disso no meu blog, hisafarr.zip.net Passe lá e dê uma olhada; é com uma vaidade besta que notei nesta semana que o uol ranqueou meu blog entre os mais legais. Mas sei lá qual o critério deles... Abraço! De Uma curitibana que há muito é paulistana...

isa em junho 19, 2005 7:59 PM


#30

Grande Idelber!

Me incluo neste grupo dos "anti-tur". E usaste a palavra perfeita: experimentar. Viajar, pra mim, é também esse estado de experimentação de um lugar diferente, pessoas, histórias.

Sou fascinado por Sampa. Há muito tempo visitava a terra da garoa seguido pois tinha morando por lá uma grande amiga; hoje ela está aqui em POA. Das últimas vezes fui a trabalho. Gosto da velocidade que as coisas acontecem. Gosto do "choque de subjetividades". Gosto de estar aí e ter aquela impressão de que de alguma forma todo o mundo também está.

Mas das coisas que sempre me deixam abobado - e revisito esse sentimento sempre - é o percorrer da Marginal sentido leste-oeste, como vindo de Guarulhos e indo para o centro da cidade. Fico contemplando à esquerda o contorno colossal da cidade e pensando: um dia, aqui, não tinha nada. E que cada pedaço de tudo pode ser decomposto até se chegar a um único tijolo e uma mão que cimentou este logo acima de um único outro, fazendo São Paulo... aaahh...

:) Abraço! E não esqueça depois de contar como foi tudo!

Gejfin em junho 19, 2005 8:16 PM


#31

Eu de novo! Grande prazer e muito, muito obrigada pelos elogios ao meu blog. Não tinha idéia do valor que você dava a ele. Muito obrigada mesmo. Acho que você faz uma idéia de como é maravilhoso ter o "trabalho" reconhecido. Bom, não é trabalho, mas é trabalhoso postar tudo aquilo. Mas eu adoro.

Ah, aproveitando, será que, você podia pedir para quem foi se identificar? Queria fazer uma post com os links de todo mundo que foi. Alguns eu já sei, outros preciso da confirmação das pessoas.

Adorei conhecer o pessoal e as conversas foram super agradáveis. Para quem costuma trocar email e comentário com blogueiros de outros países na grande maioria das vezes o encontro foi uma experiência muito boa.

Beijos e abraços do André.

Bibi em junho 19, 2005 9:43 PM


#32

Inveja mata? :)

Daniela em junho 19, 2005 9:53 PM


#33

Idelber, foi um prazer quase sexual conhecê-lo pessoalmente. :)


Likewise, bro, likewise :).

Inagaki em junho 20, 2005 2:37 AM


#34

hahaha, Idelber, sensacional. perdi o encontro, mas desse troço de se perder em São Paulo eu entendo bem! que tal começar pelo roteiro ditado por Itamar Assumpção, em "Venha Até São Paulo"?:

Venha até São Paulo ver o que é bom pra tosse
Venha até São Paulo, dance e pule o rock and rush
Entre no meu carro, vamos ao Largo do Arouche
Liberdade é bairro mas é como Japão fosse

Venha nesse embalo, concrete, fax, telex
Igreja, Praça da Sé, faça logo sua prece
Quem vem pra São Paulo, meu bem, jamais esquece
Não tem intervalo, tudo depressa acontece
Não tem intervalo

Vai e vem e tchan e tchun e eta, sobe, desce
Gente do Nordeste, do Norte aqui no Sudeste
Batalhando nesse mundaréu de gente que só cresce
Só carece

Venha até São Paulo relaxar, ficar relax
Tire um xerox, admire um triplex
Venha até São Paulo viver à beira do stress
Fuligem, catarro, assaltos no dia dez

pedro em junho 20, 2005 2:18 PM