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sábado, 25 de junho 2005
Sobre a última tamancada no deutschefreguês

Dentro das circunstâncias e apesar dos muitos gols perdidos por displicência, falta de instinto matador ou de tranqüilidade, eu gostei da seleção brasileira contra a Alemanha hoje, especialmente no segundo tempo.
Confesso que nas vitórias contra a Alemanha eu sinto muito mais o gostinho especial que a maioria dos brasileiros sente nas vitórias contra a Argentina. Nada contra o país nem o povo, mas me causa repugnância esse futebol tosco, medíocre, medroso, violento e parasita do acaso que jogam os alemães. Menino, torci pela Holanda contra eles em 1974 e, sim, torci pela Argentina contra eles em 1986 e 1990 nas finais de Copa. Quanto menos títulos e partidas esses caras ganharem, melhor será para o futebol. E contra o Brasil eles tremem mesmo.
Agora, antes que parte da imprensa esportiva sufoque todo mundo no ufanismo, algumas observações críticas sobre a seleção:
1. Roque Jr. e Lúcio simplesmente não têm condições de vestir as camisas que foram de Domingos da Guia, Bellini, Mauro, Piazza, Luís Pereira, Oscar e Luisinho. A zaga do Brasil é uma cacofonia de instrumentos tocando atravessado. Agora é rezar pela recuperação do Cláudio Caçapa, que é muito superior a esses dois e conhecido do Parreira desde os tempos de Atlético-MG.
2. Nem uma eventual conquista dessa Copa das Confederações significará que a seleção está pronta ou mesmo jogando um futebol aceitável, nem uma possível derrota na final contra Argentina ou México implica que essa formação mais "ofensiva" adotada recentemente pelo Parreira seja a culpada. O Brasil leva gols porque tem uma zaga fraquíssima, laterais que avançam, com freqüência, em jogadas onde Brasil não mantém a bola no ataque (levando a famosa "bola nas costas") e para completar uma dupla de volantes muito limitada (especialmente o Emerson): situação que deixa qualquer equipe vulnerável, claro.
3. Antes que comecem a dizer que Adriano ganhou o jogo sozinho: sim, ele foi muito bem nos momentos que pôde jogar na sua posição e na sua característica, mas sempre que - especialmente no primeiro tempo - teve que sair da área para fazer tabela, a coisa não funcionou. Adriano é uma arma poderosa, mas nesse esquema não há lugar para que Adriano e Ronaldo Fenômeno joguem juntos. Com dois centroavantes típicos, um anula o outro, e gente que entende muito mais que eu já explicou o porquê. Se Ronaldo estiver gordo, lento, fora de forma ou deprê na época da Copa, eu jogaria com Adriano, Robinho, Kaká e Ronaldinho Gaúcho. Senão, Adriano ainda seria uma ótima opção no banco. Adriano e Ronaldo, de jeito nenhum: jogando assim, o Brasil ficaria muito mais estanque e previsível.
4. Como a Copa é na Alemanha, país que tem tradição de chegada, eles são os favoritos naturais da Europa, junto com Brasil e Argentina. Mas acontece que hoje qualquer equipe alemã entra em campo contra o Brasil sem acreditar muito que pode ganhar. Isso acrescenta um plus de favoritismo ao Brasil, por mais que Parreira faça opções equivocadas.
5. Aos amigos que discordaram da idéia de algum dia prescindir da lei do impedimento: tá legal, eu aceito o argumento. Mas não me altere o samba tanto assim: dizer que propor mudança em regras vai contra o espírito do jogo não é verdade. Cartões vermelhos, amarelos, substituições, proibição de que o goleiro agarre com a mão bola atrasada, tudo isso foi inovação relativamente recente. No caso do impedimento, a última mudança feita nas "regras" foi a orientação da FIFA para que as arbitragens só apontem a posição ilegal do atacante quando este tocar na bola: emenda horrível, muito pior do que o soneto.
Escrito por Idelber às 15:57 | link para este post
| Comentários (26)
#1
A seleção de hoje é uma foto fiel do futebol brasileiro atual: inconsistente e deselegante.
Esta "seleção brasileira" está apenas "vivendo de fama", conquistada em copas passadas onde os jogadores ganhavam mal e suavam a camisa.
gesiel em junho 25, 2005 5:33 PM
#2
Caro Idelber
Gênero número e grau, torcendo: Holanda em 1974, Argentina em 1990. Ainda acrescentaria França em 1982, creio que 4 x 3 para eles, num dos jogos [de seleções estrangeiras] mais emocionantes que eu já vi!
Mas torci pela Alemanha contra a Itália nas semi-finais de 1970 (me parecia ser mais fácil do que a Itália, mas no final mostrou-se tudo igual). E o time alemão era bom, Bekenbauer, Overath, Schnelinger etc...
O jogo de hoje foi muito bom! Em todos os sentidos.
Fiquei impressionado ao ler na revista "Placar 35 Anos: Os Grandes Clássicos" que o seu Atlético já jogou 422 vezes contra o Cruzeiro! É verdade que contabilizando 93(!) jogos amistosos. Mesmo não considerando os jogos não oficiais, é mais numeroso do que qualquer clássico carioca. O Fla x Flu em jogos oficiais só teinge 322 jogos. "Grenais" oficiais já ocorreram 329! E o Paysanddú e Remo já se enfrentaram 681 vezes, sendo 259 amistosos (será?).
Falta para o Adriano vencer a Argentina.
Paulo Zobaran em junho 25, 2005 7:19 PM
#3
Torci pela Argentina em 86 tb. Apesar dos pesares, Maradona fez contra a Inglaterra uma das partidas mais clássicas que assisti até hoje, além do gol mais bonito que presenciei ao vivo na tv. E digo mais: o que vc sente pela Alemanha, eu sinto pela Inglaterra. []s
Fernando em junho 25, 2005 7:34 PM
#4
A dupla de volantes não é dupla. É solo. O Zé ROberto não é volante. Ele foi lateral na lusa e joga de meia-ponta-outra-definição no bayern. E isso tudo mostra que com roque, lucio, zé, parreira e galvao, só a Argentina é páreo pro Brasil no momento. Mas Copa é Copa, tem Italia, que ganha mais força quanto menos força tem; tem Inglaterra, que pode nos sufocar com o chuveirinho, especialmente no deus-nos-acuda; e quem sabe a Ucrania, carregada nas costas pelo atacante mais completo dos dias de hoje, não apronta algum brilhareco. E quanto ao impedimento, concordo com vc e com Paulino da Viola.
Gabriel em junho 25, 2005 8:18 PM
#5
1. Roque Jr. e Lúcio: pior que só eles não se machucam!
Grande abraço...
Reinaldo em junho 25, 2005 8:38 PM
#6
Oi! Eu não vi o jogo, mas só do Brasil ter ganho da Alemanha já meu causa um cert alívio. Mas como vi os outrso jogos, resta saber se o Brasil vai ter peito pra encarar a Argentina (que provavavelmente vai para a final).. bjo!
Ricarda em junho 25, 2005 10:57 PM
#7
Resumindo Idelber: o Brasil só joga do meio de campo pra frente excluido o ultimo.
Porque:
1. Não tem goleiro de primeiro nivel
2. Não tem zaga
3. Não tem laterais decentes (Cafu já velho que cruza mal pra cacete; RC que bate faltas fortemente mas tb tá ficando velho para aguentar ir e voltar o tempo todo)
3. Não tem meio de campo
Como a Alemanha joga um futebol engessado acaba perdendo. Mexico, Argentina, africanos e asiaticos são uma ameaça contante à inconstancia de um time que consegue fazer gols mas não sabe como evita-los. O Japão do Zico quase chegou lá (tb não vi o jogo) como pude ler no noticiario.
Pra fechar, detesto o Parreira. Não sabe montar ataques e monta essas defesas horrorosas. Volta Felipão !!!
PS: Jamais torcerei pela Argentina. Maradona devia estar na cadeia junto com o filho do Pelé.
Fábio S. em junho 26, 2005 9:44 AM
#8
O futebol tem provado algumas coisas:
1) Nas Elimninatórias e na Copa das Confederações: O Brasil não tem treinador. É por isso que padece contra adversários apenas medianos, mas bem orientados.
2) No Campeonato Brasileiro: Os juniores do Fluminense são melhores que os juniores do São Paulo (viste, Milton?).
Abraço.
Roman em junho 26, 2005 10:01 AM
#9
É isso aí, vocês resumiram a coisa. O Fábio e o Roman disseram tudo: o Brasil não tem nada a não ser quatro craques do meio prá frente. E aí quando perde ainda tem gente que diz que perdeu porque jogou "ofensivamente demais"! É mole?
Paulo: não só Galo e ex-Ipiranga já jogaram 422 vezes, como a diferença de vitórias a favor do Galo é a maior de todos os clássicos do futebol brasileiro. Não há nenhum outro clássico com tal diferença de vitórias (mais de 30) em favor de um dos times. Isso é que é freguês para alemão nenhum botar defeito. E olha que a Placar está trabalhando com as estatísticas do ex-Ipiranga. As reais são ainda mais acachapantes.
Fernando: também não gosto da Inglaterra não. E nem da Itália.
Gabriel: você tem razão. Zé Roberto nunca foi volante. No meu time eu jogaria com Gilberto Silva e Ricardinho.
Reinaldo: hahahahhahah! arrasou!
Ricarda: acho que tanto Argentina ou México seriam pedreira. Das últimas 5 contra o México, o Brasil perdeu 4. Abraços,
Idelber em junho 26, 2005 1:09 PM
#10
Pois eu arranjaria um lugar no time titular para o Juninho Pernambucano, que a meu ver é o jogador que melhor se enquadra no perfil de armador (e pensador), a la Gérson. Porque um dos grandes problemas do Brasil é a saída de bola, na transição necessária entre defesa e ataque. O último jogo contra a Argentina mostrou bem essa fragilidade: se submetida a marcação sob pressão, a Seleção Brasileira passa por sérios apuros. E não dá para deixar a saída de bola a cargo do limitado Dida (até agora não entendo como é que o Parreira não convoca o Rogério Ceni) e do execrável Roque Júnior (nem na zaga do Arranca-Toco Futebol Clube esse cara teria camisa de titular). Colocaria, pois, Renato, Juninho Pernambucano e Zé Roberto no meio-de-campo, com Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo lá na frente. Depois, é botar o Robinho no segundo tempo pra arrebentar com as defesas desgastadas após 45 minutos, e correr pro abraço, pô!
Inagaki em junho 26, 2005 3:44 PM
#11
Parreira não convoca Rogério Ceni para não desfalcar o São Paulo, claro. Melhor pra nós!
Kelli em junho 26, 2005 5:21 PM
#12
Idelber: É notável que a revista Placar tenha feito aquele trabalho. No entanto quando vamos verificar este dado por você indicado - diferença de vitórias - começa a minar, de certa forma a confiabilidade dos dados (mas espero que não). Os números dos clubes cariocas parecem os mais confiáveis, apesar de mostrar uma diferença entre vitórias de Vasco e Botafogo [39] que me pareceu assustadora, e superior a diferença CAM x Cruzeiro [32], por eles apresentada.
Outras diferenças (em favor do primeiro clube):
Palmeiras x Santos = 34; Bahia x Vitória = 42, até inimagináveis, Santa Cruz x Sport = 59.
Uma das vantagens das estatísticas dos clubes cariocas é que eles sempre tiveram os mesmos nomes e fazem o CAMPEONATO ESTADUAL MAIS ANTIGO COM OS MESMOS CLUBES (o Vasco viria se juntar na década de 20), havendo ainda dois outros clubes tradicionais – por terem (ainda) alguma projeção nacional – como o Bangu e o América.
As estatísticas desfavoráveis ao Santos, no global, mostram que certamente o período de Pelé no “clube praiano” trouxe a estatística para números mais “comparáveis” com os clubes da capital (eles não mostraram os dados da Portuguesa de Desportos).
Quanto ao goleiro Rogério Ceni na seleção brasileira, ainda guardo na lembrança dois frangos levados por ele no jogo Brasil x Barcelona. O jogo terminou empatado. Acho que se pode dar chance a outros.
Paulo Zobaran em junho 26, 2005 5:27 PM
#13
Paulo, há uma série de partidas entre Atlético x ex-Ipiranga que não são computadas nas estatísticas deste último, que infelizmente foram as usadas pela Placar. A diferença real é de 45 vitórias, não 32. Prometo para breve a fonte e dados completos da história dessa dominação que já dura mais de 80 anos.
Kelli: acho que antes fosse! Parreira não convoca o Ceni por conservadorismo mesmo.
Ina: é isso, eu também tentaria achar um lugar para Juninho Pernambucano no meu time, especialmente se o Gilberto Silva não estiver em boa forma durante a Copa. Grande abraço a todos.
Idelber em junho 26, 2005 5:48 PM
#14
Amén, Idelber. Pelo menos odiamos os mesmos times no cenário mundial. []s
Fernando em junho 26, 2005 8:34 PM
#15
vcs ainda não perceberam: o único problema da seleção brasileira é o parreira. mesmo que ele convoque todo o time do atletico mineiro (como parece ser o sonho secreto do idelber, até o claudio caçapa ele tirou do fundo do bau), nao tem jeito. ganhar de alemão, por motívos candentemente óbvios, é mamão com açúcar, até o democrata de governador valadares ganha (se o parreira nao for o técnico). o teste crucial desse time vai ser - de novo - a argentina, desta vez longe da bombonera. (aliás, como esta seleção mexicana mostrou-se surpreendentemente boa, ganhou do brasil e perdeu nos penaltis para a sempre eficiente e aguerrida argentina).
joao em junho 26, 2005 9:01 PM
#16
Eu também jogaria com Juninho Pernambucano. E tem mais, a seleção tem que jogar como jogou na Copa de 2002: com 3 zagueiros! O Parreira insiste em jogar com lateriais, quando nossos melhores jogadores nessas posições jogam, na verdade, como ALAS, no mundo inteiro. Por isso que vivem tomando bola nas costas. Felipão jogou com 3-5-2, e foi campeão. Se Parreira não adotar esse esquema, eu acho que ele não vai ser.
Ricardo Antunes da Costa em junho 26, 2005 9:01 PM
#17
Deu Argentina.
Os mexicanos perderam nos pênaltis por um único detalhe, percebido por uma companhia feminina:
"O mexicanos arrumaram o cabelo antes de bater os pênaltis. Cabelinhos escovados, perfeitamente alinhados. Afinal seriam visto por milhões de pessoas."
Já os argentinos, melenudos e despenteados, babando por bater a penalidade máxima, nem se preocupam com a imagem. O negócio é ganhar. Que inveja desta raça, se tivessemos a metade da garra correntina...
Aluno em junho 26, 2005 10:11 PM
#18
Bem, ao que me consta Dida não fez uma defesa difícil sequer nas últimas partidas. Além disso, é péssimo nas reposições de bola e nas cobranças de escanteio. Marcos, por sua vez, teve responsabilidade direta nos dois gols que o Brasil sofreu no empate contra o Japão. Julgo, pois, que o Rogério Ceni, que caminha a passos largos para se consagrar como o melhor jogador das Libertadores, tanto por suas defesas como pelos belos gols que tem feito, tem méritos de sobra para assumir a vaga de titular da Seleção, com o Gomes como bom reserva.
Ricardo Antunes, se o Juninho Pernambucano fosse titular na Seleção, não creio que haveria necessidade de o Brasil jogar com 3 zagueiros, uma vez que a marcação ficaria reforçada com o craque do Lyon pela direita e o Zé Roberto pela esquerda. Diga-se de passagem, outra idiossincrasia inexplicável do Parreira é o fato dele não ter dado uma chance sequer para o zagueiro Alex, ex-Santos, ex-Seleção Pré-Olímpica e atualmente no PSV Eindhoven.
Inagaki em junho 26, 2005 11:02 PM
#19
Idelber, eu jogaria com Juninho NO LUGAR do Zé Roberto. E com 3 zagueiros.
Não que eu NÃO goste do Zé, acho ele um baita jogador, mas entre os dois, eu prefiro o Juninho. E para jogar no 3-5-2, alguém acabaria dançando no meio de campo.
Ricardo Antunes da Costa em junho 26, 2005 11:12 PM
#20
Time que eu levaria para a Copa se ela fosse hoje; Rogério Ceni, Cicinho, Cláudio Caçapa (se recuperado), Juan e Roberto Carlos; Gilberto Silva ou Juninho Pernambucano, Ricardinho, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Robinho e Ronaldo ou Adriano (no caso de Ronaldo estar gordo, deprê ou corno).
Eu levaria Dida e Cafu como reservas de luxo.
João, estamos de acordo em que o problema é Parreira; e não, eu jamais desejaria o atual time do Galo para a seleção... Mas o Caçapa é melhor que essa turma, não há dúvida.
Idelber em junho 26, 2005 11:52 PM
#21
Ops, eu dirigi ao Idelber a resposta ao comentário do Inagaki. Isso é o que dá ler não prestar atenção direito no que está lendo.
Bem, lá vai minha seleção:
Dida, Miranda, Alex e Flávio, Rafinha, Gilberto Silva, Juninho, Alex e Gilberto, Ronaldinho e Ronaldo.
Sim, Miranda, Flávio e Rafinha são do Coritiba, e daí? São melhores do que os que estão por lá, isso eu garanto.
Bem, Cláudio Caçapa é um bom zagueiro, levava ele como reserva, assim como o Juan e o Lúcio. Cafú e Roberto Carlos também iam como reservas de luxo. Num jogo difícil, contar com a experiencia deles seria importante.
Kaká disputaria a vaga com Alex. Robinho poderia entrar durante os jogos, como Denilson em 2002.
Ricardo Antunes da Costa em junho 27, 2005 12:21 AM
#22
Bem, já que vocês (Idelber e Ricardo) começaram a escalar suas seleções ideais para a Copa se ela fosse hoje, não vou fugir da raia.
Titulares: Rogério Ceni; Cafu, Alex, Luisão e Roberto Carlos; Émerson, Juninho Pernambucano, Zé Roberto e Kaká; Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo.
Reservas: Gomes; Cicinho, Juan, Lúcio e Léo; Edmilson, Renato, Júlio Baptista e Alex; Robinho e Adriano.
Inagaki em junho 27, 2005 5:44 AM
#23
Infelizmente não vou poder palpitar sobre um time para a Copa pq não tenho visto jogar metade dessa turma falada por aqui.
Ao menos vamos pegar uma Argentina desgastada e com o Saviola fora do jogo.
Fábio S. em junho 27, 2005 9:39 AM
#24
Mudei de idéia, em relação a mensagem anterior. Que se convoque o bom goleiro de clube Ceni e deixe que ele ocupe o cargo da seleção. Naturalmente ele vai levar um frango, semelhante aos DOIS que ele levou no jogo contra o Barcelona e estaremos livres dele na seleção. Que volte a jogar no São Paulo, onde atua bem, para o deleite dos seus fãs.
Além do goleiro Manga que em uma partida levou dois frangos, creio que talvez somente Waldir Peres tenha conseguido este feito JÁ ALCANÇADO por Rogério Ceni na seleção!
Chance portanto para Ceni.
Paulo Zobaran em junho 27, 2005 9:57 AM
#25
Minha seleção é a do Inagaki. Talvez repensasse o tal Luisão na zaga, mas o resto está OK.
Milton Ribeiro em junho 27, 2005 2:11 PM
#26
idelber, " gordo, deprê ou corno" é foda. mas pior ainda é se, em vez de ser uma ou outra coisa, ele apresentar todas elas juntas.
joao em junho 27, 2005 5:24 PM