Meu Perfil
Um blog de esquerda sobre política, literatura, música e cultura em geral, com algum arquivo sobre futebol. Estamos na rede desde 28/10/2004.



Email:
idelberavelar arroba gmail ponto com

No Twitter No Facebook No Formspring No GoogleReader RSS/Assine o Feed do Blog

O autor
Curriculum Vitae
 Página pessoal em Tulane


Histórico
 maio 2011
 março 2011
 fevereiro 2011
 janeiro 2011
 dezembro 2010
 novembro 2010
 outubro 2010
 setembro 2010
 agosto 2010
 agosto 2009
 julho 2009
 junho 2009
 maio 2009
 abril 2009
 março 2009
 fevereiro 2009
 janeiro 2009
 dezembro 2008
 novembro 2008
 outubro 2008
 setembro 2008
 agosto 2008
 julho 2008
 junho 2008
 maio 2008
 abril 2008
 março 2008
 fevereiro 2008
 janeiro 2008
 dezembro 2007
 novembro 2007
 outubro 2007
 setembro 2007
 agosto 2007
 julho 2007
 junho 2007
 maio 2007
 abril 2007
 março 2007
 fevereiro 2007
 janeiro 2007
 novembro 2006
 outubro 2006
 setembro 2006
 agosto 2006
 julho 2006
 junho 2006
 maio 2006
 abril 2006
 março 2006
 janeiro 2006
 dezembro 2005
 novembro 2005
 outubro 2005
 setembro 2005
 agosto 2005
 julho 2005
 junho 2005
 maio 2005
 abril 2005
 março 2005
 fevereiro 2005
 janeiro 2005
 dezembro 2004
 novembro 2004
 outubro 2004


Assuntos
 A eleição de Dilma
 A eleição de Obama
 Clube de leituras
 Direito e Justiça
 Fenomenologia da Fumaça
 Filosofia
 Futebol e redondezas
 Gênero
 Literatura
 Metablogagem
 Música
 New Orleans
 Palestina Ocupada
 Polí­tica
 Primeira Pessoa



Indispensáveis
 Agência Carta Maior
 Ágora com dazibao no meio
 Amálgama
 Amiano Marcelino
 Os amigos do Presidente Lula
 Animot
 Ao mirante, Nelson! (in memoriam)
 Ao mirante, Nelson! Reloaded
 Blog do Favre
 Blog do Planalto
 Blog do Rovai
 Blog do Sakamoto
 Blogueiras feministas
 Brasília, eu vi
 Cloaca News
 Consenso, só no paredão
 Cynthia Semíramis
 Desculpe a Nossa Falha
 Descurvo
 Diálogico
 Dilma na Rede
 Diário gauche
 ¡Drops da Fal!
 Escreva, Lola, escreva
 Futebol política e cachaça
 Guaciara
 Histórias brasileiras
 Impedimento
/  O Ingovernável
 Já matei por menos
 João Villaverde
 Liberal libertário libertino
 Uma Malla pelo mundo
 Marjorie Rodrigues
 Mary W
 Milton Ribeiro
 Mundo-Abrigo
 NaMaria News
 Na prática a teoria é outra
 Opera Mundi
 O palco e o mundo
 Palestina do espetáculo triunfante
 Pedro Alexandre Sanches
 O pensador selvagem
 Pensar enlouquece
 Politika etc.
 Quem o machismo matou hoje?
 Rafael Galvão
 Recordar repetir elaborar
 Rede Brasil Atual
 Rede Castor Photo
 Revista Fórum
 RS urgente
 Sergio Leo
 Sexismo na política
 Sociologia do Absurdo
 Sul 21
 Tiago Dória
 Tijolaço
 Todos os fogos o fogo
 Túlio Vianna
 Urbanamente
 Wikileaks: Natalia Viana



Visito também
 Abobrinhas psicodélicas
 Ademonista
 Alcinéa Cavalcante
 Além do jogo
 Alessandra Alves
 Alfarrábio
 Alguém testou
 Altino Machado
 Amante profissional
 Ambiente e Percepção
 Arlesophia
 Arnobio Rocha
 Bala perdida
 Balípodo
 Biajoni!
 Bicho Preguiça
 Bidê Brasil
 Blah Blah Blah
 Blog do Alon
 Blog do Juarez
 Blog do Juca
 Blog do Miro
 Blog da Kika Castro
 Blog do Marcio Tavares
 Blog do Mello
 Blog dos Perrusi
 Blog do Protógenes
 Blog do Tsavkko, Angry Brazilian
 Blogafora
 blowg
 Borboletas nos olhos
 Boteco do Edu
 Botequim do Bruno
 Branco Leone
 Bratislava
 Brontossauros em meu jardim
 A bundacanalha
 Cabaret da Juju
 O caderno de Patrick
 Café velho
 Caldos de tipos
 Cão uivador
 Caquis caídos
 O carapuceiro
 Carla Rodrigues
 Carnet de notes
 Carreira solo
 Carta da Itália
 Casa da tolerância
 Casa de paragens
 Catarro Verde
 Catatau
 Cinema e outras artes
 Cintaliga
 Com fé e limão
 Conejillo de Indias
 Contemporânea
 Contra Capa
 Controvérsia
 Controvérsias econômicas
 Conversa de bar
 Cria Minha
 Cris Dias
 Cyn City
 Dançar a vidao
 Daniel Aurélio
 Daniel Lopes
 de-grau
 De olho no fato
 De primeira
 Déborah Rajão
 Desimpensável/b>
 Diário de Bordo
 Diario de trabajo
 Didascália e ..
 Diplomacia bossa nova
 Direito e internet
 Direitos fundamentais
 Disparada
 Dispersões, delírios e divagações
 Dissidência
 Dito assim parece à toa
 Doidivana
 Dossiê Alex Primo
 Um drible nas certezas
 Duas Fridas
 É bom pra quem gosta
 eblog
 Ecologia Digital
 Educar para o mundo
 Efemérides baianas
 O escrevinhador
 Escrúpulos Precários
 Escudinhos
 Estado anarquista
 Eu sei que vivo em louca utopia
 Eu sou a graúna
 Eugenia in the meadow
 Fabricio Carpinejar
 Faca de fogo
 Faça sua parte
 Favoritos
 Ferréz
 Fiapo de jaca
 Foi feito pra isso
 Fósforo
 A flor da pele
 Fogo nas entranhas
 Fotógrafos brasileiros
 Frankamente
 Fundo do poço
 Gabinete dentário
 Galo é amor
'  Garota coca-cola
 O gato pré-cambriano
 Geografias suburbanas
 Groselha news
 Googalayon
 Guerrilheiro do entardecer
 Hargentina
 Hedonismos
 Hipopótamo Zeno
 História em projetos
 Homem do plano
 Horas de confusão
 Idéias mutantes
 Impostor
 Incautos do ontem
 O incrível exército Blogoleone
 Inquietudine
 Inside
 Interney
 Ius communicatio
 jAGauDArTE
 Jean Scharlau
 Jornalismo B
 Kit básico da mulher moderna
 Lady Rasta
 Lembrança eterna de uma mente sem brilho
 A Lenda
 Limpinho e cheiroso
 Limpo no lance
 Língua de Fel
 Linkillo
 Lixomania
 Luz de Luma
 Mac's daily miscellany
 O malfazejo
 Malvados
 Mar de mármore
 Mara Pastor
 Márcia Bechara
 Marconi Leal
 Maria Frô
 Marmota
 Mineiras, uai!
 Modos de fazer mundos
 Mox in the sky with diamonds
 Mundo de K
 Na Transversal do Tempo
 Nación apache
 Nalu
 Nei Lopes
 Neosaldina Chick
 Nóvoa em folha
 Nunca disse que faria sentido
 Onde anda Su?
 Ontem e hoje
 Ou Barbárie
 Outras levezas
 Overmundo
 Pálido ponto branco
 Panóptico
 Para ler sem olhar
 Parede de meia
 Paulodaluzmoreira
 Pecus Bilis
 A pequena Matrioska
 Peneira do rato
 Pictura Pixel
 O pífano e o escaninho
 Pirão sem dono
 políticAética
 Política & políticas
 Política Justiça
 Politicando
 Ponto e contraponto
 Ponto media
 Por um punhado de pixels
 Porão abaixo
 Porco-espinho e as uvas
 Posthegemony
 Prás cabeças
 Professor Hariovaldo
 Prosa caótica
 Quadrado dos Loucos
 Quarentena
 Que cazzo
 Quelque chose
 Quintarola
 Quitanda
 Radioescuta Hi-Fi
 A Realidade, Maria, é Louca
 O Reduto
 Reinventando o Presente
 Reinventando Santa Maria
 Retrato do artista quando tolo
 Roda de ciência
 Samurai no Outono
 Sardas
 Sérgio Telles
 Serbão
 Sergio Amadeu
 Sérgio blog 2.3
 Sete Faces
 Sexismo e Misoginia
 Silenzio, no hay banda
 Síndrome de Estocolmo
 O sinistro
 Sob(re) a pálpebra da página
 Somos andando
 A Sopa no exílio
 Sorriso de medusa
 Sovaco de cobra
 Sub rosa v.2
 SublimeSucubuS
 Superfície reflexiva
 Tá pensando que é bagunça
 Talqualmente
 Taxitramas
 Terapia Zero
 A terceira margem do Sena
 Tiago Pereira
 TupiWire
 Tom Zé
 Tordesilhas
 Torre de marfim
 Trabalho sujo
 Um túnel no fim da luz
 Ultimas de Babel
 Um que toque
 Vanessa Lampert
 Vê de vegano
 Viajando nas palavras
 La vieja bruja
 Viomundo
 Viraminas
 Virunduns
 Vistos e escritos
 Viva mulher
 A volta dos que não foram
 Zema Ribeiro







selinho_idelba.jpg


Movable Type 3.36
« Links e Dicas :: Pag. Principal :: O mais novo escândalo do futebol brasileiro »

sexta-feira, 23 de setembro 2005

Times Inesquecíveis que eu vi, II

gremio83.jpg

A série Times inesquecíveis que eu vi continua com uma provocação aos meus amigos colorados: Milton, Gejfin, Elenara e Marmota.

Em compensação, acho que o Tiagón e o Roman vão gostar.

Inaugurei esta série com uma homenagem ao Colorado de 1975/76, o primeiro time que aprendi a amar.

Mas no dia 10 de dezembro de 1983, aos 3 minutos do primeiro tempo da prorrogação, o relógio do Estádio Nacional de Tóquio marcava Grêmio 1 x 1 Hamburgo da Alemanha. Um certo craque, cuja cara está cortada nessa foto, aplicou três dribles seguidos e fuzilou o goleiro Stein, que está procurando a bola até hoje. Grêmio 2 x 1 Hamburgo.

Grêmio campeão do mundo de 1983
.

O caminho que levou a essa conquista começou no Morumbi, em 1981. Ainda me lembro da decisão daquele campeonato brasileiro.

Entre a Anistia (1979) e as primeiras eleições livres sob ditadura (1982), existiram, no Brasil, três times: Atlético-MG, São Paulo e a mulambada (direitos autorais do termo "mulambada" são do meu amigo Marcos VP).

O resto era resto.

Por isso, quando o Grêmio foi ao Morumbi decidir o título de 1981 com o São Paulo de Oscar, Darío Pereyra e Marinho Chagas, ninguém apostava nos gaúchos.

Menos eu. Lembro bem o que pensei: "A defesa dos caras é muito sólida. Eles vão acabar ganhando esta joça". Com um gol de Baltazar, o primeiro pop star evangélico do futebol brasileiro, o Grêmio levou o caneco de 1981, e abriu o caminho para a conquista da Libertadores e do Mundial de 1983.

Para cada time inesquecível a gente escolhe a característica mais marcante: a desse time do Grêmio era a combinação entre a marcação implacável e a saída para o ataque com toque refinado.

Para cada time homenageado, pedimos aos leitores que escalem a equipe: neste, falta um jogador na foto, mas imagino que os gremistas saberão quem é.

Quem se habilita a escalar a máquina? E quem se habilita a sugerir outros times pós-1975 para esta série?



  Escrito por Idelber às 01:53 | link para este post | Comentários (26)


Comentários

#1

Mazzaropi; Paulo Roberto, Baidek, De León e Paulo César; China, Osvaldo, Paulo Caju e Mário Sérgio; Renato e Tarciso.

Escalo antes deles porque talvez a depressão da segunda divisão os impeça de lembrar desta tão maravilhosamente longínqua época.

Umm abraço aos gremistas, que amanhã enfrentarão um time que chegou ontem a Porto Alegre, de ônibus.

Milton Ribeiro em setembro 23, 2005 8:08 AM


#2

Homenageie o São Paulo de Telê, pô!

Teu Atlético do final dos anos 70 ou o Flamengo de Zico. Estou tão light que até o Grêmio do Felipão me divertiria!

Milton Ribeiro em setembro 23, 2005 8:11 AM


#3

Idelber,
tenho várias sugestões de times para serem homenageados. Já falaste do campeão do mundo do Renato Portalupi, que é lembrado até por colorados empedernidos. Mas têm mais times que poderiam ser lembrados. Poderias falar também, por exemplo, do:
a) Campeão do Brasil de 1981
b) Campeão da Copa Libertadores da América de 1983
c) Campeão da Copa do Brasil de 1989
d) Supercampeão do Brasil de 1990
e) Bi-Campeão da Copa do Brasil de 1994
f) Bi-Campeão da Copa Libertadores da América de 1995
g) Campeão da Recopa Sulamericana (Tóquio) de 1995
h) Bi-Campeão do Brasil de 1996
i) Tri-Campeão da Copa do Brasil de 1997
j) Tetra-Campeão da Copa do Brasil de 2001.

Diante da brutal decadência pela qual passa o futebol brasileiro, quando qualquer timezinho é candidato ao título, seria bom rememorar exemplos do real significado da palavra time. O que se vê hoje é campeonato transformado em commodity: Série "A", "B", "C"... é tudo a mesma coisa.
Com isso, as pessoas ficam tão lights que flutuam por nada. Triste, muito triste.
Abraço.

Roman em setembro 23, 2005 9:07 AM


#4

hehehehe! quem diria que eu teria o prazer de ver um gremista viver do passado. Coisa que no século passado ouvia os gremistas me dizerem: "Vcs vivem do passado!" hehehe. Bem diziam os antigos: aqui se faz aqui se paga, hehehe. O que me deixou "alegre" com tua provocação Idelber, é que, apesar de não saber a escalação do nobre rival, quem está em primeiro plano, (pode ser?)o, na época, traidor do Mario Sergio, recentemente foi um dos responsáveis por levar o nobre rival para a segunda divisão, hehehe. Mas, te confesso que não vejo a hora do Grêmio voltar para a primeira divisão, dá saudade, sabe como é, tivemos que repetir resultado de clássico com o Juventude, coisas de 5a2 com olimpico lotado, o famos Cinco muito, hehehe. E, que coisa, hem? é só não estar na disputa que timinhos da segunda divisão ficam desqualificando o campeonato braisleiro, mas entendo, eu já passei por isso, hehehehe. E o Galo, ontem, contra o Corintiaaaa, como foi? Agradeço tua provocação, mas me decepciona saber que és um vira-casaca, hehehe.

Elenara Iabel em setembro 23, 2005 9:41 AM


#5

Ão! Ão! Ão!
Segunda divisão!

O Aluno em setembro 23, 2005 10:02 AM


#6

Alo! Alo! Alo!
É bom não contar com o ovo no tuim do Galo!

O Mestre em setembro 23, 2005 11:15 AM


#7

Eu me lembro, quando era pequeno, que achava que o maior clássico do Brasil era Flamengo X Grêmio, provavelmente influenciado pela decisão de 82, que foi um tira-teima entre os campeões de 80 (mulambada) e 81 (Grêmio).

Ah, e não se preocupe mais, Idelber. O Galo NÃO cai.

Ricardo Antunes da Costa em setembro 23, 2005 11:26 AM


#8

Vixe, eu acho que não é o melhor momento pra uma cruzeirense falar de time inesquecível. Meu azul celeste tá caindo pelas tabelas. Aí, Idelber, tô dando munição pra vc...
Beijos

Fefê em setembro 23, 2005 11:30 AM


#9

Fatos são fatos. Com o currículo invejável que o Romam muito bem colocou, qualquer debate com quem não tenha um, ao menos parecido, não vale a pena. O Inter também já teve seu grande time. Por que será que os colorados insistem em não aceitar que é apenas isso: tiveram um grande time e pronto, nada mais? abs

afonso em setembro 23, 2005 11:42 AM


#10

Está muito bom isso aqui!

Milton, obrigado por escalar.

Afonso, desculpe ter omitido seu nome da lista de amigos gremistas. Não se repetirá.

Ricardo, o Galo já pensa em Libertadores, meu amigo.

Fefê, tranquila, querida. Vocês ainda estarão na frente do Galo durante pelo menos três rodadas. . .

Elenara, vira-casaca, eu? O planeta blog sabe que eu sou Galo.

Próximo homenageado: Fluminense 1975/76. Que tal?

Idelber em setembro 23, 2005 1:30 PM


#11

O cabeça cortada é o Renato Gaúcho maravilhoso. Que golaço aquele hein! Que defesa era aquela hein! Que puta final foi a de 82 hein! Que final incrível a de 80 hein!

É, ...., a mulambada está cada vez mais triste por ver-se patinando nas últimas posições e ver toda a grandiosa história manchada com a pior fase de todos os tempos.

Mas nenhum, repito nenhum time jogou um futebol tão envolvente quanto aquela seleção que, não por acaso, ganhou títulos sobre um dos melhores times da história do seu galo, um dos melhores times da história do Grêmio e isso, convenhamos, não é pouca coisa.

A noção de time compacto mudou com aquele time. Nenhum jogador tinha a visão e o faro de gol que aquele galinho tinha. Nenhum outro volante de contenção jogou mais de seiscentas partidas sem nunca ter sido expulso e ter recebido somente 2 (dois) cartões amarelos. Nenhum time era mais perigoso ou mais mortal no ataque. Poucos tiveram um toque de bola tão refinado. Poucos tinham tanta paixão pelo ataque. Nenhum encantou mais do que aquele time.

Não vou chorar o leite derramado. Mas, quem fala que vivemos de passado é simplesmente bobo. Reconhecer a grandeza de outrora não é viver de passado. A importância da história é mais do que transcedente. É ela que nos faz grandiosos. É ela que nos dá a sensação e o gosto especial de participar dos fatos que dela compõem.

Louvo os grandes times. Poucos foram tão grandiosos quanto aquele. Conto nos dedos da mão, veja:
1) O melhor time de todos os tempos, o Santos do Rei.
2)Aquele Inter que vc mesmo já resenhou
3)Aquele seu Galo
4) Este Grêmio aí.
5) A máquina Fluminense
6) A primeira Academia verdona
7) O tricolor do Telê
8) O fogão do Mané
9) O Cruzeiro campeão da Libertadores de 76
10) A minha mulambada.

Qualquer um desses seria uma beleza. Seria bom comentar sobre os mesmos.

Continuo triste pelo nível atual, e pela minha mulambada ser um mero coadjuvante no cenário futebolístico atual.

Abraços.

Edk em setembro 23, 2005 2:57 PM


#12

Mais um flamenguista! Socorro, Almirante!

(brincadeirinha, belo comentário, Edk, d'accord em tudo)

Idelber em setembro 23, 2005 3:05 PM


#13

Grande Milton! Chegaste bem, escalando na frente. Como bom representante de quem está, de fato, na frente. Aliás, na frente e no topo.

E falando em momento, pegando o gancho do meu vizinho Afonso, hoje, por exemplo, 'nada mais' representa bem o tricolor, não?

Entretanto, claro, a homenagem histórica é justíssima.

:) Abraços!

Gejfin em setembro 23, 2005 3:43 PM


#14

Tem outro Grêmio inesquecível também, o que perdeu o Mundial para o Ajax. Aliás, na mesma época, o Inter lançou um terceiro uniforme bem similar ao do clube holandês...

Marmota em setembro 23, 2005 6:59 PM


#15

é tricolor!

Menezes em setembro 23, 2005 7:54 PM


#16

Adorei o comentário do Roman. Foi como visitar o Museu do Grêmio.

(O papo da brutal decadência também era utilizado pelo Idelber quando seu time era último do Brasileiro. É sinal inequívoco de depressão. E Idelber, não me venha de novo com aquela tua argumentação fajuta. Fale antes com os santistas, sãopaulinos, colorados, corintianos, tricolores do Rio e torcedores do Goiás - quem torce para o Goiás é .... Não sei!)

Abraços para os nostálgicos e para os felizes.

Milton Ribeiro em setembro 23, 2005 8:18 PM


#17

Escalar esse time é fácil e nem precisa ser gremista para saber quem é o atacante cortado na foto rs... Essa final de 1981 era para ter sido minha primeira ida ao estádio. Mas minha mãe não me deixou ir com meu pai (ainda bem!). Minhas sugestões para próximos times, por enquanto, são o Atlético Mineiro que fez aquela inesquecível final com o Flamengo (e o próprio Flamengo do Zico). O Guarani de 1978 e o Corinthians da Democracia. O São Paulo dos menudos e do Telê, o Palmeiras dos 100 gols no Paulista de 1996 tb...

Donizetti em setembro 24, 2005 2:20 AM


#18

Certo era que havia algo de estranho naquela liderança. Não que não fosse o símbolo perfeito para uma série decadente, mas era demasiado que pudesse estar lá. Aí, veio a notícia que tornou tudo claro:
http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro2005/interna/0,,OI679864-EI4847,00.html
Uma vergonha.
A comodity Série "A" está desmoralizada. Só há uma forma de restaurar-se a dignidade do futebol brasileiro: promover a honesta Séria "B" como campeonato principal e rebaixar todos os favorecidos pelo árbitro para a Série "D" (um campeonato de botão a ser criado, para gente de tão baixa estatura). Precisamos limpar o futebol brasileiro dos delúbios do esporte.
Fora, valérios do ludopédio!

Roman em setembro 24, 2005 11:16 AM


#19

Idelber

O futebol paulista procura, mais uma vez, dar um golpe! É incrível!!!
Sorte para o seu Galo.
Paulo

Paulo Zobaran em setembro 24, 2005 12:50 PM


#20

Esse time do Grêmio realmente era sensacional. De todos esses jogadores o que mais me chamava a atenção pela extrema raça era o uruguaio Hugo de Léon !!! Timaço mesmo !!!
Mas eu sou Galo desde criança, graças a Deus !!!

DOLABELA em setembro 24, 2005 5:46 PM


#21

Claro, claro...é golpe do futebol de São Paulo, afinal há 20 anos que nenhum clube paulista ganha o campeonato brasileiro. É o estado que menos ganhou campeonatos brasileiros desde a origem da competição. Por isso é hora de golpismo sim! GOLPE! GOLPE!! Fiquei sabendo inclusive que os clubes foram pedir ajuda pro Coelhinho da Páscoa. Agora, Paulo Zobaran, não espalhe, mas parece que até o Elvis Presley já foi contactado pra ajudar nesse golpe. Você tem razão: INCRÍVEL! Outra coisa: você sabe que o famoso General Custer, que ajudou a dizimar os índios nos EUA, está sendo ressuscitado por cientistas do Estado de São Paulo? É...deve ser pra ajudar em algum golpe separatista!!!Ou seria pra ajudar já agora no golpe do Brasileirão???? Caramba!! Mais uma vez concordo contigo: incrível!!!!!!!!!!Odradek

Odradek em setembro 24, 2005 7:37 PM


#22

Sinto muito, Roman, mas parece que na série B também teve rolo. Tá feio o negócio.

Ricardo Antunes da Costa em setembro 24, 2005 8:14 PM


#23

heheheh, está muito bom isso aqui.

Vou ver se consigo reunir material para um post sobre esse caso ainda hoje à noite. Vamos ver.

Dolabela, bem-vindo a um blog atleticano!

Idelber em setembro 24, 2005 9:09 PM


#24

Meu caro Idelber, eu estava lendo a matéria sobre o Figueirense melar o campeonato. O pior é que eles tem razão. Veja as linhas abaixo, dá até nojo, lamentável!!!! Agora, peço ao Paulo que se informe mais a respeito pra ele ver que não tem golpe de Estado, nem de machado, nem de karatê, muito menos de futebol. A coisa é safadeza de um grupeto de bandidos safados mesmo. Agora, que isso estraga nosso futebol, isso não tenha a menor dúvida. Abraço a todos. #####################
Na reportagem da "Veja", é citada uma conversa de Edílson Pereira de Carvalho com o empresário Nagib Fayad, apontado como um dos organizadores do esquema, antes do jogo Vasco 2 x 1 Figueirense, no dia 7 de agosto. No trecho, o árbitro deixa claro que entraria em campo para possibilitar uma vitória do Vasco, que era o resultado pretendido pela máfia das apostas. Confira abaixo:


Edilson: Amanhã eu faço Vasco e Figueirense.
Fayad: Qualquer coisa eu ligo pra ocê. Tô desanimado.
Edilson: O Figueirense joga sem cinco titulares. E o Vasco tem de ganhar de qualquer jeito (...). Vou marcar falta no meio-de-campo. Se o cara reclamar, meto pra fora (...). Não joga Edmundo, Cléber, Bilú e Axel (do Figueirense) (...)
Fayad: É brincadeira. Faz o seguinte: deixa eu ligar pra ocê até meia-noite, deixa que eu vou ver o que fazer.
Edilson: Tá jóia, o que você quiser. Pode jogar até os carros que você tem que amanhã eu saio de escolta (do jogo) do Figueirense.

Odradek em setembro 24, 2005 9:50 PM


#25

Meus caros

Li a reportagem de VEJA. A matéria está mais inconsistente do que o artigo de Diogo Mainardi e mais ficcional do que o livro de Philip Roth, que é citado na revista.

O Brasil é grande e o futebol do nosso país é até maior. Vivemos uma rivalidade futebolística que tem muito de saudável e muito mais de lamentável.

É lógico que assim como em quase tudo no nosso país, o estado de S.Paulo tem expressiva participação no esporte especialmente este de que falamos, o futebol. Li semanas atrás livro sobre o Ademir que mostra a glória não só do Verdão, assim também como dos clubes paulistas e paulistanos nas décadas de 60 e 70. Mas é claro que há glórias bandeirantes nas décadas seguintes! É verdade que os clubes da capital tem uma certa mágoa da posição do SANTOS, o clube brasileiro que seguramente alcançou as maiores glórias nos campos intertnacionais e no auge tinha a maior parte de simpatizantes em TODOS OS OUTROS estados do país.

Infelizmente nem um coelinho da Páscoa importado, consegue que os cartolas brasileiros sejam pessoas que reúnam condições de administrar o futebol brasileiro de forma correta. Nem mesmo S.Paulo escapa disso. infelizmente!

Paulo Zobaran em setembro 24, 2005 11:39 PM


#26

Muito linda essa homenagem ao Grêmio. Fico sempre emocionada de ver um time assim vivendo do passado que não vorta mais :-) Como os modelitos da época eram feios, socorro !

Ana Lucia em setembro 25, 2005 1:10 AM