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Um blog sobre política, literatura, música e futebol basquetebol. Na rede desde outubro de 2004.



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quinta-feira, 20 de outubro 2005

Post para alumnos del seminario de Universidad de Chile

(post em espanhol para discussão acerca de Sobre a Violência, de Hannah Arendt e Os Condenados da Terra, de Frantz Fanon. Leitores regulares: fiquem à vontade para participar)


Hannah Arendt y Frantz Fanon representan dos puntos extremos de la reflexión del siglo XX sobre la violencia. Les propongo una discusión basada en los siguientes puntos:

1.El planteo de Arendt de que la guerra . . . ha perdido gran parte de su efectividad y casi todo su atractivo. ¿Cuáles hubieran sido los límites de esa percepción ya en el momento en que fue escrita (1970)? ¿Cuáles las diferencias de una época de guerra fría (definida Arendt como tiempo en que la carrera armentista no es una preparación para la guerra, sino .... la intimidación es la mejor garantía de paz ) respecto al momento? ¿Habrá sido alguna vez verdadero el supuesto de que la guerra había perdido su atractivo?

2.¿Qué le pareció la sorprendente crítica de Arendt a Sartre, filósofo atacado por ella (una pensadora más cercana al liberalismo que al marxismo) como no suficientemente marxista, o por lo menos como no fiel lo suficiente a Marx? ¿Por dónde pasan los diferendos entre Arendt y Sartre?

3.Según Arendt, la derecha y la izquierda coinciden en pensar que la violencia no es sino una manifestación de poder. Para ella el recurso a la violencia es, más bien, una manifestación de ausencia de poder. Discutir y evaluar esa percepción de Arendt.

4.¿A Ud. le parecería justo caracterizar la posición de Arendt acerca de la violencia como la de una pacifista liberal? ¿O bien habría algo en ella que escaparía a esa caracterización?

5.Frantz Fanon, en Los condenados de la tierra, presenta una posición diametralmente opuesta a la de Arendt. Discutan lo quieran respecto del diferendo entre las dos posiciones: cuál de ellas les pareció más apropiada a una práctica social (la de entonces y la de hoy), cuáles peligros o riesgos advendrían de cada una de ellas, etc.

(claro, no es necesario contestar todas las preguntas punto por punto, sino dejar comentarios que contemplen una o más de ellas y sirvan para provocar la discusión)



  Escrito por Idelber às 03:05 | link para este post | Comentários (19)


Comentários

#1

po, idelber, vc faz questao de puxar a questao pra política, hein? Por coincidencia, falamos de ambos autores na aula que estou fazendo com a candace slater, espectros da violência. needless to say, eu adoro a hannah, acho o sartre genial até ele comecar a ficar de miolo mole e lamber as botas do stalin, e acho fanon um psicopata.

alex castro em outubro 20, 2005 8:35 AM


#2

Weblogs Gain Ground in Chilean Media

http://www.poynter.org/column.asp?id=31&aid=90815

Fábio S. em outubro 20, 2005 11:24 AM


#3

OFF-TOPIC: Idelber, visite o . Acho q vc vai gostar de ver um site acadêmico brasileiro (e mineiro!) de ótimo nível. abs!

dra em outubro 20, 2005 12:37 PM


dra em outubro 20, 2005 12:39 PM


#5

Fábio, obrigado pela dica! Parece que no Chile a coisa já está sendo apropriada pela grande imprensa antes de ter havido um boom de blogs pessoias. Curioso mesmo. Valeu o link :)

Valeu a dica, dra. Gostei muito do blog dele, vou voltar outras vezes.

Alex, o lance é que esses dois textos são muito políticos mesmo, não tem como escapar da discussão mais política.

Abraços a todos da gelada Pittsburgh :)

Idelber em outubro 20, 2005 3:40 PM


#6

A los alumnos de la Chile: está abierta la caja de comentarios para cuando quieran pasar y empezar el debate. Pueden escribir sin ahorrar. El espacio acá es infinito :)

Idelber em outubro 20, 2005 3:42 PM


#7

Idelber, quando tiver um tempinho, leia lá no Cria uma declaração de amor ao futebol, do Samuel do Skank. Como mineiro, vc vai ficar tocado...
Beijos

Fefê em outubro 20, 2005 5:25 PM


#8

Cuanto a la pregunta 1, professor, está muy claro el contexto de la Guerra Fría, con la amenaça de bomba atomica, creava una impresión equivocada de eficácia disuasoria en relación a las guerras... Pero los conflictos localizados en el llamado tercero mundo echaran por tierra esta falsa idea.

Con relación a la pregunta 3, ella me llenó de curiosidad. vamos, alumnos, contesten!! Quiero saber!!!

(gostou? e o dia de hablar "lo" portuñol se pásó en el 13 de octobre....)

S Leo em outubro 20, 2005 6:15 PM


#9

olá, idelber! não sei se vais lembrar de mim, ouvi tua fala no congresso da iaspm em buenos aires, e apresentei trabalho também. vi o endereço do teu blog na mensagem que foi enviada para a lista da iaspm, e vim visitar. gostei muito! parabéns!

isabel nogueira em outubro 21, 2005 12:53 AM


#10

Olá, Idelber! Gracias pela visita e pela pronta resposta! Estive visitando o espaço da Ana Maria também, que tem o endereço no teu blog, e fiquei apaixonada pelo texto que ela coloca do Octavio Paz. Tem muito a ver com um espetáculo de música e poesia que estou montando, com Fernando Pessoa e Pablo Neruda. Sabes me dizer qual a fonte do texto do Paz? Mandei mensagem para ela pelo blog mas ainda não tive resposta. Vais ao Coloquio de Musicologia de Cuba? Fiquei realmente muito impressionada com teu blog, tem milhões de coisas interessantes! Parabéns! Já tinha gostado muito da tua fala no congresso, acho que foi realmente das melhores coisas, por não dizer a melhor, que ouvi. Queria te parabenizar, mas terminei perdendo o contato. Faço isto agora: parabéns! Mantenhamos a comunicação, sim. Abraços, Isabel. p.s.: posto aqui novamente porque não encontrei teu mail.

isabel nogueira em outubro 21, 2005 1:13 AM


#11

Fefê, obrigado pela dica, visita feita :)

Sergio, parece que los alumnos se asustaron con las preguntas, no aparecieron, jajaja :)

Isabel, obrigado pelos elogios, claro que me lembro. Já deixei um alô lá no seu blog também :)

Idelber em outubro 21, 2005 12:31 PM


#12

Quiero discutir en primer lugar la idea de que la guerra ha perdido su atractivo (hoy o en 1970); el "atractivo" ¿para quien?. Ciertamente no para los combatientes, más allá del terror ante la posibilidad de la muerte la cantidad de tipos dispuestos a "morir por la patria" es apabullante, siempre lo ha sido, sin considerar además las razones particulares que pueden llevar a participar en algún conflicto - ideal romántico de poetas, el morir en la vanguardia; ideal moral de filósofos, transformarse en una persona decente (wittgenstein) -. Además, a pesar de lo que Arendt sostiene, creo percibir en el origen de toda guerra un componente disimulado, oculto...tal vez reprimido: la pulsión de muerte. La existencia de la guerra como un hecho inevitable por no haberse encontrado hasta hoy un sustituto es una parte de la respuesta sobre el por qué de ésta; la otra tiene que ver con el muy humano sentimiento del placer de matar (junto con el remordimiento, la culpa, etc etc: eso es justamente lo que lo convierte en un goce). Además, creo que no cabe dudas de que las verdaderas razones políticas de cualquier guerra son ignoradas por la mayor parte de los combatientes, que se debaten entre el desinterés, la ignorancia y la idealización. Después de todo lo importante verdaderamente es ESTAR AHÏ. Hasta el resultado se vuelve indiferente. En cuanto al atractrivo mediático: mllones de personas embobadas ante una pantalla en blanco y negro viendo como un cuadrado - que es en realidad una fábrica de armamentos o un hospital- desaparece al ser chocado por una cámara que transmite en directo - y que es en realidad una bomba, nos confirman que la guerra, que la violencia de la guerra, por abstracta, estilizada e irreal que se muestre jamás perderá su atractivo para el público: atrapa como la llama de la vela.
Por lo demás, son precisamente los conflictos bélicos los que permiten probar y crear tecnologías y a la comunidad internacional. la verdad, le importa poco que aldeas completas sean arrasadas por gases letales si detrás de todo está el Hermano Mayor protegiendo a sus aliados estratégicos.

En cuanto a la efectividad, a la preminencia de un equilibrio bélico, a la disuasión antes de un enfrentamiento.....bueno, en Occidente hace mucho tiempo que las guerrras dejaron de darse entre "iguales"; tal vez la II GM fue la última, y también, por lo mismo, la última en ser librada "with God on our side" (Zimmermann dixit)


pablo miranda em outubro 22, 2005 11:46 AM


#13

En cuanto al la nocion de poder de Arendt, es intresante su definición en base a su carácter social: al desaparecer el grupo desde el cual el poder se origina, éste tambiés desaparece...no hay poder invividual; ahora, si en la política poder, violencia, fuerza, autoridad, actúan como sinónimos es que son lo mismo o cada término incluye los otros; Arendt hace distinciones entre ellos y para ella, a diferencia de los otros, la violencia es un elemento que requiere de la tecnología. Así, en la base del poder está el acuerdo, lo que hace la violencia innecesaria; esta solamente surge cuando el poder se diluye, el grupo se disgrega, haciéndose entonces quizás necesaria, quizás imprescindible, para establecer un nuevo acuerdo social.
Por su parte, su texto, Fanon plantea la violencia como forma de descolonizar y crear hombres nuevos, como Sartre en el prólogo, a diferencia de Hegel que presenta el pensamiento como instrumento y de Marx, que privilegia el trabajo para la consecución de este fin; de ahí una de las fuentes de crítica de Arendt a Sartre de ser no lo suficientemente fiel a Marx, además éste último plantea que la caída de la sociedad está contenida en su propia estructura y no en el uso de la violencia.
¿Usar o no la violencia? ¿Existe la violencia justa? ¿Es necesario el riesgo de la violencia (La violencia es necesariamente riesgosa al establecer una relación medio fin en el que este último no puede ser previsto con exactitud)

Pablo Miranda em outubro 22, 2005 12:59 PM


#14

El conocimiento es un modo de ser pero desde la perspectiva materialista no puede tratar de reducirse a lo conocido. El cuerpo es función, la función necesidad y la necesidad praxis. El desencadenamiento de las fuerzas productivas deriva de un principio de la modernidad, que se funda más bien en la praxis (experienciar el Mundo) del sujeto productor que en la reflexión del sujeto cognoscente (contemplar el Mundo. Nuestro marco teórico parte de la siguiente premisa: la Mente es Social. en consecuencia, la Violencia y su materialidad es totalización y está perpetuamente en marcha como Historia y como Verdad histórica.

1. Obviamente que la Guerra no ha perdido su atractivo es un campo semántico portador de contenido intencional que refleja propiedades de Mundo. En el momento en que Arendt escribe, en Chile era electo Salvador Allende, el Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR) preparaba cuadros prospectores de futuro, se asesinaba a un comandante en jefe del Ejército chileno, a un ex ministro del Interior por acciones realizadas en un pasado cercano, etc. Sin hablar de la ruta de Ho Chi Min, el IRA, los movimientos de descolonización; es decir, la Violencia materializada como representación mental portadora primitiva de un contenido intencional. El icono de esta empiricidad sería para Thor, el AK-47 y su contraparte, el M-16. Como dice mi viejo amigo Hobbes: "En esta guerra de todos contra todos, se da una consecuencia: que nada puede ser injusto. Las nociones de derecho e ilegalidad, justicia e injustica están fuera de lugar" (Leviatán. Cap. XIII). Arte y Política no pueden separarse.

2. No sorprende, en absoluto. El contexto epocal explica la relación informacional de estos dichos. Sartre prologando a Fanon nos dice que la violencia cicatriza las heridas que ha inflingido; el año 70 cuando escribe Arendt, resuenan cognitivamente los lagrimógenos de los movimientos estudiantiles de fines del 60; y ahí Sartre se erigía como praxis totalizadora. Recordemos que un año antes de este prólogo, publicaba "Crítica de la Razón Dialéctica" (1960) y proclamando que el marxismo era la filosofía insuperable de nuestro tiempo y que la ideología de la existencia está enclavado en el marxismo. La Historia sólo sirve, si sirve a la Vida.

5. Como dije al final del punto 1: Arte y Política no pueden separarse. Por lo mismo, la perspectiva de Fanon (en lo partícular) y el materialismo filosófico (en lo general) + sus posibilidades de acción matérica, me parecen la ruta apropiada para nuestra instalación en el Mundo.

Pues bien, que Así Sea.

THOR

Thor Orellana Velásquez em outubro 23, 2005 3:00 PM


#15

1. Para Arendt, Poder y Violencia son opuestos. La violencia aparece donde el poder está en peligro; en consecuencia, para ella la Violencia sería una dimensión tardía en nuestro proceso de hominización: "La distinción específica entre el hombre y la bestia no es la razón, sino la ciencia" (168). Para Fanon por el contrario: "la lucha armada moviliza al pueblo. Es decir, lo lanza en una misma dirección, en un sentido único" (85. Zona legendaria donde habitan los derroteros del pasado-futuro; y, del cual, emergen las pulsiones de una Historia marginal, soterrada y profunda.

2. Por el contrario La Filosofía de la Praxis, que privilegia la relación entre el sujeto agente y el mundo de objetos manipulables, entiende el proceso de formación de la especie (conforme al modelo de autoexteriorización) como un proceso de autogeneración; la violencia es inherente al modo de ser humano. Fanon postula que "la violencia asumida permite a la vez a los extraviados y a los proscritos del grupo volver, recuperar su lugar, reintegrarse. La violencia es entendida así como la mediación real" (Pág. 77)

3. El materialismo filosófico postula que “la existencia precede a la esencia”. El principio de la modernidad no es la autoconciencia sino el trabajo y su experiencia creadora. Según el concepto tradicional de Poder, igualado a la violencia, el poder es expansionista por naturaleza. Tiene un impulso interno de crecimiento. Cuando Fanon habla de la locura creativa presente en la acción violenta, sigue pensando en esta tradición.

2. La asimilación del trabajo a la producción creadora, que en su obrar pone fuera de sí sus fuerzas esenciales para volver a apropiarse después del producto en actitud de consumo; Para Fanon, esta praxis ilumina al agente porque le indica los medios y el fin. Es una empiricidad que pone en tensión la voluntad creadora de la especie humana, construyendo así sus derroteros de identidad. Al transferir esta productividad estética a la vida laboral del hombre como especie, podemos entender el trabajo como autorreflexión colectiva de los productores. En el trabajo alienado queda interrumpido el ciclo de exteriorización y reapropiación de las fuerzas esenciales objetivadas; en consecuencia, la construcción de identidad. Por eso el análisis societal es el punto de partida en el análisis de construcción de identidad. Como diría el viejo Marx en la mítica página 39 de su libro “El Capital”: “No lo saben, pero lo hacen”.

Crepúsculo de los Idolos, como diría el otro Viejo (Nietzsche)

Thor Orellana Velásquez em outubro 23, 2005 7:49 PM


#16

Señor Castro, Usted no puede atribuir categorías psicopáticas a un humano que habla desde su propia historicidad. Su relato vale tanto como el Suyo. La Historia nos juzgará. Más vale vivir un año por un fin noble que una larga vida por Nada.

MIRMIDON

Thor Orellana Velásquez em outubro 23, 2005 9:22 PM


#17

Pese a las evocaciones de Arendt a la historia y a su reclamo de "corregir" las lecturas fanoniana y sartreana de Marx (dos lecturas ya diferentes entre sí, claro), estoy de acuerdo con Pablo en que la remisión a una suerte de "pulsión de muerte" o "naturaleza humana" termina modelando el intento arendtiano de "explicar" la violencia.

También estoy de acuerdo que un dato clave allí, datando aún más el ensayo de Arendt en una cierta ingenuidad liberal norteatlántica moderna, es el fin de la guerra como posibilidad de confrontación "entre iguales" - coincido, la II GM fue la última.

Como Thor, tiendo hacia y simpatizo más con la lectura fanoniana de la violencia, pero aquí habría que hacer la salvedad que menciona Pablo: quizás haya algo del orden de la impredecibilidad de la violencia (su utilización como medio es necesariamente incapaz de prever sus "fines")que sigue aún no pensado en la teoría de Fanon, a lo mejor demasiado confiante en la práxis de la violencia como formadora de sujetos revolucionarios.

Idelber em outubro 24, 2005 7:34 PM


#18

Quisiera instalar otro vector dentro de la discusión que acá se está planteandorespecto a la relación poder/violencia en Arendt. El vector es contemporáneo a las propuestas del ensayo de Arendt y son los postulados acerca del poder que instala Michell Foucault en una entrevista con Fontana en el año 1971 en donde creo que se aúnan, pero también se separan ciertos posturas al respecto. La problemática se da en la cuestión tercera “el recurso a la violencia es, más bien, una manifestación de ausencia de poder.”
El problema que ve Arendt es el de la visibilización de la violencia, el verosímil en donde cada vez que la violencia se hace presente como represión, que se muestra, apareciendo en escena con toda su brutalidad el poder se pierde, se ausenta, desaparece. La afirmación no se presenta tan radical en el pensamiento de M. F. puesto que en el momento de visibilización el poder se debilita, perdiendo su fuerza, de ahí que el poder se valide o deba validarse por métodos no violentos (“democracia”) y/o por medio del olvido (relación mnemotécnica con el poder en el ejemplo del golpe en el caso chileno) operando La transmutación de la violencia instalada en violencia justificada (violencia de estado). Así relación de olvido entre poder y violencia, el poder se constituye a partir del olvido de la condición violenta de la historia (ej. Epígrafe del Libro blanco del cambio de gobierno en chile). En esta perspectiva se puede entender y hacer co extensivas las tesis de Foucault con la de Arendt pero no en la radicalidad de Arendt, sino más bien en cuanto debilitamiento de y retroceso de las formaciones de ejercicio del poder y no como ausencia.
Es necesario que la instalación del poder, como productor de violencia y creo que es la violencia más siniestra, no es la que niega, la que excluye o la que dice no, sino que la que afirma, crea, produce, ejemplo de esto es la violencia ejercida por la dictadura a partir de las reformas biopolíticas (salud educación trabajo) de los años 80 las que van a instalar una violencia afirmativa, revestida de constitucionalidad en la dictadura chilena que perdura hasta hoy en esta relación de olvido de la violencia como constitución de los gobiernos “transicionales” . El poder produce! no sólo reprime y en ese gasto aparece nuevamente la violencia.
Contrario a la tesis de Arendt podemos plantear que el poder necesita de nuevas tecnologías de implantación y afianzamiento que parezcan métodos no violentos, ahora bien, necesita también del policía y su violencia, sin que el poder desaparezca (Cárcel como momento de afirmación del poder en la violencia) un ejemplo mas nítido en chile seria el estado de excepción instalado en el momento de las votaciones, un poder que afirma que no reprime que dice sí que provoca subjetividad en la ficción del acto “libre” del voto, pero que al mismo tiempo, es custodiado por los militares. Vieja paradoja parlamentarista en donde la democracia se resguarda por la máxima expresión y visibilización de la fuerza, el fusil .
Este es un momento aporetico en donde visibilidad e invisibilidad de la violencia en el ámbito del poder se tornan indiscernibles.

claudio em outubro 25, 2005 12:49 AM


#19

Me gustaría hacer un comentario sobre los textos en relación al primer texto revisado en el seminario (benjamin) y el 11 sept 73’ como episodio de violencia ejemplar, contemporáneo del ensayo de Arendt.
A mi gusto, Fanon está más cerca de una consideración de la ley como el establecimiento de una voluntad de poder sobre otras,
donde, por lo tanto, la violencia es un medio legítimo de implantación de un nuevo derecho. Aquí, la posición de Benjamín (en cuanto la vocación de la ley no sería la justicia sino perpetuarse) se acerca al Nietzsche de Heidegger: “la esencia de la verdad como corrección es propiamente una estimación de valor”. “en estas se expresan condiciones de conservación y crecimiento” donde “el crecimiento alude al desarrollo y evolución de lo viviente de acuerdo con una legalidad propia.”
Por el contrario la separación que hace Arendt entre poder y violencia, en tanto la violencia tendería a aparecer en ausencia del poder, atrae la noción de hegemonía como poder legítimo no violento: “el poder termina siendo la esencia de todo gobierno, pero la violencia no.” Ahora, si seguimos a Benjamín, el poder del estado, aunque hegemónico sería siempre violento en tanto sería policial. Yo creo que el cambio en la forma de la guerra tiene que ver con el hecho de que la guerra hoy es una actividad de policías más que de soldados, en la medida en que lo que se persigue no es la paz ni la victoria, sino el establecimiento de zonas de seguridad.
El sistema republicano liberal que destruyó el golpe militar habría sido entonces reemplazado por un estado policial, que no deshizo la revolución, sino que la dirigió hacia la implantación de un esquema de seguridad.

El asunto problemático para mí (y por eso Nietzsche) tiene que ver con la contradicción que comienza a aparecer entre democracia y libertad, en el sentido de la voluntad de poder.

alumno em outubro 25, 2005 8:06 AM