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Um blog sobre política, literatura, música e futebol basquetebol. Na rede desde outubro de 2004.



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domingo, 28 de maio 2006

Famas exageradas: Zagallo, o “vencedor”

zagallo.jpg Insuportável na Copa do Mundo é ter que agüentar Zagallo. Zagallo imagina o planeta como uma gigantesca bola amarelofóbica. Todos “tremem” ante a amarelinha, todos “têm medo” de enfrentar o Brasil, todos têm pesadelo com a nossa seleção.

Não importa que a Holanda de Cruyff nos dê um vareio de bola, que sejamos derrotados por diferença de três gols pela primeira vez nas Copas ante a França, que a Nigéria vire um 3 x 1 em cima da gente em menos de 15 minutos – todos em jogos contra equipes comandadas por Zagallo. O velho continua no seu delírio egocêntrico e patrioteiro.

Deselegante e grosseiro, amigo das piores pessoas, Zagallo já aproveitou para fazer promessas idiotas, oferecer suposições bobas sobre o medo alheio e – seu passatempo predileto – insultar Telê Santana, a quem odeia. Afinal, a Telê são dedicados o amor e respeito universais de que, apesar de todas as conquistas, Zagallo jamais desfrutou. Sua raiva de Telê é exacerbada pelo fato de que o Fio de Esperança foi o verdadeiro inventor do ponta que fecha pelo meio, invenção que o Lobo adora reclamar para si.

Nas derrotas, Telê Santana assumia integralmente a responsabilidade; nas vitórias, transferia todo o mérito aos atletas. Zagallo é exatamente o oposto: cansa-se de falar das “suas” vitórias e nas derrotas (algumas delas grotescas) acovarda-se atrás de desculpas, insulta jornalistas ou põe a culpa em fatores externos ou nos jogadores.

Depois da derrota do Sarriá, Telê Santana deu uma coletiva em que foi aplaudido de pé pela imprensa do mundo inteiro. Depois da derrota na França em 1998, Zagallo protagonizou uma das cenas mais embaraçosas da história da seleção: insultos e gritos contra jornalistas depois uma final de Copa do Mundo.

Um dos grandes mitos do futebol brasileiro – mito bem exagerado – é o de Zagallo “grande vencedor”. Vejamos se o mito resiste à análise.

Zagallo comandou a seleção brasileira em três Copas do Mundo e uma Olimpíada. Na primeira Copa, em 1970, foi campeão, herdando de João Saldanha a equipe pronta, com os maiores meio-campistas e atacantes que o planeta já viu jogar. Zagallo fez mínimas alterações naquela equipe: Clodoaldo entrou e Rivellino foi deslocado para a ponta-esquerda. Mas alguém tem dúvidas de que teríamos sido campeões da mesma forma com Piazza no meio-campo e Edu na ponta-esquerda?

Para a Copa de 1974, Zagallo contava com uma das maiores gerações de craques da história do futebol: Pelé e Tostão já não estavam, mas o Brasil ainda tinha Ademir da Guia, Dirceu Lopes, Carpeggiani, Leivinha, Paulo César Caju, Rivellino, Jairzinho e inúmeros outros craques, todos no auge. Zagallo conseguiu, com todas essas opções, montar uma seleção grotesca, que passou 180 minutos sem fazer gol (0x0 com Iugoslávia e 0x0 com a Escócia) e só avançou da primeira fase graças a um frango homérico do goleiro do Zaire (que garantiu o 3 x 0 que precisávamos, contra uma seleção que a Iugoslávia havia derrotado por 9 x 0). Depois, na segunda fase, Zagallo fez questão de dizer que a Holanda “não era nada”, num momento em que já havia dois anos que a Laranja Mecânica e o Ajax encantavam o mundo. O resultado foi o que se viu: Brasil eliminado levando um show de bola e apelando no final.

Nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta, o Brasil se preparou como nunca para tentar conseguir o único título futebolístico que ainda não tem: o ouro olímpico. O regulamento permitia a presença de três atletas com mais de 23 anos, o que nos possibilitou levar uma equipe com Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldo, Dida, Bebeto e Aldair. A empáfia de Zagallo, que insistiu que a Nigéria “tremeria com a amarelinha”, influiu diretamente no time que, displicente e irresponsavelmente, começou a dar toques de calcanhar no momento em que vencia o jogo por 3 x 1, aos 32 do segundo tempo. Resultado final: Nigéria 4 x 3 Brasil, na morte súbita.

Na Copa de 1998, outra talentosa geração foi parar nas mãos de Zagallo e – há que se reconhecer – os seus dotes de motivador foram fundamentais na vitória nos pênaltis sobre a Holanda, nas semifinais. Na final, o comandante escala um jogador que acabava de ter uma convulsão, numa das grandes irresponsabilidades já cometidas no comando do time. A equipe entra visivelmente preocupada com Ronaldo e leva um vareio de bola da França, sofrendo pela primeira vez uma goleada em Copas do Mundo.

Aliás, só em três edições da Copa do Mundo o Brasil perdeu mais de um jogo. Em duas dessas três edições o técnico era Zagallo.

Sim, ele foi campeão carioca com o Flamengo em 2001, com um gol de Petkovic no último minuto. Não se lhe pode negar uma coisa: uma sorte incrível, que já vem de anos. Vale lembrar que o ponta-esquerda titular da seleção às vésperas da Copa de 1958 era Pepe, que se contundiu um pouco antes da competição. Zagallo inclusive não deveria ter ido: os grande pontas do Brasil naquele momento eram Pepe e Canhoteiro.

Depois da Copa de 1998, Zagallo foi contratado para dirigir a Portuguesa de Desportos. Com um grupo talentoso em mãos, ele levou a equipe às últimas posições do Campeonato Brasileiro, iniciando a queda da Lusa rumo à Segundona.

Mas segundo Zagallo, ele é o “único pentacampeão do mundo”, já que em 1994 foi coordenador técnico e em 2002 era comentarista da Globo.



  Escrito por Idelber às 21:35 | link para este post | Comentários (32)


Comentários

#1

Eu pensei que fosse o único a pensar assim. Acho o Zagallo um tremendo idiota. Mas que tem costas quentes na CBF. Deve sabre muito podre de lá... Só por isso continua mamando nas tetas da CBF.

Pablo Vilarnovo em maio 28, 2006 10:48 PM


#2

Jura que alguém diz que Zagallo é "o único pentacampeão"? Que coisa ridícula.

Você tem toda razão, aquela coletiva após a Copa de 98 foi grotesca. Se tivesse sido uma pergunta agressiva ou maliciosa, eu até daria um desconto, mas o jornalista perguntou, apenas: "então por que ele [Ronaldo] foi escalado?"

Zagallo ficou histérico, pelo simples fato de não ter como justificar racionalmente a escalação.

No link "piores pessoas", no início do seu texto, tem a justificativa absurda para o fato, confidenciada ao Galvão Bueno. Dá pra levar a sério alguém que escuta um "apelo patético" de um jogador e o escala contra os interesses do time?

Se eu fosse jogador da seleção e visse uma palhaçada dessas, ficaria muito mais derrubado emocionalmente do que já estivesse com a tal convulsão.

Marcus em maio 28, 2006 11:19 PM


#3

O Zagalo foi desmascarado por Carlinhos Niemeyer que foi o responsável pelo filme-reportagem da FIFA sobre a COPA de 1974.
No filme do 'Canal 100' o Zagalo é entrevistado e afirma que a seleção da Holanda não constitui maior perigo porque não consegue fazer gols de fora da área. Niemeyer mostra em seguida uma seqüência de uns quinze gols feitos pelos holandeses, do lugar que Zagalo dizia que eles não faziam gols.

Na mesma Copa do Mundo ele cometeu uma trapalhada com Ademir da Guia. A substituição no jogo da Polônia acabou custando o terceiro lugar!

Foi nesta Copa de 1974 que Zagalo, que vivia em 'lua de mel' com a imprensa desde os resultados em categorias inferiores do Botafogo, pela primeira vez insurgiu-se contra a imprensa, mostrando a face pouco elegante da sua personalidade.

É inegável a sua sorte. Inúmeros fatores acabaram ajudando-o, inclusive a rivalidade S.Paulo x Rio. A imprensa carioca sempre cerrou fileiras em torno de Zagalo, em vista da incosistência dos ataques da imprensa paulista que este sofria. Aliança de ocasião que acabou perdurando. Futebol é assim.

Paulo em maio 29, 2006 12:10 AM


#4

Zagallo sempre alardeou que o número 13 lhe dava sorte. Em 1998, a derrota na final foi a 13ª do Brasil em Copas. E, com todo respeito e consideração aos gays, eles não merecem tamanha ofensa, mas meu filho, outro dia zoando, disse que "Zagallo é viado" tem treze letras.
bjão
lelex

Elenara Iabel em maio 29, 2006 1:04 AM


#5

Gente, quando é que a copa acaba mesmo? Eu gosto mais é da cozinha!

Alena em maio 29, 2006 4:36 AM


#6

Ah, nosso país cria algumas "celebridades" que vou te contar.

Idelber, de certa forma, virou personagem de "Porto do Desespero"! Me visite com calma...

Abraço.

Milton Ribeiro em maio 29, 2006 10:01 AM


#7

Meu Deus, caiu um mito ! Ah, adorei o Clube de Leitura. Esse Biscoito só manda bem...
Abraços

Fefê em maio 29, 2006 12:42 PM


#8

Detesto Zagalo pq ele representa o que de pior entranharam no MO do brasileiro: vaidade e soberba. E discordo ironicamente da pecha de sortudo desse tecnico incompetente e ex-jogador obtuso.
Acho Zagalo um mau agouro de marca maior para a seleção brasileira. Somente com o auxilio do azar pode explicar o acima descrito com propriedade pelo Idelba. A derrota de virada em 15 minutos p/ a Nigeria e os dois gols de bola parada na final de 1998, sem falar do "trimilique" do Ronaldo, já são suficientes para introduzir a tese.
Estou cético quanto a essa Copa. Zagalo e Parreira são dois carneirinhos do rebanho de Teixeira e péssimos lideres dentro e fora de campo. Treinos sob chuva de confete e a insistencia em não renovar laterais que estão velhos poderá nos custar essa Copa. Espero sinceramente que não.

Fábio S. em maio 29, 2006 1:04 PM


#9

Uau! Pensei q fosse a única pessoa no Brasil a não gostar do Zagallo. Estou me sentindo aliviada. Eu sou normal, rss.

Valeria em maio 29, 2006 1:13 PM


#10

'Zagallo morreu' também tem treze letras. :)

Bruno em maio 29, 2006 2:12 PM


#11

Nao entendo nada de futebol, mas acho que nao preciso para detestar o Zagallo. Ele é cheio de empáfia e aquela cara insana gritando para as cameras "voces vao ter que me engolir" parece um pesadelo. Aquela imagem é nojenta.

Vanessa em maio 29, 2006 3:12 PM


#12

hahahahaha, cada comentário melhor que o outro! Não vou nem acrescentar nada :-)

Paulo, eu adoraria ver esse filme. A "desmascarada" acontece no filme do Canal 100, certo? Sabe se o filme está disponível por aí?

Idelber em maio 29, 2006 3:17 PM


#13

Fábio, eu também não quero agourar, mas essa Copa está com toda a cara da Copa de 1966.

Confete e serpentina, otimismo exagerado, gritante falta de renovação do time, especialmente nas laterais . . .

Não sei não . . .

Idelber em maio 29, 2006 3:22 PM


#14

Ô Idelber, queres roubar meu primeiro artigo no Verbützfussballlklksdnajadbmd mdqdjqwdbam?

Já tenho até a idade da flata de renovação...

(É brincadeira, é claro, escreva sobre o que bem entender.)

Abraços.

Milton Ribeiro em maio 29, 2006 3:47 PM


#15

Putz, flata ficou feio. Parecido com flato. Era FALTA, né?

Milton Ribeiro em maio 29, 2006 3:49 PM


#16

(Se quiseres, podes deletar este papinho.)

Ah, sim, grande link aquele para o Wander Wildner. Eu tenho essa fama de erudito, coisa e tal. Até sou, mas não resisto a muitas coisas, dentre elas o Wander Wildner e os Replicantes. Como disseste há dias com palavras doutas e amplas mas não menos raivosas num post sobre literatura: que porra adianta não ser contemporâneo???? É-se contemporâneo lendo-se/ouvindo-se apenas os cânones?

Acho WW e os Replicantes sensacionais. São raivosos e engraçados.

O ex-Ipiranga tem um timaço, vi ontem. Agora sim que este comentário vai mesmo para o vinagre...

Milton Ribeiro em maio 29, 2006 4:53 PM


#17

Milton, também sou fã dos Replicantes :-)

Quanto ao ex-Ipiranga, ora ora, se nem com a ajuda de Abel Braga ele consegue derrotar o Inter, nem tão grande assim deve ser o timaço, né ?

Idelber em maio 29, 2006 5:03 PM


#18

Idelber

Acho inegável a sorte que Zagalo tem, mas não vou discutir isso. É preciso lembrar no entanto que a longa carreira de Zagalo flertando com o poder começou com a convocação de Dario na Copa de 70.
Diga-se a bem da verdade que João Saldanha nunca ficou muito preocupado (em público pelo menos) com esta atitude do Zagalo. Suas baterias se voltavam sempre (quando foi possível falar), contra o presidente militar.
Saldanha também nunca 'mistutou estações' em seus comentários sobre a atuação de Dario nas equipes que este atuou.

Paulo em maio 29, 2006 5:34 PM


#19

Alena, você conseguiu traduzir à perfeição o meu sentimento... Até eu que não entendo nadica de futebol não ia com a cara do Zagallo. Agora já sei o porquê. Brigadão, Idelber.

cris em maio 29, 2006 8:39 PM


#20

achei que ele não chegava à esta copa. Não perdi as esperanças ainda.

gugala em maio 30, 2006 4:04 PM


#21

Idelber,
Você tem alguma teoria conspiratória pro que aconteceu com o Ronaldo em 98?
...
O Guilherme Fiuza deu adeus ao hexa aqui.
...
[]'s

Darcio em maio 30, 2006 6:13 PM


#22

Oi Darcio, eu não acredito em nenhuma teoria conspiratória tipo "visita da Nike aos vestiários" não. Acho que foi falta de hombridade, coragem e comando da comissão técnica mesmo - incluído aí, claro, o médico Lídio Toledo.

Idelber em maio 30, 2006 8:31 PM


#23

Deve-se lembrar que a convocação de Dario do Atlético Mineiro - não tirando os méritos do jogador - foi feita por Zagallo depois de Saldanha ter negado o pedido do então presidente Medici, respondendo-lhe que ele não se metia na escolha do ministério e que o presidente não deveria palpitar na convocação de seus jogadores.

Sabrina em junho 1, 2006 1:37 AM


#24

Bem lembrado, Sabrina. Foi exatamente isso. Adoro o Dadá, mas essa foi mais uma mostra do caráter do Zagallo :-)

Idelber em junho 1, 2006 2:24 PM


#25

Ridículo essa mania que a imprensa carioca tem de fabricar "ídolos", ainda mais no futebol. Vale lembrar o Fio Maravilha e o craque dos anos noventa Brenerildo (mistura do super Brener, do vascão com o incrível Iranildo, do flazão). O Zagallo é apenas mais uma dessas invensões, só que ele se supera. Aquela comemoração de aviãozinho do Zaga-gallo festejando uma vitória heróica contra a África do sul foi cruel.

Jair Bernardes em junho 5, 2006 2:30 PM


#26

Aliás, no Rio parece que é tudo na base do aumentativo: flazão, fluzão, fogão, vaxcão, etc.
Abraços, e parabéns pelo texto. Tudo por que a sede da CBF fica alí na Barra da Tijuca.

Jair Bernardes em junho 5, 2006 2:36 PM


#27

Zagallo tem responsabilidade pelo mau futebol de 1974, sim. Isso é inegável. O time foi mal convocado e, principalmente, mal escalado.

Mas acusar o Zagallo pelas derrotas contra França e Nigéria é absurdo. Argumento típico de quem não admite que outro time possa jogar melhor que a gente e procura sempre um bode expiatório.

Faltou conhecimento também ao dizer que o time de 1970 já veio pronto do Saldanha. Foram feitas 3 mudanças e não duas como dito no texto: Everaldo, Clodoaldo e Rivelino entraram como titulares. A zaga passou a ser Piazza e Brito, ao invés de Joel e Rildo. O time passou a jogar com 4 meia-atacantes, ao invés de usar pontas específicos, algo inédito então. Tostão disse em entrevista dada no mês de maio que o melhor técnico que ele já viu em uma seleção foi o Zagallo em 70.

Filipe Silva em junho 6, 2006 11:33 AM


#28

Filipe, obrigado pelo comentário. Verdade que eu me esqueci de mencionar a entrada do Everaldo.

Mas a zaga de Saldanha era Djalma Dias e Joel, não Joel e Rildo. Rildo jogava de lateral-esquerdo na equipe do Saldanha. E Saldanha já havia escalado Brito no time, como por exemplo no 6 x 0 contra a Venezuela no dia 29 de agosto de 1969 no Maracanã. Brito era uma das "11 feras do Saldanha" e era parte da equipe anunciada no dia do "topo". Rildo nunca jogou de zagueiro de área na equipe de Saldanha.

Também não é verdade que o não-uso de pontas específicos fosse "inédito". Para não voltar ao Telê de 1951 no Fluminense, pode-se citar o próprio Jairzinho que, no time de Saldanha, não era "ponta-direita específico".

Sobre as derrotas para França e Nigéria, claro, aí é questão de opinião. Eu estava em Atlanta em 1996, e a euforia criada pelas declarações de Zagallo me parece que influíram, sim, no time. Não acredito que o time de juniors (ou de gatos, não importa) da Nigéria fosse superior a um time com Ronaldo, Rivaldo e Bebeto. Mas aí, claro, é questão de opinião.

Quanto à França, puxa, acho difícil fugir do argumento que um treinador (e um médico) que escalam um jogador que acaba de ter uma convulsão têm, sim, a culpa. Ao invés de assumi-la, Zagalo preferiu (implicitamente) pôr a culpa no próprio Ronaldo, ao dizer que depois da convulsão dele "iríamos perder de qualquer jeito". Abraços,

Idelber em junho 6, 2006 5:01 PM


#29

ah eu gosto do zagalo po o cara é crace
eli mudou a seleçao em 70 e ganhouu ....

marii ,josi e nathy em junho 8, 2006 7:30 PM


#30

Prezados Ildelber e Minton...Vocês sacaram uma realidade que também me chamou atenção...Cara!!! Faz uns quinze dias eu escrevi uma enorme comparação entre 1966 e 2006, a pedido de um jornal lá de Recife. É uma porrada de coincidências, que vão desde badalação noturna de jogadores até "oba oba" de treino com torcida e pouco trabalho de condicionamento. Vou ver se os pernanbucanos jogaram a matéria na internet e passo o site pra vocês. É preocupante... Ontem dei o mote pro pessoal da Rádio Tupi mas eles não entenderam.... Se o Brasil ganhar a primeira partida com futebol mediocre (tal como em 66)... eu acho que a vaca vai pro brejo.

Waldo Stilbrunk em junho 9, 2006 3:26 AM


#31

A mídia cala quando se trata de Zagalo, que foi um jogador medíocre e muito mais como técnico. Num passado não muito distante ele o lobo, foi técnico de uma seleção olimpica que nunca arrebatou uma medalha de ouro. No entanto a seleção que êle dirigiu conquistou o 3º lugar, assegurando a medalha de bronze, que na cabeça daquele imbecil nada significava, tanto é que, recusou-se a subir ao pódio para recebê-la. Foi tão grave aquela imbecibilidade, e a nossa mídia nunca comentou para preservar a imagem de um idiota que vive a falar asneiras. Alguém nesse país sabe desse episódio...pouquíssimos.

Wilson Delgadinho em julho 10, 2006 7:28 PM


#32

Como eu disse em 09/06/2006>>>>> A vaca foi pro brejo.... O que começa errado vai terminar errado se não concertar no meio do caminho. Isto é tão óbvio que nem deveria ter sido dito... mas parece que tem gente que não saca o óbvio!!!

Waldo Stilbrunk em julho 13, 2006 3:12 AM