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terça-feira, 03 de abril 2007
Advogada evangélica se recusa a entrar na vara

Roubei daqui.
Escrito por Idelber às 05:24 | link para este post
| Comentários (18)
#1
Não sei se rio mais da "vara" ou do "roubei daqui".
Essa história de plágio ainda afeta meus nervos...
Beijos
Sandra em abril 3, 2007 8:35 AM
#2
Vejam essa também...
'Numa Vara Cível da Comarca de Jaboatão dos Guararapes/PE, em plena audiência de instrução de Investigação de Paternidade cumulada com alimentos, o Juiz de Direito, muito salientemente e já tendo absoluta convicção da interpretação equivocada por parte da parte humilde, disparou:
- Ô, Dona Josefa, a senhora já tinha sido "ARROLADA" antes? Digo isso porque, pelo que estou vendo aqui, no processo, essa é a sua primeira vez que comparece a uma audiência...
Rapidamente a parte respondeu em alto e bom som, para desespero da Douta Promotora de Justiça que a tudo assistia, impávida:
- Ôxe, "Dotô", eu nunca mais tive "INTIMIDADES" com esse "CABRA SAFADO" mais não, "ARROLAR" mesmo, só foi naquela vez, no matagal, perto do campinho...'
frank em abril 3, 2007 9:39 AM
#3
Isso aí é quase inacreditável. E o pior é que é só quase.
Bom, eu namorei uma médica que contava histórias hilárias sobre as reações das pacientes quando ela receitava "Novalgina". E histórias bem menos hilárias sobre pacientes que realmente levavam a história ao pé da letra e chegavam com sérios problemas ginecológicos no consultório.
Mudando de assunto: Idelber, fiz um post que tem, digamos, um "comentário" sobre seu post anterior. :)
Hermenauta em abril 3, 2007 11:41 AM
#4
Sandra, acho que você anda confundindo um pouco o sentido da palavra "plágio", não é? O que foi feito aqui foi uma citação com atribuição de fonte e link.
Idelber em abril 3, 2007 12:38 PM
#5
Não, Idelber. Sei exatamente o significado e suas consequências de tanto ler sobre o assunto nos dias seguintes ao plágio que sofri de um poema meu, publicado em outro blog.
O comentário que fiz foi somente uma brincadeira, pois os amigos ainda brincam comigo por causa de toda a confusão.
Mas, se você não gostou da brincadeira, peço desculpas. Em momento algum tive o intuito de desagradar.
Sandra em abril 3, 2007 1:31 PM
#6
Entendi, Sandra, problema não. Eu não sabia de plágio nenhum com você :-)
Idelber em abril 3, 2007 1:39 PM
#7
Até o Macedo deve estar rindo dessa.
gd ab
JULIO CESAR CORREA em abril 3, 2007 2:09 PM
#8
Quanta injustiça! A ilustre doutora, a melhor da cidade, não entra na vara e quem chupa (o dedo) é o cliente...
O desconjurado que resolveu mudar o nome do troço deveria ser denunciado na OAB e julgado por uma Junta na Vara.
Dismnésico em abril 3, 2007 4:16 PM
#9
Como advogada não sei se rio ou choro. Já conhecia a história, pois a recebi há tempos por e-mail, cuja autenticidade não afirmo nem duvido. "Pérolas" judiciais existem para todos os gostos. Arrisco o palpite que se verdadeira for a história, a nobre colega não mais advoga, uma vez que nas áreas cível e criminal há décadas que se fala em vara e não em junta.
Aliás, o nome era Junta de Conciliação e Julgamento pois se tratava de órgão colegiado, em que havia um juiz togado (de carreira e concursado) e dois juizes classistas, representando um os trabalhadores e outro os patrões. Ambos indicados pelos sindicados de trabalhadores e patronais.
Embora o cargo fosse eletivo, após 8 anos os tais juizes classistas se aposentavam com vencimentos integrais. Em sua maioria tais "juizes" eram totalmente despreparados para o cargo. Após muita luta a representação "classista" se extinguiu, e a junta de conciliação e julgamento mudou naturalmente de nome para "vara do trabalho".
Valéria em abril 3, 2007 4:30 PM
#10
Olá Idelber,
Taí mais uma pérola.
'Esta aconteceu em Minas Gerais (Carmo da Cachoeira). O Juiz Ronaldo Tovani, 31 anos, substituto da Comarca de Varginha, ex-promotor de justiça, concedeu liberdade provisória a um sujeito preso em flagrante por ter furtado duas galinhas e ter perguntado ao delegado "desde quando furto é crime neste Brasil de bandidos?".
O magistrado lavrou então sua sentença em versos.
No dia cinco de outubro
Do ano ainda fluente
Em Carmo da Cachoeira
Terra de boa gente
Ocorreu um fato inédito
Que me deixou descontente.
O jovem Alceu da Costa
Conhecido por "Rolinha"
Aproveitando a madrugada
Resolveu sair da linha
Subtraindo de outrem
Duas saborosas galinhas.
Apanhando um saco plástico
Que ali mesmo encontrou
O agente muito esperto
Escondeu o que furtou
Deixando o local do crime
Da maneira como entrou.
O senhor Gabriel Osório
Homem de muito tato
Notando que havia sido
A vítima do grave ato
Procurou a autoridade
Para relatar-lhe o fato.
Ante a notícia do crime
A polícia diligente
Tomou as dores de Osório
E formou seu contingente
Um cabo e dois soldados
E quem sabe até um tenente.
Assim é que o aparato
Da Polícia Militar
Atendendo a ordem expressa
Do Delegado titular
Não pensou em outra coisa
Senão em capturar.
E depois de algum trabalho
O larápio foi encontrado
Num bar foi capturado
Não esboçou reação
Sendo conduzido então
À frente do Delegado.
Perguntado pelo furto
Que havia cometido
Respondeu Alceu da Costa
Bastante extrovertido
Desde quando furto é crime
Neste Brasil de bandidos?
Ante tão forte argumento
Calou-se o delegado
Mas por dever do seu cargo
O flagrante foi lavrado
Recolhendo à cadeia
Aquele pobre coitado.
E hoje passado um mês
De ocorrida a prisão
Chega-me às mãos o inquérito
Que me parte o coração
Solto ou deixo preso
Esse mísero ladrão?
Soltá-lo é decisão
Que a nossa lei refuta
Pois todos sabem que a lei
É prá pobre, preto e puta...
Porisso peço a Deus
Que norteie minha conduta.
É muito justa a lição
Do pai destas Alterosas.
Não deve ficar na prisão
Quem furtou duas penosas,
Se lá também não estão presos
Pessoas bem mais charmosas.
Afinal não é tão grave
Aquilo que Alceu fez
Pois nunca foi do governo
Nem seqüestrou o Martinez
E muito menos do gás
Participou alguma vez.
Desta forma é que concedo
A esse homem da simplória
Com base no CPP
Liberdade provisória
Para que volte para casa
E passe a viver na glória.
Se virar homem honesto
E sair dessa sua trilha
Permaneça em Cachoeira
Ao lado de sua família
Devendo, se ao contrário,
Mudar-se para Brasília!!!'
frank em abril 3, 2007 6:33 PM
#11
Só porque é Evangélica não pode gostar de Vara?? Imagina então sambar na Mangueira...
Gustavo Uriartt em abril 3, 2007 7:35 PM
#12
Idelber, no site "Espaço Vital", há um espaço inteiramente dedicado às pérolas jurídicas, inclusive o link tem o título de "pérolas". Reproduzo uma das q encontrei por lá:
"Certifico que efetuei a penhora de quinze galinhas, dois galos e uma ninhada de pintos, não sendo possível contar o número exato destes pois as aves não ficaram imóveis. A penhora requerida sobre os ovos, deixei de fazer, por se tratarem de bens perecíveis, e de certo ninguém vai querer servir de depositário".
De uma certidão de oficial de Justiça em Chapecó-SC.
E, mais uma:
"O ´de cujus" era casado com Helena. Manteve união estável simultânea com Elena. A escolha por duas mulheres de nomes de grafia semelhante, mas de fonética igual, facilitava a ele para que nunca se enganasse de nome, ao chamar pela mulher que estava a seu lado".
....................
Comentário durante o regime de discussão, em julgamento na 8ª Câmara Cível do TJRS.
Valéria em abril 4, 2007 8:57 AM
#13
Não gosta de vara? Mulher sem graça!
Milton Ribeiro em abril 4, 2007 11:57 AM
#14
eu não entendi um negócio...
O marido é o ex-namorado??
ou será que a ilustre senhora, tão casta e tão desgostosa de varas..., é bígama????
Luana em abril 4, 2007 11:58 AM
#15
essa tá precisando sentar numa junta inteira
gugala em abril 4, 2007 7:15 PM
#16
Como diz na area juridica, esta colega não vai ser conduzida nunca " debaixo de vara "
gilson em abril 8, 2007 9:28 AM
#17
Arrolando na vara, então, nem pensar?
Corazza em abril 10, 2007 5:21 PM
#18
mas Vara não é de família também?
até os quatorze, corri muito para não entrar na 3ª vara de marmelo da família, uma tentativa de salvaguardar as nalgas que eram julgadas sumariamente naquela época.
claudio boczon em abril 13, 2007 7:56 PM