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terça-feira, 24 de abril 2007

Performing Brazil, Madison, Wisconsin

DSC03513.JPG
arte do cartaz: Talía Guzmán-González.

Registrar congressos acadêmicos no blog é chato, mas o encontro Performing Brazil, na Universidade de Wisconsin, Madison, não pode passar em branco. Talvez eu me lembre de colóquios de estudos culturais tão bons como esse. Melhores, duvido. Os Profs. Severino Albuquerque e Kathryn Sánchez, além de impecáveis na organização, tiveram a ótima idéia de convidar oito "keynote speakers", abrir um call for papers e, depois de seleção bem feita, montar um programa coerente. Nada que lembrasse os arrazoados em que se transformam os congressos que privilegiam a quantidade. Foram 2 dias de maratonas de 10 horas de banquete intelectual – pontuadas por almoço com cardápio à brasileira, da melhor qualidade, e concluídas à noite com visitas aos excelentes restaurantes de Madison que, além de tudo, servem cerveja local que ombreia com as melhores do mundo.

Contar tudo é impossível, mas aqui vão meus destaques:

Uma incrível apresentação de Bryan McCann, autor do premiado Hello, Hello Brazil: Popular Music in the Making of Modern Brazil, sobre a era do rádio. Sem um único pedaço de papel, demonstrando só com o iPod e a gaita, Bryan examinou desta vez as pouco estudadas raízes da bossa nova no blues. Foi montando uma história alternativa da bossa nova para além da tríade Jobim-Gilberto-Vinícius, com fantásticos exemplos musicais como Horace Silver (née Horácio da Silva, para quem não sabe). Bryan ainda deu, de gorjeta, a melhor explicação da famosa flatted fifth (quinta bemolizada) que já vi. Foi um show de historiografia e análise musical.

Apresentar depois de um cara desses é um pesadelo, mas meu brother e colega daqui de Tulane, Christopher Dunn, entrou e deu outro show: um passeio pelas paródias e brincadeiras visionárias de Tom Zé com o tema do cidadão e da cidadania. Entre os exemplos musicais, “São, São Paulo” no festival da canção e uma performance recente, dos anos 90, de “Identificação”, no Teatro Vila Velha em Salvador, tão inesquecível que é realmente um crime que Chris não tenha subido a joça ao Youtube ainda.

A turma de estudos de música que veio era da pesada e não terminava aí: Jason Stanyek, de Nova Iorque, com gravações de entrevistas e demonstrações musicais, mapeou o já vasto terreno do samba nos EUA. Passou por figuras como Jorge Alabe e Curtis Pierre – ambos com trajetória aqui em New Orleans – e demonstrou, com a competência de musicólogo que também é compositor, as mutações do suíngue (esse curioso monossílabo inglês que os brasileiros transformamos em trissílabo) na diáspora tupinambá daqui. De quebra, Jason emplacou uma bela elaboração do conceito de groove e exibiu um daqueles vídeos de Jorge Alabe em que se tem sensação de que há uma orquestra percussiva tocando. Outra apresentação de babar.

Daniel Sharp, mestre em música com dissertação sobre o mangue beat e doutor com tese sobre a música de Arcoverde, foi de Assis Calixto ao revolucionário Cordel do Fogo Encantado. Com super conhecimento de causa (Dan já virou até nome de crepe por aquelas bandas), deu aula magistral sobre a música do portal do sertão pernambucano.

Outro ponto alto foi a mega revisão da obra de Nelson Pereira dos Santos por Darlene Sadlier, permeada por clips bem escolhidos, que foram tecendo um belo painel da obra de Nelson e me encheram de vontade de rever os filmes que já vi ou assistir àqueles que ainda não conheço. Rebecca Atencio fez uma leitura fina de uma peça que levanta todo tipo de problemas ético-estéticos: Lembrar é resistir, encenada nas dependências do DOPS em SP e ambiciosa (alguns diriam invasiva) em sua manipulação da tour que recebe a platéia pelos corredores do horror.

O encerramento foi uma palestra memorável de uma das maiores críticas teatrais brasileiras (senão a maior), Silvana Garcia, que nos brindou com uma visita direto de São Paulo. O tema foi o Oficina, sobre o qual aprendi tudo o que sempre quis saber. Silvana fechou com chave de ouro, exibindo um clip de vinte minutos dessa maratona orgiástica que é a montagem do Zé Celso Martinez Corrêa d’ Os Sertões, de Euclides.

Quando alguém lhe disser que os brasilianistas dos EUA só fazem estereotipar e repetir clichês, sugira uma rápida visita às obras dessa turma e àquelas dos vários outros listados no programa que eu não citei.

Houve muito mais. Não seria exagero dizer que jamais aprendi tanto sobre música e teatro em dois dias. Severino e Kathryn, obrigado. Aos alunos de Wisconsin, especialmente às alunas do seminário de literatura contemporânea da Prof. Ksenija Bilbija, com as quais bati longo papo, aquele abraço pela hospitalidade.

Eu disse que as cervejas de Madison são incomparáveis? Quando for, não perca a Capital Amber e não deixe de ir ao Great Dane. Não perca tampouco um restaurante leste-africano, o Buraka. É isso. Valeu mesmo, Madison :-) Numa semana trágica para a universidade americana, foi inspirador ter o outro lado da moeda em grande estilo.

PS: O camarada Flávio Prada convida para um exercício de reflexão ecológica, inspirado pelo Faça sua parte. Todo apoio cá deste humilde.



  Escrito por Idelber às 05:06 | link para este post | Comentários (11)


Comentários

#1

>"Registrar congressos acadêmicos no blog é chato.." !Por certo, perdeste osenso:-)))
Mas não diga uma coisa dessa, menino.
Mas, onde já se viu (em todos os sentidos) isso, Idelber?;-)
Got sei dank, pois acho que não há melhor lugar e obrigada por ter feito isso.
Minha madrugada foi a ler e seguindo links, aprender e em alguns casos tomar contado com idéias e nomes.
E com idéias evidentemente.

Não preciso dizer para você que tudo quanto é pesquisa musica musical, estou in.
Agora, em blogs -em que se fala de tudo e de todos:-) nunca, nunca a não ser com a sua sua intervenção agora, eu pude ouvir falar (ler) a respeito de *SILVANA GARCIA* e olhe o que eu soube não foi pouca coisa.

Ora, ora, Idelber, - disseram que *nunca me leram* mas que não gostam de mim por eu elogio, mas acha que é elogio dizer que alguém tem o raríssimo semo senso de oportunidade, e de sensibilidade em dividir com brasileiros, coisas que nós brasileiro desconhecemos?

Não sei se é a maior, por causa do foco, nitidamente paulista, mas que ´r de uma nítida excelência, ah isso é.
Albo lapillo diem

Meg (Sub Rosa) em abril 24, 2007 7:18 AM


#2

Idelber, no Chile também existe uma Capital Amber, produzida em Santiago. Eu provei ano passado, quando estive por lá, e gostei bastante, especialmente da Capital Pale Ale.

Fica a dica para sua próxima viagem à bela Santiago. Aliás, eu estou devendo um post sobre as cervejas chilenas em meu blog, e espero pagar a dívida em breve.

Abraço.

Ricardo Antunes da Costa em abril 24, 2007 8:48 AM


#3

Que maravilha, hein? Fiquei cá com água na boca. Idelber, você vai na LASA, em Montreal? Devo apresentar um trabalho sobre direitos humanos no Mercosul e estou muito a fim de aproveitar para conhecer melhor o povo dos estudos culturais.

Abraços

Maurício Santoro em abril 24, 2007 9:39 AM


#4

Não vejo problema em repercutires nada deste nível aí.O único problema é que a gente morre de inveja.

Para me consolar, vou ouvir o último CD da Mônica Salmaso que está demais. Amanhã ou depois faço uma resenhazinha a respeito. Ou será que é chato fazer isto em blogs...?

Tu queres me dizer que Horace Silver, um jazzista que amo, é Horácio da Silva e eu que tenho vários CDs dele não sabia? É isso mesmo? É, é mesmo - conferi no Google -, eu não sabia!

Por falar em Google, ontem pesquisei sobre Luiz Vilela e acabei aqui, num post louco de bom sobre as pessoas que só lêem clássicos e torcem o nariz pra contemporaneidade. Muito bom, professor.

Grande abraço.

Milton Ribeiro em abril 24, 2007 10:42 AM


#5

Idelber, conheces este acervo aqui?

http://umquetenha.blogspot.com/

Milton Ribeiro em abril 24, 2007 11:14 AM


#6

Milton, é isso mesmo. Horace Silver é filho de imigrantes cabo-verdianos....

Idelber em abril 24, 2007 1:35 PM


#7

Caramba! tô aqui babando de inveja: acho que nunca vou participar de uma maratona dessas! Será que foi gravado, filmado, youtubado? Abrs.

Cláudio Costa em abril 24, 2007 9:51 PM


#8

Mauricio, vou à LASA sim, vejamos-nos por lá :-) E não me esqueci do seu pedido de post sobre a Colômbia. Tenho um aluno, doutorando, escrevendo tese sobre o assunto. Estou tentando convencê-lo a fazer um post como blogueiro convidado.

Dr. Cláudio, infelizmente não foi gravado. Uma pena mesmo...

Ricardo, mantenhamos viva aquela idéia de posts conjuntos sobre cerveja. No momento estou saboreando uma Negra Modelo :-)

Meguita, é uma honra lhe apresentar a Silvana Garcia. É uma deusa.

Milton, que belo acervo. Obrigado!

Idelber em abril 24, 2007 10:21 PM


#9

SONG FOR MY FATHER. by Horace Silver.
played by all gig musicians who use "The Real Book"..

Idelber, you forgot your talk...

Are you gonna post or can you send me?

Chick Science and the science of citizenship.

cap em maio 8, 2007 9:40 PM


#10

I'm still putting the final touches on it, Anjo.

Sure thing, I'll send it to you as soon as I have the final version :-)

Idelber em maio 8, 2007 9:58 PM


#11

gostaria de te conhecer, estou neste mundo perdido que não tenho amigo, peço favor

keery kelly em setembro 15, 2009 4:39 AM