Meu Perfil
Um blog atleticano e antropocêntrico.



email: idelberavelar gmail ponto com
Sobre o autor
 Curriculum Vitae
 Página pessoal em Tulane
 Prêmio Itamaraty (pdf)
 The Untimely Present
 The Letter of Violence
 Alegorias da Derrota
 Ensaio sobre o PT
 Balanço Governo Lula
 Ensaio Música Mineira
 Ensaio sobre 11/09
 Entrevista no Chile
 Entrevista no Gravatá
 Ensaio sobre o Galo


Sobre ela
 Um defeito de cor
 Ao lado e à margem do que sentes por mim
 Prêmio Casa de las Américas
 Comentário de Millôr
 Comentário de Risério
 Resenha na Folha de Pernambuco
 Entrevista na Record
 Entrevista na Globo News
 Entrevista na Novae (2002)


Histórico
 novembro 2008
 outubro 2008
 setembro 2008
 agosto 2008
 julho 2008
 junho 2008
 maio 2008
 abril 2008
 março 2008
 fevereiro 2008
 janeiro 2008
 dezembro 2007
 novembro 2007
 outubro 2007
 setembro 2007
 agosto 2007
 julho 2007
 junho 2007
 maio 2007
 abril 2007
 março 2007
 fevereiro 2007
 janeiro 2007
 novembro 2006
 outubro 2006
 setembro 2006
 agosto 2006
 julho 2006
 junho 2006
 maio 2006
 abril 2006
 março 2006
 janeiro 2006
 dezembro 2005
 novembro 2005
 outubro 2005
 setembro 2005
 agosto 2005
 julho 2005
 junho 2005
 maio 2005
 abril 2005
 março 2005
 fevereiro 2005
 janeiro 2005
 dezembro 2004
 novembro 2004
 outubro 2004


Assuntos
 A eleição de Obama
 Clube de leituras
 Fenomenologia da Fumaça
 Filosofia
 Futebol e redondezas
 Gênero
 Literatura
 Metablogagem
 Música
 New Orleans
 Polí­tica
 Primeira Pessoa



Visito
 Acontecimentos
 Afonso, o Chato
 After the Fall
 Agência Carta Maior
 Aguafuertes
 Alcinéa Cavalcante
 Alê Felix
 Além do jogo
 Alessandra Alves
 Alfarrábio
 Amalgama
 Amante profissional
 Os amigos do Presidente Lula
 Animot
 Ao mirante, Nelson!
 Arrastão
 Bala perdida
 Balípodo
 Bereteando
 Biajoni!
 Bibi's Box
 Blog do Alon
 Blog do Bourdoukan
 Blog do Favre
 Blog do Cássio
 Blog do galinho
 Blog do Mello
 Blog do Rovai
 Blog do Sakamoto
 Blog dos Perrusi
 Blogafora
 blowg
 Botequim do Bruno
 The brain eaters
 Branco Leone
 Bratislava
 Bugio
 A bundacanalha
 Caldos de tipos
 Caquis caídos
 O carapuceiro
 Carla Rodrigues
 Carnet de notes
 Carreira solo
 Carta da Itália
 Carvoeiro
 Caryorker
 A casa da colina
 Casa da tolerância
 Casa de paragens
 Catarro Verde
 Catatau
 Cidadania
 Cinefilia
 Cinematógrafo
 Cintaliga
 Conejillo de Indias
 Consenso, só no paredão
 Contra Capa
 Contraditorium
 Controvérsia
 Conversa afiada
 Cria Minha
 Cris Dias
 Crônicas perversas
 Cyn City
 Cynthia Semíramis
 Uma dama não comenta
 Daniel Lopes
 De olho no fato
 De primeira
 Diálogico
 Diário da Lulu
 Diário da Odalisca
 Diário de Bordo
 Diario de trabajo
 Diário gauche
 Diplomacia bossa nova
 Direitos fundamentais
 Dissidência
 Dito assim parece à toa
 Doidivana
 Don Quijote
 Dossiê Alex Primo
 ¡Drops da Fal!
 Duas Fridas
 É bom para quem gosta
 É por aqui que vai pra lá?
 eblog
 Ecologia Digital
 Enloucrescendo
 Enquanto seu blog não vem
 Epicaos
 EraOdito
 Escrúpulos Precários
 Escudinhos
 Estado anarquista
 O esvaziar das nuvens
 Eugenia in the meadow
 Fabricio Carpinejar
 Faca de fogo
 Faça sua parte
 Favoritos
 A Feminista
 Ferréz
 Fiapo de jaca
 Fósforo
 Fina flor
 Fogo nas entranhas
 Fotógrafos brasileiros
 Frankamente
 Fundo do poço
 Futebol, política e cachaça
 Gabinete dentário
 Galo é amor
 Garotas que dizem ni
 Gejfin
 Gravatá
 Gravataí Merengue
 Groselha news
 Guga Alayon
 Guia de literatura
 Hargentina
 Hedonismos
 Hermenauta
 Histórias do Brasil
 Homem do plano
 HQ e cultura
 Hunny.bunny
 Idéias mutantes
 Impedimento
 Impostor
 Imprensa Marrom
 Incautos do ontem
 Ingresia
 Inter-esse
 InternETC
 Interney
 Ius communicatio
 jAGauDArTE
 Jean Scharlau
 Jon Kepa
 O jornalismo morreu
 Juca Kfouri
 Juliano Rosa
 Kit básico da mulher moderna
 La lectora provisoria
 Lembrança eterna de uma mente sem brilho
 Liberal Libertário Libertino
 Limpo no lance
 Linkillo
 Lixo Tipo Especial
 Lixomania
 Luis Nassif
 Luz de Luma
 Mac's daily miscellany
 Maísa na blogosfera
 Uma Malla pelo mundo
 Marcelo Coelho
 Marconi Leal
 Maria Frô
 Marmota
 Martelada
 Melômano
 Meta.comunix
 Milton Ribeiro
 Mineiras, uai!
 Mox in the sky with diamonds
 Música popular do Brasil
 Na prática a teoria é outra
 Nababu
 Nación apache
 Nalu
 Namorado imaginário
 Nei Lopes
 Noncapisconiente
 Nova corja
 Nóvoa em folha
 Obra em progresso
 Odisséia literária
 Óleo do diabo
 Olho de boi
 Onde anda Su?
 Ontem e hoje
 Outros dias
 Overmundo
 Palestina do espetáculo triunfante
 Pálido ponto branco
 Panóptico
 Para ler sem olhar
 Paralelos
 Parede de meia
 Paulodaluzmoreira
 Pecus Bilis
 Pedro Alexandre Sanches
 Pedro Dória
 Peneira do rato
 O pensador selvagem
 Pensamentos esparsos
 Pensar enlouquece
 Perto do coração selvagem
 Pirão sem dono
 Poemas del alma
 Ponto media
 Por um punhado de pixels
 Porão abaixo
 Posthegemony
 Prás cabeças
 Prosa caótica
 Prosaico20
 Puente aéreo
 Quando, onde e como
 Quarentena
 Que cazzo
 Quelque chose
 Querido leitor
 Rafael Galvão
 Recordar repetir elaborar
 Reinventando Santa Maria
 Retrato do artista quando tolo
 Río fugitivo
 Roda de ciência
 Rosebud NYC
 RS urgente
 Sandino
 Seqüências parisienses
 Sergio Leo
 Serbão
 Sérgio blog 2.3
 O sinistro
 Sob(re) a pálpebra da página
 Soninha
 Soninha (gabinete)
 A Sopa no exílio
 Sovaco de cobra
 Sub rosa v.2
 Superfície reflexiva
 Talqualmente
 Tapera
 Taxitramas
 Tentativas de mitologia
 Terapia Zero
 Tiago Dória
 Todo prosa
 Todos os fogos o fogo
 Tordesilhas
 Torero
 Torre de marfim
 Tudo pode acontecer
 Tudo que é sólido se desmancha no ar
 Túlio Vianna
 Umbigo do sonho
 Ultimas de Babel
 Vejo tudo e não morro
 Velho do farol
 Viajando nas palavras
 La vieja bruja
 A vida em palavras
 Virunduns
 A volta dos que não foram
 Zema Ribeiro




BlogueirosComMarta120x120.jpg


selinho_idelba.jpg

Movable Type 3.36
« Momento bobagem :: Pag. Principal :: Gol mil de Romário »

domingo, 20 de maio 2007

Times inesquecíveis que eu vi, IV

Esta série, que já louvou o Internacional 1975-79, o Grêmio 1981-83, o Fluminense 1975-76, homenageia hoje o Guarani 1978.

guarani2 copy.jpg

Entre 1977 e 1979, poucas cidades do mundo tiveram – se é que alguma teve – duas equipes de futebol comparáveis àquelas de Campinas. Vice-campeã paulista em 77 e em 79, tendo perdido o primeiro título de maneira dramática, suspeita e inesquecível, a Ponte Preta maravilhou o mundo com um meio-campo sublime (Vanderlei, Marco Aurélio e Dicá), um extraordinário goleiro (Carlos), uma dupla de defensores de área onde jogavam um quarto-zagueiro de Seleção (Polozzi) e um dos maiores zagueiros-centrais que o país já viu (Oscar). Eu me arrisco a dizer que o foi o maior esquadrão da história do Brasil a jamais ter conquistado um título.

Mas a história reservava a grande conquista para os bugrinos. Depois da tremenda injustiça que foi o Campeonato Brasileiro de 1977 – no qual o encantador time do Atlético-MG terminou vice-campeão invicto, batido nos pênaltis por uma determinada equipe de brucutus formada no Morumbi sob Rubens Minelli – o Guarani de Campinas redimiu o futebol arte, o futebol toque-dribles-lançamentos no Brasileirão de 1978. Eu vibrei com essa conquista. Amei Careca. Nem que viva 200 anos, me esquecerei da final em que os campineiros humilharam o arrogante goleiro Leão, do Palmeiras.

Essa inesquecível equipe contava com um volante experiente, veterano de muitas conquistas, que cadenciava o jogo como ninguém. Ele tinha o melhor passe que já vi num ser humano dentro de uma cancha. Qualquer bola que saía de seus pés parecia enviada com as mãos. A equipe contava com um bigodudo exímio cobrador de faltas, que lançava como ninguém. Completando o meio-campo, havia um perigoso e valente meia que recebeu um apelido injusto. Estes dois meio-campistas depois dariam alegrias à fanática torcida do primeiro campeão brasileiro.

Numa época em que se falava muito da morte dos pontas, o glorioso Guarani de 1978, comandado por um mineiro matuto, trazia dois ponteiros natos, um endiabrado ponta-esquerda revelado pelo São Bento de Sorocaba e um ponta-direita que brilharia em outras equipes. Além de tudo,claro, a equipe trazia Careca, essa espécie de duplo menos talentoso de Reinaldo, que tinha, no entanto, mais força física que Reinaldo-- além de ter talento suficiente para encantar o mundo. Careca representou, para quem pensava em reconcilar o futebol-força com o futebol-arte, a possibilidade de um encontro no meio do caminho, que mantivesse, para os torcedores, um mínimo de magia. Ele brilhou lindamente nesse campeonato, marcando 13 gols, assim como o bigodudo que era exímio cobrador de faltas.

Como é de costume nesta série, vocês relatam quem são os profissionais em negrito e qual é a escalação da equipe fotografada acima. Se demorar mais de 24 horas, é humilhação pública para o blog.

PS: para depois que vocês escalem a equipe, fica a pergunta: quantos dos campeões brasileiros de 1978 jogaram no glorioso, no mais amado de Minas, o primeiro campeão brasileiro?



  Escrito por Idelber às 02:54 | link para este post | Comentários (26)


Comentários

#1

Negritos: Zé Carlos, Zenon (jogou no Galo em 86), Renato (Pé-Murcho) (jogou no Galo em 87, sob o comando do Mestre), Carlos Alberto Silva, Bozó e Capitão.

Humberto em maio 20, 2007 9:21 AM


#2

"o maior esquadrão da história do Brasil a jamais ter conquistado um título" foi o Vitória de 74. Joel Mendes, Mário Sergio e Osni. Nunca houve igual. Aliás, acho até que os três figuraram na Bola de Prata da Placar daquele ano.

Rodrigo em maio 20, 2007 9:51 AM


#3

Idelber,

seu texto me comoveu profundamente. Foi o mais bonito texto sobre o Guarani escrito por um não-bugrino.

O time titular era o seguinte:

Neneca; Mauro, Gomes, Édson e Miranda; Zé Carlos, Zenon e Renato; Capitão, Careca e Bozó. O técnico era Carlos Alberto Silva, o maior de todos.

Na final contra o Palmeiras, Zenon não jogou. Em seu lugar entrou Manguinha.

Sobre a decadência atual do meu glorioso, comentei aqui: http://patriafc.blogspot.com/2006/09/hoje-e-sempre.html

É possível, nesse link, ver um trecho do Globo Esporte da época, quando Léo Baptista (manja a gola da camisa do cara) ainda não tinha cabelos brancos. Atente para a entrevista com o pai-de-santo do Bugre, que assegura ter sido o responsável pelo título. Okê Caboclo!

PS - Injustiça mesmo foi termos perdido o título Brasileiro para o São Paulo, nos pênaltis, em 1986. Aquilo sim foi uma tragédia, equiparada somente à Seleção Canarinho diante da Itália, em Sarriá.

Bruno Ribeiro em maio 20, 2007 11:33 AM


#4

Rodrigo, muito bem lembrado, o Vitória de 1974. Era mesmo um esquadrão. Eu nem me lembrava que eles não tinham ganho o campeonato baiano.

Humberto acertou o nome dos profissionais em negrito e a escalação dada pelo Bruno está, claro, corretíssima. Realmente, no segundo jogo da final Zenon, suspenso, não atuou (obrigado pelo link, Bruno!).

Além de Zenon e Renato, mais um jogador dessa bela equipe do Guarani atuou, depois, pelo Galo. Vamos ver se alguém descobre quem é.

Para os que queiram identificar os jogadores na foto, a ordem é a seguinte: em pé, Zé Carlos, Gomes, Edson, Mauro Campos, Neneca e Miranda; agachados, Capitão, Renato, Careca, Zenon e Bozó.

Idelber em maio 20, 2007 1:23 PM


#5

E aqui vai a campanha do Bugre. Como se vê, o time só embalou mesmo na terceira fase. Mas terminou o campeonato com onze vitórias consecutivas:

1x3 Vasco da Gama
2x1 Bahia
2x0 CSA
0x0 Vitoria/BA (F)
1x1 CRB (F)
0x0 Sergipe (F)
5x0 Confiança
2x1 Ponte Preta
7x0 Itabuna/BA
0x2 Volta Redonda(F)
1x1 Botafogo/RJ(F)
Segunda Fase
1x1 São Paulo
3x0 Brasilia/DF (F)
1x5 Remo/PA (F)
3x0 Caxias/RS
2x2 Vasco da Gama-F
0x2 Portuguesa (F)
0x0 Coritiba
2x0 Villa Nova/MG
Terceira Fase
3x0 Internacional (F)
1x1 Goiás (F)
2x1 Santos
1x0 Botafogo/PB
3x0 Goytacaz/RJ
1x0 Botafogo/SP
1x0 Londrina (F)
Quartas-de-final
2x0 Sport Recife (F)
4x0 Sport Recife
Semifinal
2x0 Vasco da Gama
2x1 Vasco da Gama-F
FINAL
1x0 Palmeiras (F)
1x0 Palmeiras

Idelber em maio 20, 2007 1:26 PM


#6

Como curiosidade, e segundo os enfrentementos da tabela acima o Guarany naquele ano não enfrentou times como Atletico Mineiro, Cruzeiro Corinthians, Flamengo, Fluminense, e Gremio.

frank em maio 20, 2007 3:12 PM


#7

Timaço IDELBER! Viva o Guarani de 1978.
De primeira, ali na foto, só reconheci Renato, Careca e o grande Zenon. E fiquei na dúvida sobre em que extremidade dos agachados estaria Capitão.
Fui verificar e na campanha de 1978 do Guarani : perdeu para o bom time do Vasco (3 x 1), com três gols de Roberto (então verdadeiramente Dinamite) e em CAMPINAS ! E PARA MINHA SURPRESA perdeu para o Volta Redonda (no Raulino) e o Remo (no Mangueirão). Contra o Remo jogaram apenas 7 dos considerados titulares, e Zenon foi substituído.
Curiosidade, o GUARANI jogou neste campeonato contra os três Botafogo (O Glorioso, o Futebol Clube (de Ribeirão preto) e o da Paraíba).

Você falou também do Rubens Minelli de 1977, pois se você puder ler a biografia de Ademir da Guia (Divino – A Vida e a Arte de Ademir da Guia, de Kleber Mazziero de Souza, pela Editora Gryphus) verificará que ele empreendeu uma certa perseguição ao meia ‘esmeraldino’. E o Palmeiras foi campeão do Robertão de 1969 com Rubens Minelli, "apesar" de Ademir. Depois dirigiu, e foi campeão em um INTER cheio de craques. Mas em 1977 com as ‘manguinhas de fora’ dirigiu um São Paulo que ‘botava prá quebrar’, literalmente ! Jornalistas maigos e colunistas amestrados (como diz um famoso jornalista aqui do Rio), se encarregaram de dizer que Minelli era um bom técnico.

P.S. – Da coluna de ‘GENTE BOA’ no Globo de hoje (20/05/2007, edição n°26.949, pág. 3, Segundo caderno): “RC VEM AÍ – O escritor Paulo César Araújo reuniu-se semana passada com advogados e juristas. Ele quer reabrir o caso da sua biografia ... A propósito: Paulo César foi convidado semana passada pela Tulena University ... para contar num seminário ... a incrível história do livro e sua proibição.”

Paulo em maio 20, 2007 3:59 PM


#8

TULANE naturalmente, e não como está lá.

Paulo em maio 20, 2007 4:02 PM


#9

Olá Idelber,
Domingo, São Januário 19;27hrs, Romário acaba de fazer seu milésimo gol.
Queira ou não é um momento histórico para o futebol.
De Penalti, igual ao miléssimo de Pelé.

frank em maio 20, 2007 7:35 PM


#10

pois é, frank, acho que especialmente entre 77 e 79 o campeonato teve fórmulas esdrúxulas e acabava ocorrendo isso. Mas o Guarani enfrentou alguns times muito fortes no caminho.

Pois é, Paulo, também pela fórmula, era possível perder vários jogos, desde que "na hora certa". O Guarani com certeza soube usar esse direito quando podia ...

Procede a notícia sobre o Paulo Cesar, sim.

Idelber em maio 20, 2007 7:41 PM


#11

Caracolis, é ou não é ironia da braba ter sido de pênalti ;>)

Idelber em maio 20, 2007 7:43 PM


#12

O Guarani pegou MUITOS times fortes nesse campeonato, né?

E acabou a agonia do gol mil. Agora é esperar o gol 100 do Vitória neste ano. Bora!

Rodrigo em maio 20, 2007 7:48 PM


#13

Belíssimo texto Idelber, de arrancar lágrimas

As últimas Bugre: Vamos enfrentar Tupi, América-RJ e Jaguaré-ES na Série C....lágrimas novamente

Grande abraço

Rodrigo Viana em maio 21, 2007 1:20 PM


#14

E pensar que Guarani e América-RJ já estiveram juntos numa semifinal de Brasileirão...

Todo cuidado é pouco com o Tupi, Rodrigo. Cuidado mesmo com o Tupi.

Idelber em maio 21, 2007 1:29 PM


#15

Mais pra frente o Bugre ainda pode pegar o Bahia pela frente. Dois campeões brasileiros.

Rodrigo em maio 21, 2007 4:00 PM


#16

Tupi x Guarani. Isso que eu chamo de programa de índio.

Bruno Ribeiro em maio 21, 2007 11:38 PM


#17

hohoho, só faltou o Goytacases (RJ)...

Idelber em maio 22, 2007 12:16 AM


#18

Faltou a carcaterística principal do bugre...

Edk em maio 22, 2007 3:46 PM


#19

Careca era craque, Idelber. ouso dizer que foi o melhor atacante que eu vi jogar. ele estava iluminado no Camp Brasileiro de 86, pelo meu Tricolor(campeão em cima d'ocês em 77, hahahahaha).
eu torci pro Bugre em 78. depois trouxemos o Pé Murcho (injustiça mesmo, Renato era muito bom de bola)e o Careca em 83. bons investimentos. no intermezzo, fechamos com Carlos Alberto Silva. nas duas passagens pelo SP, fomos vice brasileiros.

Serbão em maio 31, 2007 9:45 PM


#20

Careca era cracaço, sem dúvida, Serbão. Mas em termos de pura habilidade, ali no espaço de um guardanapo, era Reinaldo e o resto.

Belíssimo aquele time de São Paulo de 1986.

Ao contrário do de 1977 :-)

Idelber em maio 31, 2007 9:50 PM


#21

É bom, que todos saibam, que um clube só é considerado bom quando tem história. É o caso do Guarani, que você retrata muito bem nesse texto, assim como o Paysandu construiu a sua história logo no começo deste século.

Cláudio santos em junho 1, 2007 5:02 PM


#22

Gostaria de saber, quantos gols de falta, o Zenon marcou.

Cláudio santos em junho 1, 2007 5:07 PM


#23

O Guarani de hoje é de dar dó, mas vamos ressurgir das cinzas com a Fênix. Afinal está nas mãos do competente Presidente Leonel, campeão em 78, com o saudoso Ricardo Chuffi. Para quem não sabe, a imprensa gaúcha ridicularizou o time do Guarani, dizendo que o ataque do Guarani era formado por atores de Circo, Capitão, Careca e Bozó... Não deu outra, o então iniciante e desconhecido técnico Carlos Alberto Silva uso e abusou das manchetes com seus comandados... Resultado em pleno Beira Rio, frente ao então Bi-Campeão Brasileiro, INTERNACIONAL, com seus inesquecíveis craques: Falcão, Batista e companhia. Tudo isso sem falar do antológico gol do Zenon, em que ele mata a linha burra fazendo um lançamento para ele mesmo. Naquele tempo, só mesmo o futebol arte para vencer e quem ainda teima em dizer que o Bugre não pegou times de expressão é importante frisar que eliminou o Inter, o Vasco da Gama e o então temido e favorito ao título: Palmeiras. Isso é história e esse time marcou época.

Paulo César em janeiro 4, 2008 9:53 AM


#24

Resultado do jogo Guarani 3 X 0 Internacional

Paulo César em janeiro 4, 2008 9:55 AM


#25

o São paulo ele é muito bom um time grande é de otmimo jogadores mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmuuito bom eu numca vou abandonar esse timassssssssssssso do coraão

rafael em agosto 5, 2008 7:02 PM


#26

VO Guarani de hoje é de dar dó, mas vamos ressurgir das cinzas com a Fênix. Afinal está nas mãos do competente Presidente Leonel, campeão em 78, com o saudoso Ricardo Chuffi. Para quem não sabe, a imprensa gaúcha ridicularizou o time do Guarani, dizendo que o ataque do Guarani era formado por atores de Circo, Capitão, Careca e Bozó... Não deu outra, o então iniciante e desconhecido técnico Carlos Alberto Silva uso e abusou das manchetes com seus comandados... Resultado em pleno Beira Rio, frente ao então Bi-Campeão Brasileiro, INTERNACIONAL, com seus inesquecíveis craques: Falcão, Batista e companhia. Tudo isso sem falar do antológico gol do Zenon, em que ele mata a linha burra fazendo um lançamento para ele mesmo. Naquele tempo, só mesmo o futebol arte para vencer e quem ainda teima em dizer que o Bugre não pegou times de expressão é importante frisar que eliminou o Inter, o Vasco da Gama e o então temido e favorito ao título: Palmeiras. Isso é história e esse time marcou época.


Paulo César em janeiro 4, 2008 9:53 AM

rafael em agosto 5, 2008 7:04 PM


Deixe seu comentário:






Lembrar seus dados?

(you may use HTML tags for style)