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domingo, 17 de fevereiro 2008

Contrate o Duda, Hillary

Um dia há que se escrever a história de como uma senadora bem informada e competente como Hillary Clinton colocou o seu destino eleitoral nas mãos de um completo imbecil como esse Mark Penn. Trata-se de um pseudo-estrategista político que, com uma única exceção, só acumulou derrotas até hoje. Foi ele o autor da “brilhante” idéia dos focus groups, que transformou a campanha de Hillary numa colcha de retalhos de apelos a faixas segmentadas da população, tática suicida no enfrentamento contra um candidato ancorado no apelo à união e à superação das divisões. O pior de tudo é que os nomes dos grupos que o sujeito cunhou como alvos são pérolas de mistificação: “as elites impressionáveis”, “os pais permissivos”, “os aposentados que trabalham” e outras sandices do tipo. No ano passado, Mark Penn inventou o infeliz termo "a candidata inevitável", para transformar em destino o favoritismo claríssimo de que a senadora de Nova York desfrutava naquele momento. Não poucos eleitores reagiram com a compreensível indignação: uai, inevitável por quê? Eu não votei ainda!

Também foi ele o responsável pela tática de descartar a importância dos estados vencidos por Obama e passar a ignorá-los. Repetidamente, o “estrategista” afirmou que estados com assembléias em vez de primárias não contavam; que estados pequenos não contavam; que estados com ampla população negra não contavam; que estados vermelhos não contavam. Numa corrida onde Obama já venceu 22 estados contra 11 de Clinton, o sujeito me sai com essa pérola: como podemos ter um candidato que não venceu em nenhum estado significativo além de Illinois? Segundo o sábio, Connecticut, Minnesota, Missouri, Louisiana, Maryland, Utah, Washington, Virgínia, Delaware, Alaska, Colorado, North Dakota, Maine, Kansas, Nebraska, Iowa, Idaho, Alabama, Geórgia, Carolina do Sul e o Distrito de Columbia não são “significativos”. Não é surpresa, portanto, que os conselheiros da campanha de Hillary já tenham começado a brigar entre si.

A última pérola de Mark Penn já denota certo desespero. Eis a citação, em toda sua genialidade: ganhar as primárias democratas não é uma qualificação ou um sinal de quem pode ganhar a eleição geral. Se fosse, todos os indicados venceriam, porque todos os indicados ganharam as primárias democratas. É mais ou menos como dizer: "aprender a ler não é uma qualificação para ser doutor. Se fosse, todos os que aprendem a ler fariam um doutorado". Esta é a besta quadrada que coordena a campanha de Hillary Clinton. Em qualquer eleição que eu disputasse, sem hesitação eu colocaria meu destino nas mãos do Paraíba contra esse Mark Penn. Seria um massacre. O Paraíba faria xinxim de galinha do sujeito.

A última notícia é no mínimo estranha: Hillary Clinton vai deixar Wisconsin na segunda-feira de manhã, 36 horas antes do final das votações no estado, que é o único, juntamente com o Havaí, a realizar primárias na terça-feira. Se eu não conhecesse os Clintons, diria que Hillary decidiu entregar as eleições para Obama. Eis o gráfico das intenções de voto de acordo com a última pesquisa em Wisconsin:

wisc-poll-2.jpg

O salário de Mark Penn é 5 milhões de dólares por ano.



  Escrito por Idelber às 04:05 | link para este post | Comentários (17)


Comentários

#1

O pessoal da campanha da Clinton deveria aprender com a criatividade do Obama: o cara tem até youtube próprio. E se fosse eu o candidato, apostaria no Duda Mendonça, esse faria realmente xinxim de galinha, hehe.

Charley em fevereiro 17, 2008 6:40 AM


#2

Charley, você tirou da minha "boca" (ou do meu teclado): eu ia linkar esse youbama no próximo post. No caso do uso da internet, há uma diferença gigantesca entre as duas campanhas. Acho que parte da explicação é a disparidade etária. Mas uma parte é consequência da estratégia da "inevitabilidade". Abração, dia 08 eu chego aí :-)

Idelber em fevereiro 17, 2008 6:50 AM


#3

Opa, dei uma de Mark Penn, só agora vi o título do post.

Charley em fevereiro 17, 2008 6:51 AM


#4

Beleza, abração :)

Charley em fevereiro 17, 2008 6:55 AM


#5

Idelber, sobre essa história da campanha da Hillary desconsiderar inúmeros estados, médios e pequenos, pelas razões que você apontou, a Kathleen Sebelius (governadora Democrata do estado do Kansas e que apóia Obama) deu a maior bronca nos Clinton's, dizendo que estes estados são importantes, sim, e que o serão ainda mais em Novembro. E que a campanha da Hillary deveria parar de tratá-los com tanto desprezo. Ela diz também que muitos destes estados votaram em Bush em 2004 e em 2006 elegeram governadores Democratas e que, portanto, o Partido tem chances reais, sim, de sair vencedor neles em Novembro próximo.

Ah, outra coisa, Idelber: gostaria de sugerir que você comentasse aqui no blog, também, sobre a disputa eleitoral para o Congresso e os Governos estaduais, que são muito importantes e que a Mídia praticamente ignora. Mas, penso que os blogs de qualidade, como é o seu, devem se diferenciar da Grande Mídia, justamente cobrindo aquilo que ela tanto despreza e que também é muito importante. Vi uma pesquisa outro dia em que, na eleição para o Congresso, os Democratas tinham 55%, contra 41% dos Republicanos.

Agora, quanto à disputa Democrata, Idelber, penso que a fatura está liquidada. Obama já ganhou! Mas, é claro que a campanha dele não pode pensar desta maneira e tem que continuar agindo como se tudo estivesse indefinido, ainda.

Go Obama!

Marcos em fevereiro 17, 2008 8:33 AM


#6

Idelber, bom dia.
Tenho acompanhado seus posts sobre as primárias e é exatamente aqui que tenho noção da realidade. Os jornalões são obliterados pela ideologia que suas manchetes e análises acabam mascarando o que de fato ocorre.
Abração.

Cláudio Costa em fevereiro 17, 2008 9:51 AM


#7

Isso lembra um filme (Um Pobretão da Casa Branca)em que Chris Rock, está prestes a se eleger Presidente dos EUA. Então, na Flórida, quando a TVs mostram tal possibilidade, os eleitores que estavam em casa descansando ou nas praias, abandonam o lazer e partem desesperados para votar contra ele. Talvez a tese da "inevitabilidade" conte com isso. Mas, talvez, tenha esquecido do fator Jack Bauer, que defende com unhas e dentes o Presidente Palmer em "24 Horas". Palmer acaba assassinado, mas o irmão dele assume e Jack Bauer continua fiel, defendendo-o, colocando em risco permanente a própria vida para desmontar as intermináveis conspirações. Idelber, desculpe a brincadeira baseada em um texto sério como o seu. Mas foi inevitável.

Dawran Numida em fevereiro 17, 2008 10:51 AM


#8

A sra. Hillary pensou que ia ser fácil e que sua indicação era inevitável por direito divino ou pelo fato do marido ter sido presidente. Um pouquinho de humildade nunca fez mal a ninguém...

Carlos J. Jansen em fevereiro 17, 2008 10:58 AM


#9

Hillary não tem carisma e portanto deveria aposentar os ataques contra a Obamania. E pergunta-se: porque democratas não desistem de vez da Hillary se sabem que ela provavelmente perderá p/ McCain? Ou vc acha q ela teria boas chances na corrida final?

Fábio S. em fevereiro 17, 2008 11:18 AM


#10

Se a gente voltar a fita para o fim de 2005, começo de 2006, de fato a Hillary ERA a "candidata inevitável". Quem é que ia apostar, na época, num senador mulato (ou Afro-American, como queiram), sem projeção nacional e ainda por cima com um nome esquisito como Barack?

Obviamente, o marqueteiro da Hillary deu um tiro de bazuca contra o pé da candidata com os últimos acontecimentos (aquele comercial da banda de rock não ajudou em nada). O meu medo é o clima de já-ganhou: Hillary não nasceu ontem, então estou esperando um coelho ou dois da cartola para os próximos meses...

(E o John Edwards? Afinal de contas, o cabra se decide ou não quanto ao apoio?!)

Anna C. em fevereiro 17, 2008 11:26 AM


#11

Idelber, como se escreve "besta quadrada" em inglês?? vou mandar um e-mail pra eles...

Henrique Gomes Carneiro em fevereiro 17, 2008 12:08 PM


#12

Pois é, Marcos, a Gov. Sebelius está dizendo o óbvio: se você menospreza o voto de determinados estados nas primárias, ora, não poderá reclamar se for menosprezado por eles nas eleições gerais. Anotei a sugestão acerca das eleições legislativas. É difícil pacas acompanhá-las, mas posso tentar.

Cláudio, amigão, é bom saber que você está ligado. No dia 08, eu chego por aí. Vamos tomar aquele chope :-)

Dawran, brinque à vontade, camarada! Quanto mais cultura cinematográfica nos comentários, melhor, porque o blogueiro é meio limitado nessa área.

Carlos, falta de humildade é a definição perfeita da impressão que a campanha de Hillary passou para muitos eleitores este ano. Acho que é por aí mesmo.

Mestre Fábio, as chances de Hillary na eleição geral são bem menores que as de Obama. Todas as pesquisas confirmam isso. Mas o fim desta pendenga só depende dela. E aí, conhecendo os Clintons, eu aposto: eles vão arrastar isso até não ter mais jeito, ou até se convencerem de que continuar não é do seu próprio interesse.

É isso, Anna, não há dúvidas que a candidatura dela, no ano passado, tinha aura de inevitabilidade. A burrice foi usar isso como estratégia de campanha. Acredito que os coelhos já acabaram: era a pressão sobre os superdelegados e a tentativa de mudar as regras do jogo na Flórida e em Michigan. A conferir. Compartilho com você a impaciência com a omissão de Edwards. Ele já poderia ter decidido essa parada.

Henrique, uma boa tradução seria moron.

Idelber em fevereiro 17, 2008 2:05 PM


#13

Aliás, Sebelius ainda VAI ser Presidente dos EUA.

André Kenji em fevereiro 17, 2008 6:33 PM


#14

Acho que Hillary nunca teve chances, e Penn não pode mudar em nada isso, tanto para melhor ou para pior.

André Kenji em fevereiro 17, 2008 6:40 PM


#15

Isso de ser o "candidato inevitavel" e uno das coisas mais "anti-americanas" que jamais tenho escutado. Ao escuatarlo pela primeira vez, achei, "Wow, num pais onde a maioria acreditan que tem o libre albedrio e que cada persona se encarga do seu proprio destino isso nao va ter o resultado deseado."

E increivel que o tipo ganasse $5 milhoes por ano. Acho que istos dias tem fin muito pronto.

Mac Williams em fevereiro 17, 2008 11:03 PM


#16

IDELBER, se o salário de Mark Penn é, como você diz, de 5 milhões de dólares por ano, o PODER de DUDA (CITADO NO TÍTULO) não é menor. Mostrando o seu poder, a Duda Propaganda publicou, por exemplo, uma mensagem “Na DUDA Propaganda, todo mundo luta para ver uma boa idéia ganhar vida. A prova disso é o anúncio para a Petrobrás no Dia Mundial do Meio Ambiente, “Notícias em Verde”. A gente quer dividir essa alegria com o nosso cliente Petrobrás, que aprovou o projeto, e com O Globo, que topou a idéia de colocar as notícias de uma página inteira em tinta verde Um Projeto que mostrou que na Duda Propaganda, assim como na Petrobrás, o desfio é a nossa energia”. Esta mensagem, posterior ao Mensalão estava na página 9, de terça-feira, 22 de novembro de 2005, do jornal O Globo e tentava associar DUDA a Petrobrás e a O Globo. Poder é poder! Talvez fosse mesmo o caso de Hillary pedir este auxílio!

Paulo em fevereiro 18, 2008 8:09 AM


#17

http://www.miniclip.com/games/campaign-game/en/#

Ao menos aí John Edwards vence Giuliani.

Alexandre Lemke em fevereiro 18, 2008 1:58 PM