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domingo, 03 de fevereiro 2008
O que eu quero saber também
Até que enfim há um texto imperdível, realmente indispensável para se ler no Daily Kos. Mcjoan se dirige às campanhas de Obama e Clinton com algumas perguntas: What I want to know.
A lista é perfeita. Foi completada muito bem neste e neste comentário. Este acréscimo é meu.
Escrito por Idelber às 19:15 | link para este post
| Comentários (6)
#1
Boas perguntas, bons acréscimos todos.
De minha parte, bem que gostaria de saber quais serão as políticas agrícolas dos dois candidatos (porque isso afeta os brasileiros, de certa maneira) -- que elas fossem claras, abertas e que não ferrassem mais com o meio-ambiente. Quem sabe eu acho...um dia!
Anna C. em fevereiro 4, 2008 7:36 AM
#2
Excelente texto, e muito bons os acréscimos. Seria melhor ainda se os candidatos realmente respondessem objetivamente a esses questionamentos.
Ana Paula em fevereiro 4, 2008 9:44 AM
#3
Idelber,
Lá vai o resumo da pesquisa Zogby de hoje (http://zogby.com/news/ReadNews.dbm?ID=1445):
New Jersey:Hillary 43 Obama 43 (Obama+1)
Georgia: Hillary 31 Obama 48 (Hillary+3)
Missouri: Hillary 42 Obama 47 (Obama+4,Hillary-2)
California:Hillary 41 Obama 45 (Obama+1,Hillary-1)
Detalhe: no último dia da tracking poll da Califórnia deu Obama 49 a 32, e no Missouri deu 49 a 39.
Luiz em fevereiro 4, 2008 9:52 AM
#4
Ana
Tanto Hillary quanto Obama apoiaram o grotesco programa de etanol e nenhum dos dois mexeria no assunto se eleitos.
André Kenji em fevereiro 4, 2008 10:06 AM
#5
Pelo que pode depreender, Obama e Hillary também não mexeriam: na posse de armas por cidadãos dos EUA; nos subsídios agrícolas aos agricultores do Meio-Oeste; na capacidade político-militar dos EUA intervirem em qualquer parte do mundo; na penúria da ONU; nas fronteiras do Oriente Médio pós 1967. John MacCain, idem.
Dawran Numida em fevereiro 4, 2008 1:24 PM
#6
Com certeza, Anna, a questão dos subsídios agrícolas é uma batalha que tem que ser vencida em arena internacional -- qualquer um que se disponha a mexer nisso, aqui, estaria cometendo suicídio político.
Mesma coisa com a posse das armas, levantada pelo Dawran.
Quanto ao Oriente Médio e as guerras "preventivas", há indícios para acreditar que com Obama as coisas seriam um pouco diferentes.
Indícios, não certeza. Certeza, aqui, a gente não tem de nada.
Idelber em fevereiro 4, 2008 3:56 PM
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