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quinta-feira, 07 de fevereiro 2008
Só um link
Hoje, só um convite: dediquem o tempo que passariam aqui a ler os posts atuais e os arquivos de um extraordinário blog: Palestina do espetáculo triunfante.
Não dá para descrever. Tem que ler. Aos poucos. Sem pressa. Com calma. Vai lá.
Escrito por Idelber às 05:16 | link para este post
| Comentários (8)
#1
Tem razão. Os sionistas conseguiram se desmoralizar, ou melhor conseguiram esculhambar a violência, claro com a ajuda de muitos árabes.
Armando do Prado em fevereiro 7, 2008 8:37 AM
#2
Parece bacana, mesmo, valeu pela dica
Na Prática a Teoria é Outra em fevereiro 7, 2008 9:38 AM
#3
Obrigado pela lembrança.
Eu nem sabia que ela tinha voltado a escrever. É o que dá não usar feeders.
Fernando em fevereiro 7, 2008 3:24 PM
#4
É raro encontrar textos tão ricos num blog. Obrigada pela dica, Idelber. Abraço.
adelaide em fevereiro 7, 2008 4:05 PM
#5
Muito bom o blog la, apesar do meu cerebrozinho nao ter a sustanca necessaria para acompanhar. Gostei muito do artigo dela sobre o filme "cacador de pipas" Eu nao vi o filme, mas li o livro. O artigo dela foi o unico texto decente que li sobre o filme/livro.
julio em fevereiro 7, 2008 4:40 PM
#6
Oi, Idelber e todos os blogueiros-as: acho que minhas bochechas tão fervendo. Tanx, mesmo. A Palestina tentará ser mais efetiva, Fernando - a gente se conhece, tipo, pessoalmente? - e sei lá mais o quê. Isto aqui é que é biscoito fino, mesmo. Abração e ça continue...
Katarina em fevereiro 7, 2008 6:06 PM
#7
Quem merece estar com a bochecha fervendo sou eu, Katarina, por ter demorado três anos para descobrir o seu blog.
Um alô geral para todos :-)
Idelber em fevereiro 8, 2008 9:05 AM
#8
Idelber, entrei na página do O Globo OnLine e acabei de ler um artigo interessantíssimo do desembargador Siro Darlan. Ele questiona porque pessoas nascidas em famílias de classe média/alta, como o personagem "Johnny Estrella", do filme "Meu nome não é Johnny", podem tentar mudar de vida e serem bem recebidas pela sociedade, enquanto pessoas como o "Tuchinha", nascido em família de classe baixa, recebem tratamentos diferentes, exercendo a mesma atividade. "João Estrella" vendia drogas no Brasil e no exterior na mesma época em que "Tuchinha" vendia drogas no Morro da Mangueira. O ser humano que inspirou o personagem do filme agora é João Guilherme. Ele recebeu o apoio da Justiça e da sociedade para tentar uma nova vida. Já o outro ser humano, de nome Francisco Paulo Testas Monteiro, tenta ser Francisco do Pagode, mas ainda insistem em tachá-lo de "Tuchinha". Concordo que nós "não somos racistas", já que não existem raças, digo, existe apenas a raça humana. Entretanto, a história acima só mostra o quanto ESTAMOS racistas, por pura ignorância, orgulho e preconceito.
A página para o artigo é a que segue:
http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/02/07/meu_nome_nao_tuchinha_-425524115.asp
Sidarta Cavalcante em fevereiro 8, 2008 10:41 AM
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