Meu Perfil
Um blog de esquerda sobre política, literatura, música e cultura em geral, com algum arquivo sobre futebol. Estamos na rede desde 28/10/2004.



Email:
idelberavelar arroba gmail ponto com

No Twitter No Facebook No Formspring No GoogleReader RSS/Assine o Feed do Blog

O autor
Curriculum Vitae
 Página pessoal em Tulane


Histórico
 setembro 2015
 dezembro 2014
 outubro 2014
 maio 2014
 abril 2014
 maio 2011
 março 2011
 fevereiro 2011
 janeiro 2011
 dezembro 2010
 novembro 2010
 outubro 2010
 setembro 2010
 agosto 2010
 agosto 2009
 julho 2009
 junho 2009
 maio 2009
 abril 2009
 março 2009
 fevereiro 2009
 janeiro 2009
 dezembro 2008
 novembro 2008
 outubro 2008
 setembro 2008
 agosto 2008
 julho 2008
 junho 2008
 maio 2008
 abril 2008
 março 2008
 fevereiro 2008
 janeiro 2008
 dezembro 2007
 novembro 2007
 outubro 2007
 setembro 2007
 agosto 2007
 julho 2007
 junho 2007
 maio 2007
 abril 2007
 março 2007
 fevereiro 2007
 janeiro 2007
 novembro 2006
 outubro 2006
 setembro 2006
 agosto 2006
 julho 2006
 junho 2006
 maio 2006
 abril 2006
 março 2006
 janeiro 2006
 dezembro 2005
 novembro 2005
 outubro 2005
 setembro 2005
 agosto 2005
 julho 2005
 junho 2005
 maio 2005
 abril 2005
 março 2005
 fevereiro 2005
 janeiro 2005
 dezembro 2004
 novembro 2004
 outubro 2004


Assuntos
 A eleição de Dilma
 A eleição de Obama
 Clube de leituras
 Direito e Justiça
 Fenomenologia da Fumaça
 Filosofia
 Futebol e redondezas
 Gênero
 Junho-2013
 Literatura
 Metablogagem
 Música
 New Orleans
 Palestina Ocupada
 Polí­tica
 Primeira Pessoa



Indispensáveis
 Agência Carta Maior
 Ágora com dazibao no meio
 Amálgama
 Amiano Marcelino
 Os amigos do Presidente Lula
 Animot
 Ao mirante, Nelson! (in memoriam)
 Ao mirante, Nelson! Reloaded
 Blog do Favre
 Blog do Planalto
 Blog do Rovai
 Blog do Sakamoto
 Blogueiras feministas
 Brasília, eu vi
 Cloaca News
 Consenso, só no paredão
 Cynthia Semíramis
 Desculpe a Nossa Falha
 Descurvo
 Diálogico
 Diário gauche
 ¡Drops da Fal!
 Futebol política e cachaça
 Guaciara
 Histórias brasileiras
 Impedimento
/  O Ingovernável
 Já matei por menos
 João Villaverde
 Uma Malla pelo mundo
 Marjorie Rodrigues
 Mary W
 Milton Ribeiro
 Mundo-Abrigo
 NaMaria News
 Na prática a teoria é outra
 Opera Mundi
 O palco e o mundo
 Palestina do espetáculo triunfante
 Pedro Alexandre Sanches
 O pensador selvagem
 Pensar enlouquece
 Politika etc.
 Quem o machismo matou hoje?
 Rafael Galvão
 Recordar repetir elaborar
 Rede Brasil Atual
 Rede Castor Photo
 Revista Fórum
 RS urgente
 Sergio Leo
 Sexismo na política
 Sociologia do Absurdo
 Sul 21
 Tiago Dória
 Tijolaço
 Todos os fogos o fogo
 Túlio Vianna
 Urbanamente
 Wikileaks: Natalia Viana



Visito também
 Abobrinhas psicodélicas
 Ademonista
 Alcinéa Cavalcante
 Além do jogo
 Alessandra Alves
 Alfarrábio
 Alguém testou
 Altino Machado
 Amante profissional
 Ambiente e Percepção
 Arlesophia
 Bala perdida
 Balípodo
 Biajoni!
 Bicho Preguiça
 Bidê Brasil
 Blah Blah Blah
 Blog do Alon
 Blog do Juarez
 Blog do Juca
 Blog do Miro
 Blog da Kika Castro
 Blog do Marcio Tavares
 Blog do Mello
 Blog dos Perrusi
 Blog do Protógenes
 Blog do Tsavkko, Angry Brazilian
 Blogafora
 blowg
 Borboletas nos olhos
 Boteco do Edu
 Botequim do Bruno
 Branco Leone
 Bratislava
 Brontossauros em meu jardim
 A bundacanalha
 Cabaret da Juju
 O caderno de Patrick
 Café velho
 Caldos de tipos
 Cão uivador
 Caquis caídos
 O carapuceiro
 Carla Rodrigues
 Carnet de notes
 Carreira solo
 Carta da Itália
 Casa da tolerância
 Casa de paragens
 Catarro Verde
 Catatau
 Cinema e outras artes
 Cintaliga
 Com fé e limão
 Conejillo de Indias
 Contemporânea
 Contra Capa
 Controvérsia
 Controvérsias econômicas
 Conversa de bar
 Cria Minha
 Cris Dias
 Cyn City
 Dançar a vidao
 Daniel Aurélio
 Daniel Lopes
 de-grau
 De olho no fato
 De primeira
 Déborah Rajão
 Desimpensável/b>
 Diário de Bordo
 Diario de trabajo
 Didascália e ..
 Diplomacia bossa nova
 Direito e internet
 Direitos fundamentais
 Disparada
 Dispersões, delírios e divagações
 Dissidência
 Dito assim parece à toa
 Doidivana
 Dossiê Alex Primo
 Um drible nas certezas
 Duas Fridas
 É bom pra quem gosta
 eblog
 Ecologia Digital
 Educar para o mundo
 Efemérides baianas
 O escrevinhador
 Escrúpulos Precários
 Escudinhos
 Estado anarquista
 Eu sei que vivo em louca utopia
 Eu sou a graúna
 Eugenia in the meadow
 Fabricio Carpinejar
 Faca de fogo
 Faça sua parte
 Favoritos
 Ferréz
 Fiapo de jaca
 Foi feito pra isso
 Fósforo
 A flor da pele
 Fogo nas entranhas
 Fotógrafos brasileiros
 Frankamente
 Fundo do poço
 Gabinete dentário
 Galo é amor
'  Garota coca-cola
 O gato pré-cambriano
 Geografias suburbanas
 Groselha news
 Googalayon
 Guerrilheiro do entardecer
 Hargentina
 Hedonismos
 Hipopótamo Zeno
 História em projetos
 Homem do plano
 Horas de confusão
 Idéias mutantes
 Impostor
 Incautos do ontem
 O incrível exército Blogoleone
 Inquietudine
 Inside
 Interney
 Ius communicatio
 jAGauDArTE
 Jean Scharlau
 Jornalismo B
 Kit básico da mulher moderna
 Lady Rasta
 Lembrança eterna de uma mente sem brilho
 A Lenda
 Limpinho e cheiroso
 Limpo no lance
 Língua de Fel
 Linkillo
 Lixomania
 Luz de Luma
 Mac's daily miscellany
 O malfazejo
 Malvados
 Mar de mármore
 Mara Pastor
 Márcia Bechara
 Marconi Leal
 Maria Frô
 Marmota
 Mineiras, uai!
 Modos de fazer mundos
 Mox in the sky with diamonds
 Mundo de K
 Na Transversal do Tempo
 Nación apache
 Nalu
 Nei Lopes
 Neosaldina Chick
 Nóvoa em folha
 Nunca disse que faria sentido
 Onde anda Su?
 Ontem e hoje
 Ou Barbárie
 Outras levezas
 Overmundo
 Pálido ponto branco
 Panóptico
 Para ler sem olhar
 Parede de meia
 Paulodaluzmoreira
 Pecus Bilis
 A pequena Matrioska
 Peneira do rato
 Pictura Pixel
 O pífano e o escaninho
 Pirão sem dono
 políticAética
 Política & políticas
 Política Justiça
 Politicando
 Ponto e contraponto
 Ponto media
 Por um punhado de pixels
 Porão abaixo
 Porco-espinho e as uvas
 Posthegemony
 Prás cabeças
 Professor Hariovaldo
 Prosa caótica
 Quadrado dos Loucos
 Quarentena
 Que cazzo
 Quelque chose
 Quintarola
 Quitanda
 Radioescuta Hi-Fi
 A Realidade, Maria, é Louca
 O Reduto
 Reinventando o Presente
 Reinventando Santa Maria
 Retrato do artista quando tolo
 Roda de ciência
 Samurai no Outono
 Sardas
 Sérgio Telles
 Serbão
 Sergio Amadeu
 Sérgio blog 2.3
 Sete Faces
 Sexismo e Misoginia
 Silenzio, no hay banda
 Síndrome de Estocolmo
 O sinistro
 Sob(re) a pálpebra da página
 Somos andando
 A Sopa no exílio
 Sorriso de medusa
 Sovaco de cobra
 Sub rosa v.2
 SublimeSucubuS
 Superfície reflexiva
 Tá pensando que é bagunça
 Talqualmente
 Taxitramas
 Terapia Zero
 A terceira margem do Sena
 Tiago Pereira
 TupiWire
 Tom Zé
 Tordesilhas
 Torre de marfim
 Trabalho sujo
 Um túnel no fim da luz
 Ultimas de Babel
 Um que toque
 Vanessa Lampert
 Vê de vegano
 Viajando nas palavras
 La vieja bruja
 Viomundo
 Viraminas
 Virunduns
 Vistos e escritos
 Viva mulher
 A volta dos que não foram
 Zema Ribeiro







selinho_idelba.jpg


Movable Type 3.36
« Mini-antologia de George W. Bush :: Pag. Principal :: Um link »

sexta-feira, 12 de setembro 2008

Abaixo do pescoço tudo é canela: Como os Republicanos vencem eleições

A barragem de ataques sobre Barack Obama vindos da campanha de John McCain tinha se centrado, até agora, na sua “falta de experiência”, nos imaginados ou exagerados vínculos con radicais e em supostas (e algumas reais) osciliações de Obama. Não havia acontecido nada comparável aos golpes baixos que são vistos em eleições nacionais, pelo menos não explicitamente. Até este comercial:

Se McCain conseguir vencer – ou, melhor dito, se Obama conseguir perder – estas eleições, voltaremos a este clip como um ponto chave da virada. O comercial acusa Obama de querer “ensinar sexo” às crianças antes de que elas aprendam a ler. A base da acusação é uma lei na qual Obama votou uma vez, que simplesmente previa informação sobre doenças sexualmente transmissíveis para crianças de primeiro grau. Tudo no comercial é cuidadosamente pensado: a imagem das crianças ao fundo, a voz apocalíptica anunciando a notícia, a tomada da câmera no final, de baixo para cima, sobredimensionando a figura de Obama como uma espécie de predador em potencial. O sub-texto racial e os medos que o comercial quer mobilizar são nítidos, óbvios. Basta conhecer um pouco dos grotões americanos para saber do seu potencial demolidor. A idéia é aterrorizar a família -- “Obama: Wrong for your family!” -- com a imagem do vizinho negro grandão que tem aquela pinta de que toca seus filhos demais.

Uma campanha eleitoral da direita americana realmente faz ACM parecer brincadeira da hora de recreio. Na base democrata, começa a impaciência com a falta de respostas da campanha de Obama, quando já se completam 10 dias de domínio do ciclo de mídia pelos republicanos. Ataques demolidores como esse – sem nenhum argumento, claro, mas com imagens potentes que mexem com tensões racistas bem fundas -- não podem ser respondidos com declarações de indignação e críticas políticas. Não é suficiente. Exigem comerciais explícitos, que chamem o adversário de mentiroso – coisa que a campanha de Obama não tem feito.

A única boa notícia vinda da campanha de Obama é que foi dado o sinal verde para que os grupos 527 liberais, encarregados da pancadaria, voltem a atuar. O comercial visto aqui foi lançado pela própria campanha de McCain, diga-se. Ele aparece ao final “avalizando” o conteúdo da mensagem. Este é o John McCain que ia fazer a campanha "honrada".

Ocorrem-me dois exemplos clássicos de comerciais de pânico racializado vencendo eleições nos EUA:

1. Carolina do Norte, campanha para o Senado de 1990, em que o ultra-direitista Jesse Helms vinha sendo desafiado com sucesso por uma jovem liderança negra, Harvey Gantt, que já o ultrapassara nas pesquisas. Até que este comercial anti-ações afirmativas, mostrando mãos negras "roubando" um emprego que seria de um branco, virou a eleição e Helms venceu:

2. A segunda vítima de uma intervenção midiática de pânico racializado numa eleição -- apreciem a ironia -- foi o próprio McCain, que perdeu a primária republicana da Carolina do Sul para Bush em 2000 (e com ela a indicação do partido) depois que a equipe de Bush promoveu uma push polling -- suposta pesquisa de opinião que na realidade pretende "empurrar" uma hipótese caluniosa para o inconsciente do eleitorado. A pergunta da pesquisa arquitetada por Karl Rove em 2000 foi: você estaria mais ou menos propenso a votar em McCain se soubesse que ele é pai de um filho negro ilegítimo?

Com isso e unas cositas más McCain foi esmigalhado na Carolina do Sul e nunca se refez do baque. Bush ganhou ali a indicação republicana e o mundo tem sobrevivido para contar o conto.

McCain? Contratou o arquiteto das calúnias que o destruíram em 2000.



  Escrito por Idelber às 03:28 | link para este post | Comentários (48)


Comentários

#1

definitivamente, eu nao entendo esse pais!!!

fabiana em setembro 12, 2008 6:34 AM


#2

Caro Idelber

Há alguma possibilidade de se fazer campanha eleitoral nos EUA sem a troca de farpas maldosas?

É bom assinalar, para não se pensar que político é um ser que nasce de geração expontãnea, que já se viu eleitores brasileiros, e não são aqueles com atividade partidária intensa, reivindicarem que o seu candidato parta para o tudo ou nada, sugerindo acusações de qualquer ordem ao candidato adversário.

Aqui na campanha para eleição de prefeitos e vereadores o nível da propaganda não é dos melhores.

Vi, por puro acaso, alguma coisa da campanha para a prefeitura de Niterói, que passa nos canais de TV do Rio. A campanha do PT contra o J.R.Silveira, por exemplo, é sórdida. O grupo do PT que acha-se no momento na administração daquela cidade era ALIADA do J.R. atá outro dia, herdando dele as diretrizes na condução do dia-a-dia de Niterói! Mas é lógico que isso é só um exemplo.

Pergunto novamente: Há alguma possibilidade de se fazer campanha eleitoral nos EUA, e em outros lugares, sem a troca de farpas maldosas?

Paulo em setembro 12, 2008 7:21 AM


#3

Em 2002, apesar da campanha do PSDB ter apelado aos medos da Regina Duarte na reta final - entre outras notícias terroristas plantadas na mídia cúmplice e complacente -, Lula ganhou fazendo uma campanha limpa, sem precisar 'desconstruir' a imagem do adversário (no caso, o Serra, especialista brasileiro em descontrução).

Aí nos EUA, pelo jeito, isso ainda não vai acontecer. Neste caso, sem outra alternativa, torço para que o Obama acorde e comece a jogar os podres do McCain no ventilador. Tem que explorar a imagem de não-confiável, imprevisível, dado-a-ataques. Tem que mostrar o perigo de sua idade e a irresponsabilidade de deixar os Eua nas mãos de Palin no provável caso de sua morte.

Mas enfim, daqui de baixo, parece que o Obama é meio frouxo, meio dandy demais para isso - ou isso já é reflexo da campanha do McCain em minha percepção?

Radical Livre em setembro 12, 2008 8:15 AM


#4

A musiquinha de fundo no comercial contra Obama dá o tom nojento e sujo .
Estou confiante que os americanos não sejam tão IDIOTAS, e que esse tipo de sujeira não derrube uma pessoa especial como Obama que não me passa naaaaaaada de frouxo como disse o Radical.

Izabella em setembro 12, 2008 9:42 AM


#5

Outro dia saiu uma pesquisa dizendo que se os franceses votassem nas eleiçoes amaricanas, Obama ganharia com 80% dos votos. Não é de se estranhar, os franceses e a mida francesa adoram Obama, no fundo, Obama é o que Sarkozy sempre quis ser mas nunca conseguiu. Como os franceses não votam e sabemos que os americanos têm uma visao da politica e da realidade beeeem diferente da dos franceses, ja começo a me preparar para o pior e ver mais uma vez os republicanos na Casa Branca. No fundo ainda tenho esperança que os EUA queiram algo diferente para o pais, dessa vez.
Abraçao!

Celinho em setembro 12, 2008 9:52 AM


#6

Andam pedindo Carville, mas parece que esse é um trabalho para Cláudio Humberto: "Bateu, levou".

anrafel em setembro 12, 2008 9:53 AM


#7

Enquanto isso na BOLIVIA o embaixador dos USA liderava o GOLPE contra MORALES até ser expulso do país. Assim como o embaixador USA liderou a tentativa de golp na VENEZUELA contra CHAVEZ, por causa do PETRÓLEO. Os golpistas na Bolivia: emissora de TV de Santa Cruz, um dos departamentos da Media Luna golpista boliviana, que pretende derrubar o governo daquele que consideram um “indio de mierda”, o presidente Evo Morales.

gildagenni em setembro 12, 2008 10:00 AM


#8

Oi Idelber!
"Papai do céu"...! (sem palavras mesmo). Não sei como em pleno ano 2008 a gente ainda se surpreende com tamanha desonestidade. Vamos ver o que rola. E no fundo, no fundo cada vez mais latente mesmo, o mundo é racista e deixa que esse nosso preconceito historico de "raças" (vale para os EUA que até certo ponto tiveram uma tragetoria colonial bem parecida com a brasileira) molde os dias presentes e influencie com força o nosso futuro.

Ananda em setembro 12, 2008 10:13 AM


#9

Os democratas arrecadaram muito mais que os republicanos. É hora de usar essa grana toda.

NSDD em setembro 12, 2008 10:20 AM


#10

Idelber, a MoveOn.org está empenhada numa campanha para ajudar 500 mil eleitores jovens nos "swing states" a se registrarem para votar.

Você tem notícias a respeito?? Aposto que 70 a 80% dos jovens preferem Obama.

NSDD em setembro 12, 2008 10:26 AM


#11

ah, eu nao sei. cada vez mais se fala dos grotoes e da america profunda. que ela decide a eleiçao etc. e q ela é conservadora e nao ultrapassa essa e aquela linha. entao, eu penso que o obama foi PESSIMA escolha do partido democrata. ele passa um monte dessas tais linhas e até campanha de maluco sexual cola nele, por conta do perfil 'exotico', imagino. entao nao adianta. arruma um senhor branco, barrigudo e meio careca. q parece ser a unica coisa q o americano considera confiavel.

mary w em setembro 12, 2008 10:39 AM


#12

O Alex Castellanos, que fez este anúncio para o Jesse Helms está fazendo consultoria para a campanha de McCain. Todas as características que fizeram o cara famoso estão presentes nesses anúnicios: música de fundo bem elaborada e triste, textos reforçando a voz do locutor, o oponente representado da forma mais patética possível. E são anúncios que os comentaristas liberais consideram ridículos, mas que são brutalmente eficientes.

Desde de que Lee Atwater morreu em 1991 Castellanos é o nome mais perigoso de uma campanha eleitoral. E Obama DEVERIA ter se preparado para tal.

André Kenji em setembro 12, 2008 10:53 AM


#13

E eu acho que dizer que 'abaixo do pescoço é tudo canela' é uma estimativa conservadora. Ultimamente, abaixo da linha dos olhos já está valendo... E daqui a pouco nem isso!

Numa nota correlata, você chegou a ver a entrevista da Sarah Palin na ABC? Tem alguns trechos aqui (http://www.youtube.com/watch?v=rabP79-kOhI), se interessar para divulgação.

Anna C. em setembro 12, 2008 11:12 AM


#14

"ah, eu nao sei. cada vez mais se fala dos grotoes e da america profunda. que ela decide a eleiçao etc. e q ela é conservadora e nao ultrapassa essa e aquela linha."

Era só escolher um governador de um swing-state ou de um red state. O cara iria tirar de letra a propaganda negativa e um histórico bom de governança seria mais difícil de ser usado nesse tipo de votação que um recorde de votação.

A Salon fez um bom artigo sobre o desafio de Obama nesses lugares.

http://www.salon.com/news/feature/2008/09/12/obama_doubts/index.html

André Kenji em setembro 12, 2008 11:15 AM


#15

Haverá muitos movimentos subindo e descendo. Não dá pra ficar no topo toda o período. Talvez seja melhor guardar chumbo para os momentos finais, sem perder o embalo da gangorra. Uma boa resposta, mas nada definitiva.

Pouco antes das eleições a carga pesada, o chumbo grosso, matérias mostrando Bush pai apoiando e armando Saddan, Bush filho atônito na escola primária em 11/09, Halliburton e contratos sem licitação no Iraque, assessor pedindo mais um atentado pra ajudar a campanha, coisas do gênero que vocês devem lembrar mais que eu.

Não é jogo pra lambari.

Pax em setembro 12, 2008 11:16 AM


#16

Não esquecendo, claro, da economia e da expressiva alta do antiamericanismo no bloco europeu.

Pax em setembro 12, 2008 11:17 AM


#17

que fedor terrível

Jasão em setembro 12, 2008 11:37 AM


#18

ahhh, pois é!! para mim é clarissimo desde o principio que Obama tem que lutar com as mesmas armas. vocês é que achavam que coisa e tal o homem tinha que "fazer a diferença" e ser bonzinho e bem educadinho.....

tretas, tudo tretas. na politica a bondade paga-se muito caro. ou melhor...os que acham mesmo que a campanha tem que ser correctinha até ao fim esqueçam a eleição de Obama. escusavam mesmo de alguma vez ter posto essa hipotese, sofriam menos.

cristina em setembro 12, 2008 12:32 PM


#19

só para acrescentar que tenho muita pena.mesmo.

ele vai ser engolido. isto, se não acabar a pedir desculpas pelo que não fez...


cumprimentos deste lado do Atlântico.

cristina em setembro 12, 2008 12:34 PM


#20

That commercial is vicious.

Mac Williams em setembro 12, 2008 1:53 PM


#21

Ué, mas só agora a turma "leu o jogo"?

Idelber, seu post sobre a pequena vantagem de Obama estava datado, como lembrei.

E se você, sempre o combativo, precisou de mais uns cinco dias para assumir o discurso guerreiro, imagina o resto do pessoal da ivory tower...

Corram, porque o tempo tá acabando e a escumalha vai levar mais uma vez!

Rogério em setembro 12, 2008 2:25 PM


#22

Obama nao esta pronto para lidar com o fenomeno Sarah Palin, com a mudanca de opiniao da midia, com um vice que diz que seria melhor ter escolhido a Hillary do que ele, com a tal da educacao infantil, com os ataques a esposa,com perfuracao dos pocos de petroleo nos USA, com religiao,enfim ele NAO esta preparado para realmente NADA!!!!YES, WE CAIN!!!!!

Simone Sarow em setembro 12, 2008 2:42 PM


#23

Votar é ótimo. O problema é os outros também votarem.

Pedrin em setembro 12, 2008 3:05 PM


#24

Parece-me que já é (ou sempre foi?) procedimento padrão para atacar um adversário político: procurar os negros envolvidos(ou nem tanto) na campanha do adversário. Filho negro ilegítimo, concorrente negro, o próprio candidato negro... logo vão estar atacando uns aos outros porque há negros votando...
Estou longe de entender algo de política, por isso pergunto: a questão racial pode mudar os rumos de uma eleição presidencial nos EUA?

Willian em setembro 12, 2008 3:16 PM


#25

Infelizmente, acho que o McCain já levou. O Billy Bob, lá do "Bible Belt", vai ao culto no domingo pra ouvir o pastor falar contra um negro de nome exótico (Osama??? É parente do "Grande Satã"???) que prega valores "anti-americanos". Ele certamente comparecerá às urnas pra seguir as determinações do reverendo e "salvar a América". Agora com a Palin pra ser uma espécie de heroína pra Mary Jo, esposa do Billy, ficou mais fácil ainda...

Os estados progressistas do norte, infelizmente, dificilmente vencerão o "Bible Belt" mais o Meio-Oeste. Essa gente retrógrada é obediente: todos comparecerão pra votar, ao contrário, por exemplo, dos negros das grandes cidades.

Johnny Guitar em setembro 12, 2008 3:21 PM


#26

Vejam que a aliança fundamentalismo pentecostal+israelitas que elegeu o W. continua firme e forte:

http://israelinsider.ning.com/profiles/blog/show?id=2018399%3ABlogPost%3A6708


http://web.israelinsider.com/Articles/Politics/12745.htm

Johnny Guitar em setembro 12, 2008 3:50 PM


#27

http://www.huffingtonpost.com/george-lakoff/dont-think-of-a-maverick_b_125850.html
O link resume bem minha opinião.
Obama não precisa fazer "attack ads" e nem se defender dos ads do McCain; ele precisa é voltar a ser o Obama.
Ele precisa aparecer mais na TV, fazer grandes discursos, abusar da biografia dele e mostrar pro povo norte-americano que ele é o sonho americano e que na américa dele tudo é possível enquanto McCain e Palin são cinicos, baixos e manipulativos.
Foi assim que ele venceu da Hillary, foi assim que ele se tornou notícia e é assim que ele deveria continuar fazendo.

Sblargh em setembro 12, 2008 4:03 PM


#28

Eu não conheço nada dos grotões do grande irmão do norte e nem quero conhecer.

Quando escolheram a sarah palin eu pensei: agora o obama ganha de lavada! Eu não podia imaginar que essa gente ia gostar dessa "coisa" tanto assim...achei que ela ia agradar uns tantos doidos como ela, mas me surpreendi porque os doidos parecem ser maioria.

Acho até que esse comercial é leve perto das barbaridades que a palin fala e o povo adora!!! to chocada e já esperando o pior: mccain ganha e morre. Daí, só chamando o Osama bin laden.

aiaiai em setembro 12, 2008 4:05 PM


#29

Willian: não só pode como tem sido decisiva, em muitos casos. De formas impensáveis no Brasil, diga-se.

Idelber em setembro 12, 2008 5:18 PM


#30

anrafel: Carville é a última pessoa que eu gostaria de ver resolvendo isso ;)

OK, talvez a penúltima. A última seria Mark Penn.

Idelber em setembro 12, 2008 5:20 PM


#31

Infelizmente está ocorrendo justamente o cenário que observadores mais realistas, como John Brumett, David Paul Kuhn, Scott McConnell e bem, este que vos fala, previam.

André Kenji em setembro 12, 2008 6:23 PM


#32

Esse site é impressionante,os comentários são tão ricos quanto o tópico, as vezes até mais...
parabens pelo blog..

GustavoRocha em setembro 12, 2008 7:05 PM


#33

Oi Idelber, o título do post me pareceu um tanto pessimista, como se os republicanos já tivessem levado. De toda maneira, acabo de ler nova pesquisa em alguns portais brasileiros que apontam McCain na frente, pela primeira vez. Reflexos dos ataques?
PS: considerarei a derrota de Obama, caso venha a ocorrer, uma das maiores e mais lamentáveis perdas históricas deste século. Tê-lo na Casa Branca representará um momento novo para a política mundial e - me arrisco a dizer - revolucionará costumes.

Bruno Ribeiro em setembro 12, 2008 7:36 PM


#34

Existe, sim, um racismo nada velado e que ainda fará um estrago maior do que as pesquisas vêm apontando: ninguém se declara racista em pesquisa, mas na hora H tem muita gente que vai ficar com medo de votar no homi.

No entanto, insisto: Kerry, Gore e Dukakis foram vítimas do mesmo truque sujo e não souberam reagir. E nenhum dos três é negro.

O Carville não é bom pra bater? Quem é? O Axelrod, intelectual nariz empinado do alto de sua torre de marfim? Fala sério!

Rogério em setembro 12, 2008 9:24 PM


#35

Democratas, repitam como mantra: "O mundo é mau. O mundo é mau. O mundo é mau." Mas esse é o mundo. Até quando os blue staters vão ficar sussurrando uns para os outros "parem o mundo que eu quero descer"?

Rogério em setembro 12, 2008 9:27 PM


#36

Nó, em quase tudo que vi sobre a Palin alguém lembra que Mcain está pela hora da morte... tão secando o cara!
Agora, dá uma enorme indignação. Porque a polaridade é muito forte e o americano que está do lado da Sara Palin é um povo digno da gente ser inimigo dele, quer dizer, não vou puxar briga com ninguém, mas o que eles representam dá nojo, dá arrepio da espinha, ânsia... E saber que é capaz de acontecer isso mesmo: eles ganharem só porque os seus partidários comparecem mais à urnas, são mais Caxias e coesos. Viram o vídeo do Matt Damon? http://www.youtube.com/watch?v=C6urw_PWHYk Esse tem que ser ouvido, tem que ser enfiado na cabeça dos americanos. Mas não se enfia nada na cabeça de ninguém.

Pedrin em setembro 13, 2008 10:40 AM


#37

A campanha de Obama decidiu (antes tarde do que nunca) atacar McCain. Vamos ver se isso surtirá algum efeito. Espero que sim, pois McCain está subindo em todas as pesquisas, tanto as nacionais, como nas estaduais.

Em função disso, Obama e Biden decidiram fazer campanhas separadas em estados onde a disputa está muito acirrada, para recuperar os pontos perdidos nos últimos dias.

Espero que isso funcione, senão a chance de uma Terceira Guerra Mundial aumenta muito com a vitória de McCain/Palin, já que esta disse que uma guerra com a Rússia não deve ser descartada. E como a Rússia tem misseis balísticos intercontinentais capazes de reduzir os EUA e os aliados deste à cinzas (foi o que disse o Pravda), então adeus planeta Terra...

Marcos em setembro 13, 2008 12:28 PM


#38

Idelber,

IpatingAlasca estraçalhou o GalObama. É a força do interior, do país profundo...

Jiló.

Jiló em setembro 13, 2008 9:43 PM


#39

Idelber,

Que esperar, em um momento como o atual, de tantas possíveis ilações e associações, de uma dobradinha OB(s)AMA / BI(nla)DEN ???

Jiló.

Jiló em setembro 13, 2008 9:48 PM


#40

É difícil aceitar a ingenuidade ou ignorância do americano médio, seu desconhecimento do mundo e de seu próprio país. Acho que face a alienação do eleitor americano, o Mc 'Cain' vai ganhar a eleição e toda a humanidade pagará o preço da burrice dos americanos médios e da manipulação da mídia mudial, inclusive a nosso, que está sempre a serviço de seus donos e onde os 'laranjas' sempre dizem e fazem o que aqueles mandam. E aqueles não querem mudanças, têm medo do futuro diferencte. Pra eles assim tá muito bom!

Edmar C. Lima em setembro 14, 2008 12:07 PM


#41

Idelber, você acredita que os ataques que Obama passou a desferir contra McCain darão resultado? parece que o pessoal de Obama está tentando desmistificar a idéia de que McCain poderá promover alguma mudança no país.

McCain foi bem-sucedido em passar, para grande parte dos norte-americanos, de que ele é o mais capacitado para mudar o país.

O David Paul Kuhn escreveu um ótimo artigo, onde mostra as 5 razões que levaram McCain à liderança nas pesquisas e uma delas é justamente essa, ou seja, a de que ele McCain convenceu muitas pessoas de que ele poderá promover mudanças no país.

link:

http://www.politico.com/news/stories/0908/13422.html

Marcos em setembro 14, 2008 1:40 PM


#42

Idelber,

Vc viu a entrevista do Obama no O'Reilly? Nunca vi tamanho desrespeito a um convidado. Como pode um cara desse trabalhar na TV?

Pedro em setembro 14, 2008 2:15 PM


#43

Do blog da The New Republic:

"Barack Obama is slumping. Poll numbers are down. Enthusiasm is down. Democrats, once again, are freaking. So, we asked a few folks, from different walks of life, to offer their opinion on what Obama should do to improve his standing. Here's what Governor Ed Rendell (D-PA) had to say.

The first and single thing he can do, and I believe he will do, is to do well in the debates. Because once the debates start, people will remember its Obama and McCain they're choosing between. And there's no way McCain can hide behind Governor Palin, regardless of what the status of Palin is these days. Once the debates start, it will remind people that there are two people they're choosing between. And I think Senator Obama has a real opportunity in those debates to focus on the issues. You can't hide behind 30-second ads; you've got to talk about the issues. And I think Obama can win the debates significantly, and if he does so, I think he'll become president. That's first and foremost. That dwarfs everything else. (...)"

Eis o link: http://blogs.tnr.com/tnr/blogs/the_plank/archive/2008/09/12/ed-rendell-on-obama-s-next-move.aspx

NSDD em setembro 14, 2008 3:02 PM


#44

Idelber,

Até ao lavar do cesto é vindima!

Obama vai ganhar!

Tenho deixado a indicação do teu site, aqui, em Portugal, por muitos blogs para que acompanhem o processo eleitoral americano com a tua preciosa perspectiva.

Abraço. JBP

JBP em setembro 14, 2008 6:15 PM


#45

Não vou passar o vídeo, porque já advinho o que contém...E o que é inquietante neste assunto é o seguinte: o Obama é o produto dos aspectos (ainda marginalmente) bons do consenso burguês americano ( a meritocracia, a igualdade de oportunidades) e exatamente por isso ele NÃO consegue contestar os seus aspectos ruins (e cada vez mais dominantes): o individualismo doentio, a mesquinharia, o chauvinismo, o poder ABSOLUTO do dinheiro , a redução de tudo ao "pagamento a vista", como diziam em 1848 o barbudo alemão e seu amigo tb. alemão e barbudo... Se o Obama pudesse questionar seriamente isto, ele não seria o Obama e nem seria candidato dos democratas. Em si mesmo o Obama é igual ao McCain, apenas melhorado, e como em trocentas situações históricas semelhantes, o eleitorado médio, numa situação política aquecida, frequentemente acaba preferindo o artigo autêntico ao requentado. Pena que tal pode significar a transformação dos EUA num estado policial aberto e do Àrtico numa lata de lixo.... Mas há outras questões em pauta: nos próximos 4 anos, os EUA vão ter duas guerras perdidas pela frante, mais uma massa enorme de gente que desejava uma "mudança" vaga qualquer e que vão se ver completamente frustradas. Acho que há uma esperança nisto...mas é claro que seria muito melhor ter um reformista, por mais de fachada que fosse, na Casa Branca, a um velho reacionário senil com uma parasita tresloucada fascistóide e boçal de regra três...

Carlos em setembro 14, 2008 7:40 PM


#46

Matou a pau, Carlos. Assino embaixo.

Idelber em setembro 14, 2008 7:58 PM


#47

Excelente análise, Carlos. É claro que um Denis Kucinich (que era o mais progressista, ou seja, à Esquerda, dos pré-candidatos democratas) jamais teria qualquer chance de vitória numa eleição presidencial, então o Obama é uma alternativa mais palatável e viável para aquela parcela da sociedade norte-americana que ainda tenta manter alguma lucidez nessa terra de fanáticos religiosos, neocons (na verdade, são neonazistas... neocons é apenas um eufemismo para aquela parcela da Direita norte-americana que adoraria criar uma Ditadura de Extrema-Direita nos EUA) lunáticos que querem guerrear até não poder mais e neoliberais que desejam para os outros países (livre-comércio, aumento dos juros, redução de investimentos públicos) aquilo que jamais teriam coragem de fazer nos próprios EUA. A questão é que tal aliança foi rejuvenescida com a chapa McCain/Palin.

McCain é um pseudo-reformista que conseguiu, graças aos milagres do marketing político, convencer boa parte dos norte-americanos de que ele será mais independente do que Bush em relação ao 'big business' e aos trogloditas da Direita extremista neoconservadora, e que promoverá mudanças nos EUA, mantendo o poderio financeiro-militar do país intacto. E Palin é uma fanática cujas posições políticas estão 15 km à direita de Médici (como você definiu muito bem, Idelber), mas que aparece bem na mídia e que decorou rapidamente aquilo que a máquina republicana quer que ela diga. E a sua presença na chapa Republicana convenceu parte do eleitorado independente a votar em McCain, além de ter mobilizado o eleitorado mais conservador e religioso que sempre vota nos Republicanos, mas que via McCain com desconfiança. Palin acabou com tal desconfiança e isso deu novo ânimo à candidatura Republicana. Resta saber se a sua presença será suficiente para manter McCain na liderança das pesquisas ou não. Num primeiro momento McCain ameaçou abrir uma boa vantagem sobre Obama, mas as pesquisas mais recentes já apontam para uma nova aproximação de Obama.

A questão é se Obama conseguirá se apresentar como uma alternativa de mudança mais consistente do que McCain e atrair o eleitorado independente que deseja mudanças. Talvez a saída para isso seja adotar um tom fortemente crítico em relação à McCain/Palin, mostrando que a vitória deles representará 'mais do mesmo', ao mesmo tempo em que se deve reforçar os aspectos que o diferenciam da chapa Republicana.

Obama deveria centrar fogo na discussão dos principais problemas que os EUA enfrentam hoje (inflação, guerras intermináveis, déficits e dívidas crescentes, aumento do desemprego, crise financeira) e, com isso, colocar McCain/Palin na defensiva, mostrando que as propostas republicanas não irão tirar o país da grave crise que enfrenta.

A tarefa é difícil, mas é preciso tentar.

Senão, teremos mais 4 anos de um governo norte-americano querendo guerrear contra tudo e contra todos, beneficiando aos mesmos segmentos que tanto lucraram com o governo Bush.

E a Humanidade pagará um preço muito elevado por isso.

Marcos em setembro 14, 2008 9:43 PM


#48

Que povinho, hein??? Invadir países soberanos, matar, massacrar, unir-se ao que há de mais sujo na política local para derrubar governos que são contrários aos interesses do grande capital estadunidense, tudo isso, não é problema.
gora, falar em educação sexual na escola é o fim do mundo e poderá modificar o rumo de uma campanha!!! E justamente o país que mais produz pornografia no mundo!!!
Queimar crianças com napalm, pulverizá-las com bombas de fragmentação não é problema. Mas falar em sexo de forma pedagógica, é um deus nos acuda. Êta povinho hipócrita!!!
Honestamente, nem Obama nem Mccain me dizem alguma coisa. Chomsky lembra muito bem, que no governo de Bill Clinton foi engendrado o conceito de "guerra preventiva". Talvez, Obama seja melhor para a população pobre estadunidense, mas, em se tratando de política externa, continuará na mesma linha intervencionista - ou ficará até pior - por acreditar ser o "salvador" do "mundo democrático".
Não se pode perder de vista, indepebndentemente de quem esteja no poder, que os EUA são um país imperialista.
Abraço,
Claudia.

Claudia Cardoso em setembro 15, 2008 4:06 AM