Os Shministim são jovens estudantes israelenses, todos com idade entre 16 e 19 anos, no final do segundo grau. Eles recusam o alistamento no exército de Israel por objeção de consciência. Estão presos por isso. Esses estudantes defendem um futuro de paz para israelenses e palestinos e negam-se a pegar em armas. Além da prisão, enfrentam uma enorme pressão da família, de amigos e do governo de Israel. No dia 18 de dezembro foi iniciada uma campanha mundial pela libertação desses jovens.
Eu me recuso a alistar-me nas forças militares de Israel por objeção de consciência. Não estou disposta a me tornar parte de um exército de ocupação que é invasor de terras estrangeiras há décadas, que perpetua um regime racista de roubo nessas terras, tiraniza civis e torna a vida difícil para milhões sob um falso pretexto de segurança.
Numa época em que o filistinismo, bem ou mal pago, invariavelmente tira do bolso a acusação de anti-semitismo ou, na melhor das hipóteses, a de desconsideração pela "existência de Israel" contra os que criticamos a ocupação ilegal por sua catástrofe humanitária e seus crimes de guerra, esses valentes garotos judeus são uma inspiração ética, um norte moral. Comprometidos com a existência de seu país dentro das fronteiras internacional, legalmente reconhecidas, eles se recusam a servir uma brutal ocupação militar que já dura mais de quatro décadas. Encaram o cárcere e, pior, muitas vezes o opróbrio dentro de seu próprio país. Mas sabem do que falam. Sabem que a ocupação militar e a escravização dos palestinos não tem nada a ver com a “segurança” de Israel.
Você pode mandar uma mensagem de apoio e pedido de libertação para esses bravos garotos lá no site dos Shministim.