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Um blog sobre política, literatura, música e futebol basquetebol. Na rede desde outubro de 2004.



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sexta-feira, 06 de fevereiro 2009

Meme confessional

Hermenauta passou, mas o meme já deu voltas e voltas por meia blogoseira. Cinco coisas que não se sabem sobre mim, pois:

1. Meu trauma de infância é uma decisão de Campeonato Brasileiro em que não jogava meu time – e ele não tem a ver com o resultado. Imagine uma decisão com duas equipes gigantes. Imagine o grande chutador da sua geração dando seu mais inesquecível espetáculo e encontrando o maior goleiro da sua geração fazendo o inacreditável. Aos sete anos de idade, você tem perfeita consciência de que ali se decide a dinastia do futebol brasileiro dos próximos anos. Se você não sabe do que falo, veja com seus próprios olhos o dia em que Figueroa marcou, Nelinho fez chover, mas Manga fez cair neve. Imagine que você vê um primeiro tempo eletrizante, vê o gol de Figueroa no começo do segundo tempo e cinco minutos depois tem que sair de casa para ... ser orador na formatura de sua turma de pré-primário. Sim, isso me aconteceu. Dali, tirei uma lição: às vezes, uma escola não tem noção do mundo ao seu redor. Até os torturados nas masmorras da ditadura estavam vendo os últimos 30 minutos daquele jogo – menos os infelizes moleques e pais de um obscuro jardim de infância de Belo Horizonte, de cuyo nombre no quiero acordarme.

2. Eu me vinguei do meu trauma de infância na própria cena do crime, 5 anos depois. Não na casa onde poderia ter visto o jogo, mas no próprio lugar onde ele acontecera. Eu sabia que Figueroa e Manga haviam decretado o nascimento de uma dinastia: depois de um bicampeonato brasileiro (1975/76), um octacampeonato gaúcho e um Tri Invicto no Brasileirão (1979), eu veria ao vivo, em Porto Alegre, o jogo que decretou o fim. O meu Galo massacrava a histórica máquina do Inter em pleno Gigante da Beira-Rio, com sonoros 3 x 0 na Semifinal do Brasileirão de 80, num jogo em que Éder, Luisinho e Pedrinho foram bons coadjuvantes, mas a dobradinha inesquecível foi Cerezo-Reinaldo. Até hoje, Paulo Roberto Falcão diz que o Galo de Éder-Cerezo-Reinaldo foi a maior máquina do Brasil pós-Pelé. A opinião é do jogador mais completo que vi jogar. Tudo isso, claro, me rendeu uma imensa simpatia pelo Internacional, que é para todos os efeitos o meu segundo time, junto com a Ponte Preta (embora, ao contrário de qualquer Colorado, eu torça para o Grêmio quando este joga com o eixo RJ-SP).

3. Confissão do século: Eu já torci para o ex-Ipiranga. Sim, quando criança. Só virei Galo em 1977, aos 8 anos. Na época da Libertadores de 1976, eu ainda era torcedor somente do Uberaba Sport e, vagamente, do Vasco. O ex-Yale jogava a Nega de uma melhor de três com o River Plate, em Santiago (onde obviamente a torcida era pró-Brasil). No 3 x 2 que marcou a maior conquista da história do ex-Palestra, ficou famosa a cobrança de Joãozinho no terceiro gol. De surpresa, rompendo as regras – que mandavam, claro, que Nelinho cobrasse –, ele fez o gol mais gingadamente brasileiro da história. Assistam e vejam como era o futebol (não se esqueçam de clicar na parte 2, que é o segundo tempo para a eternidade). O que poucos se lembram sobre aquela cobrança é que ela foi uma resposta moleque de Joãozinho à postura do árbitro no segundo gol do River, validando cobrança de falta enquanto se armava a barreira. O que pouquíssima gente sabe é que Aymoré Moreira, o técnico do ex-Ipiranga, repreendeu Joãzinho em meio às comemorações do título – por ter cobrado a falta que ganhou o dito cujo.

4. Eu já quebrei a perna de alguém deliberadamente. Acho que se enquadra na legitima defesa. Eu: 19 anos, 1,73m, 68kgs, centroavante com algum talento. Jogando contra o temido time do Cachoeirinha. Linha de zaga: Zarmário, Noite Ilustrada, Alemão e Ranca-Toco. O menor tinha 1,85m e 90 quilos. Aos 35 minutos, pelas minhas contas, me haviam jogado no chão umas 13 vezes. No intervalo, canela esfolada, eu sabia que essas situações têm 4 saídas: 1) você faz o que Rivellino às vezes fazia: joga de armandinho no meio-campo; 2) tenta escapar da porrada com tabelas em alta velocidade, o que era impossível naquele jogo: faltava espaço; 3) oferece seu corpo ao sacrifício, para virar carne moída, o que não era opção legal para o segundo tempo; 4) quebra a perna de um feladaputa para que saibam que você não vai apanhar calado.

Aos 5 do segundo, Alemão domina a bola na lateral de costas para o campo, muda o pé de apoio, eu meço o timing da tesoura e lanço um carrinho voador, fazendo as travas da minha chuteira esquerda encontrar com as da direita, convidando seu tornozelo de apoio a ser recheio do sanduíche. Ouço o indefectível crack. Alemão, que tinha de bíceps o que eu tinha de coxa, ia rumo ao hospital. O jogo, que estava 1 x 0 para eles, terminou 2 x 1 para nós, com um gol meu. Foi a única vez – excluindo as bofetadas normais de criança com seus primos e irmãos – que se pode dizer que agredi alguém fisicamente na vida.


5. Em 1971, aos 2 anos e 8 meses de idade, eu ganhei uns milhões de cruzeiros de Flávio Cavalcanti na TV, fazendo algo que algum dia conto. Deve estar nos arquivos da TV Tupi. Mais não conto e mais não me foi perguntado.

Agarre o meme aí quem quiser. E você que não tem blog, confesse aí na caixa de comentários.



  Escrito por Idelber às 01:04 | link para este post | Comentários (74)


Comentários

#1

Excelente, mas o meme era de 6 confissões...ficou faltando uma!

aiaiai em fevereiro 6, 2009 4:05 AM


#2

Olha, essa do Flávio Cavalcanti foi inesperada. Você era dos que comiam grilos ou tinha pedras que se reproduziam? :)

Hermenauta em fevereiro 6, 2009 6:46 AM


#3

"Confissão do século: Eu já torci para o ex-Ipiranga"

O QUEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!

Bom, vou no embalo e confesso que, apesar de são-paulino fanático, minha primeira camisa de futebol foi a do cruzeiro, que achava a mais bonita. Acho que é da época do Ronaldo ou um pouco antes, ainda sem aquele escudo que enfeia a camisa uns 200%.

Ivan em fevereiro 6, 2009 6:56 AM


#4

Quanta honra, mestre...
mais um ilustre pontepretano engrossando nossas fileiras, motivo de orgulho!
abs

Fabio em fevereiro 6, 2009 8:18 AM


#5

Ah, já ia me esquecendo.
Domingo tem Dérbi, será no nosso tradicional salão de festas, o Brinco de Ouro.O Amoroso disse que vai jogar, depois de sete meses inativo.
Espero que seja mais um chocolate para manter o tabu de seis anos da Macaca!
"Estandarte desfraldado
Preto e branco é sua cor
Ponte preta vai pro campo
Pra mostrar o seu valor
Ponte Preta inflamante!
Ponte Preta emoção!
Ponte Preta gigante!
Raça de campeão!!!"

(Hino oficial da AAPP, letra:Renato Silva)

Fabio

Fabio em fevereiro 6, 2009 8:27 AM


#6

Pô, Idelber, sacanagem. Eu quero saber essa história aí do Flávio Cavalcanti!

Ana Paula Medeiros em fevereiro 6, 2009 8:53 AM


#7

Não acredito que você já foi cruzeirense !!! Tá em tempo de voltar, hehe !!!
Beijos

Fefê em fevereiro 6, 2009 8:54 AM


#8

Idelber, a sua confissão de que já torceu para o ex-Ipiranga me comoveu tanto que para não deixá-lo sozinho também vou confessar que quando era bem novinho torci, pasme, para o Framengo.

Na verdade, acho que eu torcia era para o Zico, pois depois que ele saiu para a Udinese passei para o Corinthians por causa do meu pai. Como ele não era muito ligado em futebol, e como minha família materna é toda botafoguense, por volta dos 14 anos passei a torcer para o Glorioso time da Estrela Solitária.

O meu grande orgulho é que fiz isso antes do fim do jejum de 21 anos, no tempo em que era mais difícil ser botafoguense.

Acho que essa confissão já é suficiente... hehehehe

Paulo SPS em fevereiro 6, 2009 9:29 AM


#9

A do Flávio Cavalcanti eu não conto... Descubram, uai. Vamos testar os limites dessa tal de internets.

Idelber em fevereiro 6, 2009 9:29 AM


#10

Idelber,

Você deu sorte de ter conseguido quebrar a perna do grandalhão. Imagina só se você desse aquela entrada e ela não tivesse o suficiente para quebrar-lhe a perna e tirá-lo do jogo. Você estaria f... Aí sim você teria que imitar o Rivellino, não ficando no meio de campo jogando de armandinho, mas correndo como ele correu do Ramirez, naquele Brasil X Uruguai no maracanã, em 1976.

Paulo SPS,

Que grande oportunidade você perdeu de torcer para o Mengão,hein!

Bruno Pinheiro em fevereiro 6, 2009 11:12 AM


#11

Prezado Idelber,

Vc é uma pessoa feliz com seu trauminha.
Se vc não tem trauma da decisão de 77, não tem ódio mortal do Rato, não tem vontade atropelar um flamenguista na rua e a primeira objeção levantada pelo superego é a sujeira de sangue no carro, então você não tem problema nenhum.
Depois de 4 anos de psicanálise, a ciência do Dr. Freud ainda não me curou, embora tenha lançado aluguma luz sobre os traumas.

Lincoln Pinheiro Costa em fevereiro 6, 2009 11:34 AM


#12

Idelber ex-cruzeirense foi inesperado pacas!

8-O

Jasão em fevereiro 6, 2009 11:38 AM


#13

Faltou uma?

Vamos lá. Sexta confissão: Vivo em pânico, terror mesmo de que descubram o que fui fazer no Flávio Cavalcanti em 1971.

Idelber em fevereiro 6, 2009 11:52 AM


#14

Confesso que eu estou chocado com essa revalação de que o Idelber é ex-cruzeirense - aliás, a do Flávio Cavalcanti não é menos perturbadora. Eu, da minha, tornei-me palmeirense por um motivo totalmente arbitrário que algum dia eu revelo, mas o primeiro hino de clube que eu aprendi a cantar com uns quatro anos foi o do Corinthians...

Hugo Albuquerque em fevereiro 6, 2009 11:57 AM


#15

Essa do Flávio Cavalcanti é campeã. Até porque para quem detesta futebol essa lista é uma bela vingança por ter dado curso a esse meme.

Agora, essa confissão da chuteira no osso, hein? Que medo. Pensar que de vez em quando provoco o cara. Pensar que já jantamos juntos num restaurante argentino cheio de facas. Epa, essa pode ser uma sétima confissão. esquece. Como é mesmo aquela história do programa de TV?

SLeo em fevereiro 6, 2009 12:07 PM


#16

Idelber:

Tenho enorme respeito por você e pelo seu blog, mas agora descubro que você não soube o que é felicidade: torcer pelo Bayern de Munique, contra o ex-Ypiranga, na final do mundial de clubes, no Mineirão. A lenda era que nunca se viu tão grande contingente de alemães negros. Meu vizinho cruzeirense quase cortou relações comigo.

Pois meu maior orgulho é ter sido o primeiro atleticano da minha família. Meu pai simplesmente detestava futebol. Eu o converti ao esporte e ao Galo. Sou um caso raro em que o pai escolhe um time por causa do filho. Isso circa 1970. Meu grande ídolo era o Cincuneggi (sp?) e, claro, Dario Peito de Aço. Torcer para o rival: nunca!

caliban em fevereiro 6, 2009 12:46 PM


#17

Vamos esclarecer: eu não disse que era cruzeirense. Jamais. Eu disse que já torci, em um jogo, contra o River.

A exatidão das palavras é importante.

Idelber em fevereiro 6, 2009 1:05 PM


#18

Lincoln: eu tenho terríveis traumas da decisão de 1977. Eu me referia a traumas de infância.

Um atleticano de 10 anos de idade já sofreu o suficiente para ser considerado adulto.

Idelber em fevereiro 6, 2009 1:20 PM


#19

Ah, bom! Agora melhorou (um pouquinho). Realmente, uma leitura rápida do texto deixa uma certa ambiguidade. Tá perdoado (parcialmente)... ;-)

Agora, diz lá: você chegou a torcer pelo Bayern? Foi legal, aquilo.

caliban em fevereiro 6, 2009 1:42 PM


#20

Idelber, esse item 4 foi eletrizante. E o 5 deixa a gente coçando de curiosidade. Menino precoce, né?
Beijo.

adelaide em fevereiro 6, 2009 1:49 PM


#21

Bom, se o cara tinha menos do que três anos, o mico não é propriamente dele...é da mãe, ou do pai ou de ambos.

Conta ai, Idelber!Não vai ter registro disso no YouTube mesmo...

aiaiai em fevereiro 6, 2009 1:54 PM


#22

Puxa, Idelber, essa do Cruzeiro pegou mal... Brincadeira. Eu mesmo, sendo flamenguista (pois é, tenho esse desvio comportamental) já fui fotografado, quando criança, vestindo a camisa do (desculpe-me o palavrão em tão nobre espaço) Vasco.

Grande abraço,

Lelec

Lelec em fevereiro 6, 2009 2:00 PM


#23

Só complementando, Idelber, você deve se lembrar daquela passagem de "O Idiota", de Dostoievski, em que as pessoas, em uma "brincadeira de salão", se põem a confessar, cada uma, qual havia sido a pior coisa que elas já haviam feito na vida. Interessantíssimo, mas não teve nada tão baixo nível quanto torcer pelo Cruzeiro!

Abração de novo!

Lelec

Lelec em fevereiro 6, 2009 2:12 PM


#24

Então o "Um instante, maestro!" significa muito pra você. Deixa eu tentar adivinhar: você foi eleito o bebê mais bonito de Minas Gerais ou do Brasil. Me deu vontade de fuçar os arquivos da Tupi pra descobrir e jogar no YouTube!

Te em fevereiro 6, 2009 2:39 PM


#25

Olá, peço que, se possível, divulgue o site do poeta Ulisses Tavares (www.ulissestavares.com.br) em seu blog.
Mandando um email para nós você concorre a um livro por semana do escritor!
Desde já agradeço a gentileza.

Abraços!

Nathália em fevereiro 6, 2009 3:00 PM


#26

Não, o lance do Flávio Cavalcanti nada a ver com a beleza. Fui lá fazer algo que tinha a ver com futebol, literatura e carros.

Depois, ao longo da vida, deixei de me interessar por carros :-)

Idelber em fevereiro 6, 2009 3:22 PM


#27

achei no u-tub!
É aquele do garotinho com a camisa do Cruzeiro fazendo embaixada ao ler uma Barsa num capô dum fusca?

googala em fevereiro 6, 2009 4:03 PM


#28

hahahahah! Não :-)

Idelber em fevereiro 6, 2009 4:05 PM


#29

Caliban, eu não tenho memória daquele jogo do ex-Ipiranga com o Bayern. Eu ainda estava "no ar" quanto a qual time escolher para chamar de meu, isso com certeza. Mas aquele jogo não deixou memória.

Também pudera. Um 0 x 0 chinfrim daqueles...

Idelber em fevereiro 6, 2009 4:17 PM


#30

Bem, Idelber conseguiu ativar a minha segunda grande vocação (a primeira era ser caminhoneiro): a de agente da Polícia Federal.

Fuçando por aí, descobri que o antigo Programa Flávio Cavalcanti tinha alguns quadros de calouros. E achei um site que tem arquivos sonoros do programa (eles eram gravados em LP´s). Diz o post no tal blog:

"flávio cavalcanti - a grande chance, 9, tv tupi

oi gente, consegui mais uma raridade! aí vai mais um programa do flávio cavalcanti que ia ao ar na extinta tv tupi. estes programas foram gravados em discos lps, portanto vai apenas o áudio dele. podemos ouvir além do jurado famoso, temos ainda a apresentação do cantor miltom nascimento cantando ao vivo travessia e acompanhando um calouro. podemos ouvir um depoimento do grande locutor do rádio e tv brasileira luiz jatobá. este foi o primeiro programa de juri da tv no brasil, a grande chance. ainda podemos ouvir o filho do grande sargentele cantando, e muito mais raridades. abaixo antes do link para você poder guardar este documento histórico, mais um excelente resgate do arquivossonoros (...)"

O arquivo sonoro pode ser baixado aqui:

http://rapidshare.com/files/67082557/fl_vio_cavalcanti_-_a_grande_chance__9__tv_tupi.rar

Então é isso, está explicado o mistério: Idelber Avelar na verdade é filho de Sargentelli. Pensem bem: Sargentelli teve 21 filhos, portanto uma boa probabilidade de ser pai de qualquer pessoa; era jurado em programas do Flávio Cavalcanti; era sobrinho de Lamartine Babo, compositor e boêmio; era botafoguense roxo e adorava futebol. Ainda não atinei que relação teria com carros, mas pelo número de vezes que Sargentelli foi preso durante a ditadura, devia conhecer de cor o interior de uma Veraneio. :)

Hermenauta em fevereiro 6, 2009 4:27 PM


#31

hohoho, Hermenauta, se você tivesse ido parar na PF, Gilmar Mendes já teria conseguido sua demissão...

Passou longe, mas é divertida a hipótese!

Na verdade, eu estive nos quadros "Isto não se aprende na escola" e "Fora-de-série". Pronto. Mais não conto.

Idelber em fevereiro 6, 2009 4:34 PM


#32

Idelber,

"Confissão do século: Eu já torci para o ex-Ipiranga. Sim, quando criança. Só virei Galo em 1977, aos 9 anos".

Depois, vem com essa:

"Vamos esclarecer: eu não disse que era cruzeirense. Jamais. Eu disse que já torci, em um jogo, contra o River.
A exatidão das palavras é importante."

Sei, sei.
Mas permita a provocação. Você é Tucano?

tsc, tsc.


abs do cruzeirense,
Rodrigo-Uberlândia

rodrigo em fevereiro 6, 2009 4:46 PM


#33

hahahahahahha

Izabella em fevereiro 6, 2009 4:49 PM


#34

Os amigos azuis estão deitando e rolando, né?

Até a Fefê apareceu :-)

Idelber em fevereiro 6, 2009 4:52 PM


#35

Idelber, pois eu me tornei cruzeirense muito por causa daquele jogo com o River! Morei até os dez anos no Rio, mas minha família é toda de BH e interior, parte dela zebrada, parte estrelada. Lembro de que meu pai me levou algumas vezes ao Maracanã na esperança de me tornar pó-de-arroz (ele era zebrado aqui em Minas), mas a ditadura se encarregou de afastá-lo para sempre de mim. Pouco antes de me mudar definitivamente para BH me considerava flamenguista, mas daí vim passar as férias em Minas e assisti aquela final com a parte azul da família em peso, todos torcendo intensamente. Na hora daquela falta no finzinho do jogo todos se deram as mãos. Alguns rezavam, outros só diziam: vai Nelinho! Pois o Joãozinho aprontou e a explosão repentina naquela sala me fez cruzeirense...
E também já quis quebrar a perna de uns atacantes filhinhos-de-papai lá no Loyola, mas essa é outra história...
Outro dia passou na TV Cultura uma entrevista bem legal do Nelinho sobre aquele jogo, tenho parte dela gravada.
Pois ainda tá em tempo, Idelber! Não quer comemorar uma Libertadores? Olha que o time azul está afiado esse ano! :)

Leo Vidigal em fevereiro 6, 2009 5:06 PM


#36

Idelber,

Qual é o seu e-mail? Quero te mandar um texto.
Lincoln.

Lincoln Pinheiro Costa em fevereiro 6, 2009 7:21 PM


#37

Idelber, se torceu uma vez ou outra por eles, a massa atleticana não fará você cair em desgraça por isso. Está perdoado. Afinal, era criança e tal.
Quanto ao programa de Flávio Cavalcanti, já conhecia essa... Confesso que também eu participei de um programa de cultura inútil na extinta TV Itacolomi, ligada à falecida Rede Tupi: era "Seu saber é pra valer", espécie de gincana de pequenos colegiais, na qual respondíamos, durante cinco dias, a perguntas sorteadas, do tipo: "Qual o nome completo do poeta Olavo Bilac?"; "Qual a capital de Gana?". Sabia tudo e ganhei, nas duas vezes em que participei, dois autoramas, brinquedos que logo achei chatérrimos e liberei pra molecada do bairro. Aliás, durante um tempo fui o herói do bairro e da minha escola estadual, até ser devidamente esquecido, após meus quinze minutos de fama.
Lembro-me de que gostei de descobrir como funcionava a TV, de enfrentar as câmeras, mas fiquei desiludido com a carreira, pois o apresentador do programa, Isaías Lansky, disse que eu seria convidado para trabalhar na produção da coisa. Jacaré foi? Nem eu!

Jair Fonseca em fevereiro 6, 2009 8:14 PM


#38

Jair, confesso que não sabia que você também havia passado por essas. Taí ;)

Idelber em fevereiro 6, 2009 8:21 PM


#39

Com sua permissão estou passando para meus queridos amigos cruzeirenses, este seu texto para que eles tambem revelem que varias vezes na vida torceram para a celeste de Minas.
Acho eu que ainda tem vaga na mafia azul, topas?
rsss.rsss.

Silvano em fevereiro 6, 2009 8:33 PM


#40

Nem quando quero falar dos amigos atleticanos eu não esqueço dos cruzeirenses.
rss.rss.

Silvano em fevereiro 6, 2009 8:36 PM


#41

Flávio Cavalcanti? Aquele fascista que defendia os gorilas? Francament! O passado te condena.

Armando em fevereiro 6, 2009 10:42 PM


#42

Gostei de saber da sua carreira futebolística!

Janaina Amado em fevereiro 7, 2009 12:13 AM


#43

Totalmente, Armando.

Janaína: durou pouco, teve seu brilho em algum gol (só em várzea e salão, quase nunca via grama), e foi interrompida pelos Carltons :-)

Idelber em fevereiro 7, 2009 1:04 AM


#44

há. veja só. a minha confissao preferida nem sao essas. orador de pré pré-primário?

HAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA cdf ;)

mary w em fevereiro 7, 2009 1:38 AM


#45

e de uma escola sem noção daquelas ;)

Idelber em fevereiro 7, 2009 1:45 AM


#46

Idelber, desisto, acho que sua participação no Flávio Cavalcanti foi apagada pela oxidação.
Dos programas de 1971 só consegui informações que contam que o programa ficou dois meses fora do ar por causa de censura, de uma grande polêmica entre Chacrinha e o Flávio Cavalcante por causa de Seu Sete incorporado por Dona Cacilda de Assis e da participação de Milton Nascimento cantando Travessia.
Acho que o Milton é o mais próximo que se pode chegar de sua participação.
A menos que você tenha qualquer relação com esses fatos sua participação está esquecida.
Mas digasse de passagem, com 2 anos e 8 meses de idade você já ganhava com o cruzeiro eheheh.
Porém o fato sobrevive em sua memória. Sua história está entrelaçada com a história TV brasileira. História tão pobre em registros.
Puxa, Idelber, você já declarou que um dia torceu para os azuis. Que coisa pior você teria feito em sua participação que não pode ser declarada?
Se nós pudemos compreender que a idade pode justificar você torcer para o 'lado errado', seria natural compreendermos os motivos e os detalhes de sua participação em época mais inocente ainda.
Colabore com a história da tv brasileira e conta pra gente o motivo de sua participação eheheh.
Se não me engano é de Fridriech Niezsche a frase ' fazer falar aquilo que gostaria de permaner mudo'. E olha que, se não me engano, Fridriech Niezsche começou a falar somente aos 3 anos de idade eheheh
Abraços.

fm em fevereiro 7, 2009 2:10 AM


#47

Idelber,

Confesso que balancei um pouco sobre quem torcer quando era criança. Afinal de contas, meu pai não era mineiro, não torcia nem pro Galo nem pro ex-Yale, e eu sempre gostei de azul (o ex-Yale distorce e difama o azul). Mas a decisão do Mineiro de 1982 resolveu tudo, com o penta do Galo. Ali, começou a paixão. Tenho amigos da minha idade que foram ao Mineirão na final de 1977, que sofreram com o Galo na de 1980, quando eu nem ligava pra futebol. E eles acham que são mais galistas que eu. Pois eu digo que sou mais que eles. Virei atleticano por opção, sem influência de pai, irmão, tio, nada. Tudo bem que aqueles tempos ajudavam, mas...

Jair,

Você ganhou dois autoramas e distribuiu pra galera??? Meu maior trauma é nunca ter tido um autorama. Era caro na época, meu pai não tinha como comprar. Por que eu não era seu amigo?

Ricardo Bandeira em fevereiro 7, 2009 2:45 AM


#48

As provas do Flávio o Idelber sequestrou, não adianta, estão com ele. As marcas da chuteira é que ele foi bem condescendente. Eu mesmo e meu tornozelo o sabem, porque o venci no mano a mano no futebol de salão lá que era nossa casa no Caiçara e tínhamos quadra à nossa disposição e adorávamos nos medir ali.

Mas talvez tenha esquecido de uma outra gravação...de 1973..."Vão entrar em campo..."

Esse trem de meme pega

Charley em fevereiro 7, 2009 4:24 AM


#49

idelber:
você é um marinheiro,no futebol.um time em cada porto.conheço poucas pessoas assim:torcem por um time em cocorobó,por outro em caciribu,outro em bh,
outro em munique.haja coração!
romério

romério rômulo em fevereiro 7, 2009 11:18 AM


#50

O Idelber já falou.
O Flavio Cavancanti tinha um programa onde se respondia sobre algum assunto e tinha premios em dinheiro.
Ele foi la responder sobre carros, literatura e futebol.
Nessa mesma epoca o filho de um amigo meu, com 5 ou 6 anos esteve nesse programa respondendo sobre bandeira de paises. Ele se chamava Ismael (Ismaelzinho)

CLovis Artur Marchesin em fevereiro 7, 2009 12:24 PM


#51

É isso, o Clovis matou. Fui lá responder sobre esses temas. E o Charley acima, para quem não sabe, é meu irmão.

Mas eu nunca quebrei o tornozelo dele, não.

Idelber em fevereiro 7, 2009 1:43 PM


#52

Como meu novo "blog-romance" (sacaram a picaretagem?) não permite memes, vou responder aqui, seis bizarrices que não conto pra ninguém:

1 - Ao contrário de muitos escritores, que se vangloriam de ter Kafka, Dostoiévski ou Rosa como "pais literários", minha formação literária começou com o Mickey, o Pato Donald e o Zé Carioca;

2 - Essa é difícil admitir, mas... sou, há exatos 21 anos, fã de carteirinha da banda alemã SCORPIONS. Sim, daqueles fãs que compram todos os discos, que sabe em que país eles estão tocando e... sério - tenho fotos e autógrafos de todos os integrantes da banda... tssssssss...

3 - (Essa é pro Idelber ver que ele não fez NADA demais torcendo pro Cruzeiro em '76, na final da Libertadores...) No Campeonato Brasileiro de 2007, vibrei muito com a vitória do Galo sobre o Palmeiras que garantiu ao Cruzeiro a classificação à Libertadores de 2008. Meus amigos cruzeirenses (estávamos vendo o jogo do Cruzeiro juntos) me olharam, meio sem jeito, e não acreditaram que eu tava vibrando com gols do Galo...

4 - Já tive que apagar TRÊS versões de blogs meus, porque uma ex-namorada ex-blogueira insiste em se ver em tudo que eu escrevo, e isso foi minando nossa amizade... vai entender...

5 - Eu guardo um urso de pelúcia que minha mãe diz que foi meu primeiro brinquedo... nostalgia pura!

6 - Eu freqüento lugares mais que underground de BH... claro que só faço isso sozinho! Mas adoro ir a bailões e demais quejandos, só pela farra de conversar com gente completamente diferente. E eu não fico ali pra fazer uma "experiência estética", ou "estudo antropológico" porra nenhuma não - vou pra curtir e bater papo com as pessoas mesmo, e sempre sou bem recebido. Porque vou sozinho ao centrão de BH? Porque muitos amigos meus criados em apê com a vó têm "nojinho" de ir nesses lugares...

Agora, onde peço perdão a deus?

Jasão em fevereiro 7, 2009 2:22 PM


#53

Idelber, impossível não ler rindo "à vera" dessa tua versão do meme, e faço coro com muitos aqui: a do Flavio Cavalcanti, mesmo cheia de mistérios, é impagável!
Bom, vou acrescentar uma que não pus lá na Ágora, só para fazer par com o personagem fascista da sua lista:
joguei uma partida de volei na casa do Amaral Neto, O Repórter! (vulgo Imoral Nato). Mas tive uma compensação: joguei contra ele, e apesar de não ser um sujeito propriamente alto, mesmo assim consegui dar uma razoável cortada, aplicando-lhe uma bela medalha no peito. Compensou um pouco?
:-P

Ricardo Cabral em fevereiro 7, 2009 8:36 PM


#54

Pô Idelber, eu que já era fã de carteirinha do Biscoito, daqueles de passar por aqui diversas vezes ao dia, agora que sei de sua simpatia pelo meu Colorado, vou viver ligadão aqui...

Jean Mauro em fevereiro 7, 2009 10:33 PM


#55

idelber:
o hermenauta está com ironias pra cima do niemeyer,
só porque ele está assumindo compromissos pra 2010.o hermenauta que se cuide,que o niemeyer pode
mijar na cova dele,como se diz pelo sertão de minas.
quanto a torcer por um time ou outro,confesso que já fui(fui!) atleticano.decidi não sofrer mais por
causa de 11 marmanjos correndo atrás de uma bola.
romério

romério rômulo em fevereiro 8, 2009 7:54 AM


#56

aquele atlético de luisinho-cerezo-reinaldo é o único time que me faz duvidar do meu mengo. se não fosse gostar tanto de leandro-junior-zico e da odisséia contra o cobreloa na libertadores de 81, talvez eu fosse hoje um atleticano (muito menino, só fui entender a ridícula final do brasileirão-80 tempos depois. perdoe essa blasfêmia, meu caro idelber).

e como cerezo esteve naquele timaço de telê no são paulo de 92 e 93, fica a saudação àquela máquina atleticana que merecia muito mais.

se vc estranhar minha torcida por flamengo e são paulo, explico. nasci em manaus-am, em que se torce por dois times, um da capital e outro do rio de janeiro. como não me apetecia os times manauaras, minha preferência ficou com o são paulo de careca-muller-pita dos anos 80.

joêzer em fevereiro 8, 2009 9:18 AM


#57

Puxa, legal, ver como esses post "confessionais" geram um bom papo. Eu agradeço os comentários últimos. Tive uma semana bem punk de trabalho em Tulane, portanto muitos leitores ficaram sem a resposta devida.

Mas os comentários foram lidos com gosto e prazer como sempre :-)

Ricardo, Amaral Neto ganha de qualquer Flávio Cavalcanti.

Joêzer, bacanas demais suas palavras. Há poucos flamenguistas que se lembram do ridículo critério de desempate da final de 80, um campeonato em que o Galo teve o mesmo número de pontos, mais vitórias e melhor saldo de gols que o Mengo.

E, Jean, a enorme simpatia pelo Colorado está bem documentada aqui, há tempos. Não sei se já viu este post:

http://www.idelberavelar.com/archives/2005/07/times_inesqueci.php

Idelber em fevereiro 8, 2009 2:14 PM


#58

MÍDIA: O QUE É BOM PARA O GOVERNO A GENTE ESCONDE

Tá no Blog do Nassif

08/02/2009 - 15:57

A diplomacia brasileira
Por marcosb

O prof. Luiz Felipe de Alencastro está lamentando a falta de divulgação de um artigo do “Wall Street Journal dizendo que o Brasil afirma-se como líder da América Latina, vencendo a parada frente à Venezuela”

Do Blog Sequências Parisienses, do historiador Luiz Felipe de Alencastro
Não vi nenhum jornal brasileiro sequer mencionar o artigo publicado ontem no Wall Street Journal dizendo que o Brasil afirma-se como líder da América Latina, vencendo a parada frente à Venezuela.

A respeito do primeiro encontro de cúpula latinoamericano, realizado em Sauipe em dezembro passado, o WSJ diz que o Brasil exerceu uma liderança moderadora, cortando a retórica antiamericana incentivada pela Venezuela. Como se sabe, o WSJ é um jornal conservador que, às vezes, torna-se agressivamente conservador.

(continia... http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/

alex em fevereiro 8, 2009 6:29 PM


#59

Pô Idelber, ter torcido para outro time quando bem pequeno não chega a ser uma grande confissão, é experiência bem disseminada. Só com o tempo o caráter se forja e o sujeito ganha consistência moral para não ficar trocando de clube, rsrs. Eu mesmo "nasci" tricolor - meu pai e minha mãe, assim como boa parte da minha família, torcia pro FLuminense -, mas assim que descobri o que era futebol, bandeei-me pro Flamengo. Aliás, não torcer pro mesmo time que o pai é uma coisa bem frustrante, devo dizer. Por mais que ele me levasse pra ver o Cósmico, não era a mesma coisa...

João Marcelo em fevereiro 8, 2009 6:39 PM


#60

Hehehe..

Esse vídeo é muito legal...a paixão do futebol

http://www.youtube.com/watch?v=bCyUd66YTLo

Arthur Coimbra em fevereiro 8, 2009 10:39 PM


#61

Idelber,
Não tem nada a ver.
Vc viu a entrevista do De Grandis na Rede TV?
òtima. É o extremo da ponderação. Uma pessoa que não fala mal de ninguém. Ótimo ver ele falando do Gilmar Mendes e do Geraldo Brindeiro. Ele falou sua opinião pelo silêncio.

Bruno em fevereiro 9, 2009 12:19 AM


#62

Não vi, cumpadi. Já estou nos States. Se rolar no YouTube, envie :-)

Idelber em fevereiro 9, 2009 2:23 AM


#63

idelber,

só a título de curiosidade: já jogou também no campo do pitangui e do grêmio mineiro, ali próximo à pedreira prado lopes? dois caldeirões inolvidáveis pros boleiros belzontinos de antanho.

Marcus em fevereiro 10, 2009 10:23 AM


#64

Discordo de Falcão quanto à opinião de que o galo foi a maior máquina de futebol pós-pelé. Quanto a isso, os números, os títulos e a qualidade do futebol jogado por Zico e Cia. não deixam dúvidas que o Flamengo foi a grande máquina pós-pelé. Ninguém ganha tantos títulos por acaso.Só para lembrar: campeão brasileiro de 1980, 82, 83, 87,92,fora os estaduais, libertadores 81 e a conquista épica do torneio intercontinental no japão nesse mesmo ano contra o Liverpool, conhecido como o exército vermelho do futebol europeu naquela época.

geraldo em fevereiro 10, 2009 10:42 AM


#65

Tá convidado pra ir em jogo que valha alguma coisa no Beira-Rio, te levo na Popular do Inter e vais ver nossa torcida pulando e vibrando muito. No mais é muito respeito pelo CAM e sua fanática torcida. Tá na hora de darem a volta por cima doa palestrinos, não? Um abraço Colorado!

Marcelo em fevereiro 10, 2009 12:59 PM


#66

Marcus, conheci o campo do Pitangui, sim! Eita, flashback :-)

Marcelo, combinemos, sim, porque aquele jogo com o Brasil de Pelotas parecia que a galera estava no cinema!

Idelber em fevereiro 10, 2009 2:00 PM


#67

Caro Idelber, o Flamengo foi campeão em 1980 dentro das regras do jogo aceitas pelo galo quando disputou o campeonato; isso é o que vale.Um abraço.

geraldo em fevereiro 10, 2009 5:38 PM


#68

Geraldo, fair enough. Mas se as arbitragens de Romualdo Arppi Filho e José de Assis Aragão tivessem sido mais isentas, a conquista teria sido ainda mais brilhante.

Há que se dizer isso também.

Mas era um timaço o Flamengo, é evidente. A minha seleção daquela final seria Raul, Leandro, Osmar, Luisinho e Júnior; Cerezo, Adílio e Zico; Tita, Reinaldo e Éder.

Esses 11 em forma batem qualquer seleção brasileira pós-Pelé. Inclusive a de 1982. Foi a maior final de todos os tempos, sem dúvida.

Idelber em fevereiro 10, 2009 8:04 PM


#69

Idelber,

Baita seleção essa! Seria a minha também...Acho mesmo que ela é melhor que a de 82,principalmente pela presença de Reinaldo no ataque no lugar de Serginho.

Bruno Pinheiro em fevereiro 11, 2009 1:16 AM


#70

Torcer pro ex-Ipiranga? tsc, tsc...
Em sua homenagem, acabei respondendo o meme e confessando algumas coisinhas...

Cynthia em fevereiro 11, 2009 8:40 PM


#71

Oba! Vou lá ver :-)

Idelber em fevereiro 11, 2009 8:45 PM


#72

essa escola era uma piada. ora, ora, brincar é tão importante para uma criança quanto estudar. e, sem dúvida, o estudar só é considerado importante pela criança pq os pais tem o poder de estabelecer sanções. eu estudava e passava pq minha mãe estava sempre pronta para me colocar fora do futebol do campinho no caso de algum deslize.
eu não me arrependo nem por um segundo de cada momento q fiquei nos campos de futebol. joguei em todos os q existiam na minha cidade. Aliás, estudar mesmo só depois da formatura na faculdade. acho q por isso não desisti antes. guardei forças para a fase adulta.

gerson em fevereiro 12, 2009 1:37 AM


#73

Viajei no tempo lendo os comentários. Também participei do programa " Seu saber é pra valer " e ganhei um autorama. Como disseram: fiquei famoso no bairro Caiçara e todo mundo me conhecia quando ia para o Colégio Municipal no são Cristovão. Bons tempos. Valeu pelas lembranças.

Moacyr em fevereiro 16, 2009 10:30 PM


#74

IDELBER EM 1972 EU TAMBEM PARTICIPEI DE UM PROGRAM ADO FLAVIO CAVALCANTE ( ISSO NÃO SE APRENDE NA ESCOLA ) GANHEI UMA GRANA NA EPOCA MAS NUNCA ACHEI UM VIDEO TAPE OU COISA PARECIDA VC TEM COMO LOCALIZAR ESSES ARQUIVOS

OBRIGADO

MARCIO

marcio roberto pereira em julho 15, 2009 1:14 PM


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