Meu Perfil
Um blog de esquerda sobre política, literatura, música e cultura em geral, com algum arquivo sobre futebol. Estamos na rede desde 28/10/2004.
Blog endossa Jô Moraes para Deputada Federal em Minas
Esta foi fácil. O endosso do blog para a Câmara dos Deputados em Minas Gerais--ou seja, o voto que eu vou efetivamente depositar na urna--é de Jô Moraes (PCdoB, 6565). Aí vão minhas razões:
Como sempre, caixa aberta para quem quiser endossar alguém, argumentar ou discutir minha escolha.
Oi Idelber, como hábito diário, depois de coar meu cafezinho, enchi a caneca e liguei meu macbook. Confesso, um pouco desanimado, pois para um comunista que ainda nutre ideais, enfrentar uma campanha eleitoral não é fácil. Acabei de brincar com minha companheira, dizendo que com o que estou vendo nesta campanha, vou sugerir a Martercard mudar a sua propaganda, pois já não existe mais nada que o "dinheiro não possa comprar".
Mas eis que abro minha caixa do gmail e me deparo com sua mensagem enviada não sei de onde, talvez da terra do Tio San. E minha animação voltou, meu sol se iluminou, vi emocionado sua declaração de voto na nossa querida Jô.
Com orgulho, lembrei do ato que organizamos em defesa da liberdade na Internet contra o AI-5 Digital do Azeredo. Lembrei da nossa animada feijoada de apoio dos comunicadores para a Jô, ocorrida no quintal do partido.
Lembrei de todos os posts que li no seu Biscoito Fino e a Massa, quando te conheci virtualmente e comecei a admirar esta figura única que vc é.
Bem Idelber, esta sua mensagem de apoio virtual com certeza vai mais que ajudar na reeleição da nossa Jô, vai mostrar pra muita gente que vale a pena lutar, buscar cotidianamente construir um mundo melhor. Vc é a nossa inspiração para isso.
Valeu demais e espero ansiosamente sua vinda pra BH para uma cervejinha no Luccas.
Querido amigo Kerison, é um prazer ter você aqui. Não desanime. A votação será consagradora, você vai ver. Sim, a mensagem foi enviada daqui de Nova Orleans, mas no dia 03 de outubro eu estarei aí pra votar. Quero acompanhar a apuração com vocês. Beijão na Jô. Contem comigo para o que precisarem.
O problema é que o PT está coligado com o PMDB e o PCdoB para deputado federal em Minas e pelo que indicas as pesquisas, muitos irao votar na Jo, no Welligton Prado e principalmente na legenda, o que vai fazer que a grande maioria dos eleitos será do PMDB, por falta de candidatos de esquerda com forca para fazer frente aos do PMDB. Isso é um assunto sério. Sugiro que se faca campanha contra o voto da legenda em Minas,
Mas Bruno, não entendi o porquê da campanha contra o voto em legenda: tanto o voto nominal como o voto na legenda entram no cálculo do quociente eleitoral da coligação. Ou seja, dá na mesma.
Idelber, que se quem é simptizante do PT votarem na leganda 13 em vez de votar em candidatos do partido,a tendência é de que as vagas da coligação acabem indo amis para os outros partidos da coligaçãoque para o PT.um exemplo tosco: suponhamos que a última vaga da coligação vámpara um peemedebista com 35000 votos e fique de fora um petista com 34500,e haja 5000 votos na leganda 13. Se uns mil desses votos fossem pro petista de 34 mil votos em vez de ir pra leganda, ele entraria na vaga e não o peemedebista Entendeu?
Sim, claro, eu entendo isso, mas esse raciocínio só vale para a "sobra", para a última vaga. Certo?
Ou seja, de qualquer forma os votos da Jô podem ajudar a eleger meia dúzia de energúmenos do PMDB, pois em Minas a coligação para a Câmara é PT-PCdoB-PRB-PMDB.
Temos que conseguir urgente uma reforma política que acabe com as coligações nas proporcionais. É obsceno isso.
Idelber, as coligações nas proporcionais são realmente uma desgraça, mas a reforma política teria que ir bem mais longe.
O voto distrital misto também seria um avanço e tanto, por exemplo, além de uma mudança radical no Senado (talvez até a extinção, mas aí seria querer demais...).
Meu caro Luiz, a reforma política é algo muito mais profundo e sério... em um sistema distrital, o partido pode ter 80 % dos votos e apenas 10 ou até menos % das cadeiras do parlamento. O sistema distrital nao mudaria em nada o que temos hoje. Principalemnte, porque os candidatos já estão sendo eleitos por determinadas regioes e não vislumbro a famosa "proximidade dos eleitores". Outra coisa, a fala de extinção do Senado é muito bonito para plateia mas será que o Brasil, um país com tantas desigualdades regionais (e muito diferente de vários outros países que nao tem uma instituição como senado) aguentaria um sistema puramente proporcional?? No Senado, estados do Norte tem força o que não acontece na Câmara (baseado em um sistema proporcional). Reforma política não é tão simples como parece e as vezes no afã de se mudar e copiar sistemas alienígenas se chega a situaçoes piores que nos encontramos.
Meu caro Luiz, a reforma política é algo muito mais profundo e sério... em um sistema distrital, o partido pode ter 80 % dos votos e apenas 10 ou até menos % das cadeiras do parlamento. O sistema distrital nao mudaria em nada o que temos hoje. Principalemnte, porque os candidatos já estão sendo eleitos por determinadas regioes e não vislumbro a famosa "proximidade dos eleitores". Outra coisa, a fala de extinção do Senado é muito bonito para plateia mas será que o Brasil, um país com tantas desigualdades regionais (e muito diferente de vários outros países que nao tem uma instituição como senado) aguentaria um sistema puramente proporcional?? No Senado, estados do Norte tem força o que não acontece na Câmara (baseado em um sistema proporcional). Reforma política não é tão simples como parece e as vezes no afã de se mudar e copiar sistemas alienígenas se chega a situaçoes piores que nos encontramos.
Meu caro Luiz, a reforma política é algo muito mais profundo e sério... em um sistema distrital, o partido pode ter 80 % dos votos e apenas 10 ou até menos % das cadeiras do parlamento. O sistema distrital nao mudaria em nada o que temos hoje. Principalemnte, porque os candidatos já estão sendo eleitos por determinadas regioes e não vislumbro a famosa "proximidade dos eleitores". Outra coisa, a fala de extinção do Senado é muito bonito para plateia mas será que o Brasil, um país com tantas desigualdades regionais (e muito diferente de vários outros países que nao tem uma instituição como senado) aguentaria um sistema puramente proporcional?? No Senado, estados do Norte tem força o que não acontece na Câmara (baseado em um sistema proporcional). Reforma política não é tão simples como parece e as vezes no afã de se mudar e copiar sistemas alienígenas se chega a situaçoes piores que nos encontramos.
Meu caro Luiz, a reforma política é algo muito mais profundo e sério... em um sistema distrital, o partido pode ter 80 % dos votos e apenas 10 ou até menos % das cadeiras do parlamento. O sistema distrital nao mudaria em nada o que temos hoje. Principalemnte, porque os candidatos já estão sendo eleitos por determinadas regioes e não vislumbro a famosa "proximidade dos eleitores". Outra coisa, a fala de extinção do Senado é muito bonito para plateia mas será que o Brasil, um país com tantas desigualdades regionais (e muito diferente de vários outros países que nao tem uma instituição como senado) aguentaria um sistema puramente proporcional?? No Senado, estados do Norte tem força o que não acontece na Câmara (baseado em um sistema proporcional). Reforma política não é tão simples como parece e as vezes no afã de se mudar e copiar sistemas alienígenas se chega a situaçoes piores que nos encontramos.
Meu caro Mateus, o exemplo que você citou só poderia acontecer no sistema distrital puro, como o do Reino Unido, e mesmo lá a discussão para mudança já começou.
Eu falei do distrital misto, tipo Alemanha, onde uma parcela das cadeira é preenchida pelo voto proporcional.
Quanto ao Senado, uma palavra: sou do Nordeste, e creio que este modelo atual pouco fez pelas regiões menos populosas. Tudo bem que se mantenha o Senado, mas precisa ser com 3 senadores por estado e mandato de 8 anos?
pra terminar, o nosso sistema eleitoral faliu. É fato. As opções existentes são em número restrito, e qualquer uma que adotarmos terá prós e contras, mas o imobilismo seria o pior erro. Apenas os "de sempre" ganham com ele.
Olá Idelber. Sou professor das redes municipais e estaduais de BH, formado pela UFMG, mestrado em teoria literária não concluído (pretendo voltar ainda). Sempre li seus textos e gosto muito. Muito bom o último na ed. impressa da revista Fórum. Que bom que vc. fala da política mineira. Devemos lutar muito pela não eleição de Anastasia (do PSDB / candidato apoiado pela mídia mineira por ser o sucessor de Aécio Neves que controla tudo, principalmente, o conservador jornal Estado de Minas). Anastasia representa o que de pior pode haver em termos de continuidade, de neoliberalismo, de desrespeito ao servidor. Houve uma greve de mais 47 dias dos professores estaduais contra este governo nefasto, em abril, onde se mostrou toda truculência destes mandarins de Minas. Um abraço